Ministro pede vistoria em contratos do MEC
Uma auditoria pedida à CGU (Corregedoria Geral da União) pelo ministro Tarso Genro (Educação) causou um choque com seu antecessor direto, Cristovam Buarque. A investigação será feita sobre as contratações e processos em andamento de serviços prestados por empresas terceirizadas. Cristovam diz que é “estranho“ e “injustificada“ a medida. Segundo a assessoria do Ministério da Educação, Tarso considerou excessivamente elevado o orçamento para uma reforma em seu gabinete, que seria feito por uma empresa terceirizada. A reestruturação da sala custaria R$ 120 mil. Então decidiu enviar um ofício à CGU pedindo uma análise sobre os processos e acordos com esse tipo de empresa. No ofício, segundo relato do senador Antero Paes de Barros PSDB-MT),que diz tê-lo visto, Tarso pede uma investigação de serviços terceirizados contratados na “administração anterior“. A CGU afirmou que a vistoria era justificada pela “entrada de uma nova gestão“ e que não havia uma administração específica para ser analisada. O ofício, que chegou ao corregedor-geral, Waldir Pires, no último dia 3, no entanto, também não recomenda a verificação dos contratos e da empresa que faria a reforma. O órgão afirma que regularmente os contratos são verificados. Cristovam, trocado por Tarso na reforma ministerial de janeiro, diz