Sistema de Financiamento do Setor Educacional do Mercosul

Os ministros da Educação dos países do Mercosul e dos associados, Bolívia e Chile, aprovaram, durante a 23ª reunião, no Rio de Janeiro, a criação de um Sistema de Financiamento do Setor Educacional do Mercosul e de um fundo que garanta o sustento das ações mediante contribuição financeira dos países membros e de organismos internacionais.     Eles decidiram, ainda, que até a próxima reunião do Comitê Coordenador Regional (CCR), os países devem analisar a proposta apresentada pelo Brasil de uma contribuição total anual de US$ 360 mil durante quatro anos, sendo US$ 180 mil distribuídos em quotas iguais e os outros US$ 180 mil calculados com base na população estudantil de cada país.     Além de tratar das formas de financiamento do setor educacional, os ministros da Educação, Paulo Renato Souza (Brasil), Leonardo Guzmán (Uruguai), Isaac Maidana (Bolívia), o vice-ministro Ramón Fernando Friedmann (Paraguai), o secretário de políticas universitárias, Juan Carlos Pugliesi (Argentina), e a secretária da Comissão Nacional de Credenciamento, Maria José Lemaitre (Chile), solicitaram ao CCR que crie condições em 2003 para realizar cinco eventos: um congresso de professores; um encontro de parlamentares com a participação das comissões de Educação; encontro de autoridades educacionais dos estados,

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Pesquisa mostra como empresário investe em educação

Desde o início dos anos 90, as empresas têm atuação cada vez mais consciente e pró-ativa no setor educacional brasileiro. Além disso, hoje se observa que o setor privado busca melhor articulação e estruturação para o desenvolvimento de projetos. É o que afirmam Helena Bomeny e Marcela Pronko no estudo Empresários e Educação no Brasil, lançado no final de outubro pelo Programa de Promoção da Reforma Educativa na América Latina e Caribe (Preal), com apoio das fundações Ford e Getúlio Vargas. A pesquisa foi realizada com mil empresas. De acordo com o levantamento, 70% das 300 empresas que afirmaram investir em educação foram motivadas pela melhoria da qualidade dos funcionários. Dessas organizações, apenas 20% fazem investimentos para o público externo, e 7,5% têm projetos dirigidos a crianças ou ao ensino fundamental, sendo a maioria (54%) para estudantes da rede escolar pública.     A questão da participação das empresas na educação pública também foi analisada na pesquisa. Das 100 que afirmaram não investir em educação, 90% acreditam que o Estado deveria destinar mais recursos para a área, mas concordam que a iniciativa privada também deve promover programas educativos. Entre os motivos pelos quais não desenvolvem ou apóiam projetos, 25% acham

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Cristovam Buarque aceitará Ministério da Educação

De acordo com informações veiculadas na imprensa neste domingo, o senador eleito pelo Distrito Federal Cristovam Buarque (PT) aceitará o convite do futuro presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar o Ministério da Educação. Buarque revelou que não irá assumir o Senado para integrar o primeiro escalão do futuro governo. Afirmou estar aguardando ainda a formalização do convite. Na última semana, num comício em Caetés, cidade natal de Lula, em Pernambuco, o presidente eleito disse que Cristovam não será senador porque o Brasil precisa dele em outros lugares. Apesar do apelo público, Cristovam disse que não foi convidado oficialmente.     Cristovam Buarque levou a Luiz Inácio Lula da Silva a proposta de criação do Ministério do Ensino Superior, uma pasta específica para cuidar das universidades federais.     Uma outra proposta do senador eleito, em análise por Lula, é a que prevê a transferência para o Ministério da Ciência e Tecnologia da administração das universidades. Essa sugestão vem sendo recebida com temor por pesquisadores, por um suposto risco de a administração das universidades acarretar a redução dos recursos para pesquisas.            

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Mercosul reúne ministros da Educação no Rio de Janeiro

Criação do Fundo de Financiamento Educacional será centro das discussões    O ministro da Educação, Paulo Renato Souza, participa hoje, no Pestana Rio Atlântica Hotel, no Rio de Janeiro, da 23ª Reunião de Ministros da Educação dos Países do Mercosul – Argentina, Brasil Uruguai e Paraguai e os associados, Bolívia e Chile – que vai discutir temas como a criação do Fundo de Financiamento de Projetos e avaliar as atividades do setor educacional um ano após a reestruturação.    O objetivo da criação do Fundo de Financiamento de Projetos do Setor Educacional do Mercosul é capitalizar o setor a médio e longo prazos para financiar projetos educacionais de interesse dos seis países. O projeto do Fundo será apresentado aos ministros por um consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).     A pauta prevê também a aprovação do projeto que harmoniza os currículos de cursos técnicos de Mecânica Industrial e Mecânica Automotriz em 2003; de Química Industrial, em 2004; e de Turismo, em 2005; que será submetido à Organização do Estados Americanos (OEA). Essa harmonização vai permitir que estudantes, professores e técnicos possam estudar, trocar experiências e trabalhar em qualquer país da região.    Protocolos – Durante a 23ª reunião,

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Livro didático é tema de seminário em Brasília

Especialistas vão avaliar o programa      O ministro da Educação, Paulo Renato Souza, abriu hoje às 9h30, o seminário Política do Livro Didático: Desafios da Qualidade, no auditório do edifício-sede do Ministério da Educação. A secretária de Educação Fundamental, Iara Glória Areias Prado, e a secretária executiva do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Mônica Messenberg estarão à mesa.    Em 2002, foram entregues 110,5 milhões de livros didáticos e 10,14 milhões de dicionários a 31.942.076 alunos do ensino fundamental de 162 mil escolas públicas do Brasil. Foram gastos R$ 498.678.509,24 na aquisição e distribuição dos livros.    O objetivo do seminário é avaliar o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD/MEC) de 1995 a 2002. Serão destacados os avanços do programa e apresentadas sugestões para sua continuidade. Especialistas na área e professores universitários, principalmente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade do Estado de São Paulo (Unesp), que participam da avaliação do livro didático, e representantes dos autores e editores estarão presentes.     Programação- Às 9h45, será apresentado o tema A construção de um referencial de qualidade em livros didáticos: um balanço da avaliação do PNLD, com a participação de

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Comissão do Livro e Literatura do Conselho Municipal de Cultura.

Reproduzimos abaixo mensagem da Secretaria Municipal de Cultura comunicando os nomes dos representantes da Abrelivros junto à Comissão de Livro e Literatura do Conselho Municipal de Cultura.    “Ofício SMC/CMC 011/2002    São Paulo, 20 de Novembro de 2002    Prezado Senhor    O Secretário Municipal de Cultura, Marco Aurélio de Almeida Garcia, tem o prazer de anunciar a escolha do representante dessa Entidade, indicado por lista tríplice, para participar no Conselho Municipal de Cultura na Comissão de Livro e Literatura, o Sr Gelson Iezzi. Assim, a Associação Brasileira de Editores de Livros ficará representada na Comissão de Livro e Literatura pelos Srs. Wander Soares, indicado por essa Instituição, e o Sr.Gelson Iezzi.    Informo também que o Sr. Secretário participará de reunião com os representantes de todas as comissões, em data a ser divulgada oportunamente.    Qualquer esclarecimento, favor contatar Thais de Almeida Ruiz, pelo  E-mail: truiz@prefeitura.sp.gov.br ou pelo telefone 3253-2331, ramal 302.      Cordialmente,      Thais de Almeida Ruiz  Assessora – SMC    Ilmo Sr.  DD Presidente da Associação Brasileira de Editores de Livros  Rua Turiassu n.º 143 – cjs 101/102  CEP 05005 -001  São Paulo- São Paulo”       O Conselho Municipal da Cultura é o

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Ministro comenta piora na média geral do Enem

O ministro da Educação Paulo Renato Souza divulgou na última terça-feira (12) os resultados do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) deste ano.     A média da parte objetiva, com 63 questões de múltipla escolha, caiu de 40,56 (em 2001) para 34,13 pontos este ano. Segundo o ministro, a média geral caiu em decorrência do aumento do universo de estudantes, com maior participação do aluno do ensino público neste ano.     Do total de 1,8 milhão de jovens inscritos, 1,3 milhão se submeteram ao Enem, e 73% deles cursaram todo o ensino médio na rede pública, índice que foi de 66% no Enem de 2001.     A média em redação este ano, no entanto, foi um pouco superior à de 52,58 pontos, verificada no ano passado. Mais de 70% dos jovens tiveram desempenho de “regular“ a “bom“ na redação, com média total de 54,31 pontos. Apenas 12% dos estudantes obtiveram classificação “excelente“, acima de 70 pontos.     Quanto ao melhor desempenho na redação, Paulo Renato atribui ao fato de o tema proposto estar afeto a todos os cidadãos, o que permite identificar elementos e idéias recorrentes da vivência e do imaginário de cada um. O tema

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Resultado do ENEN

Nota média no Enem é a pior desde sua criação     Na prova objetiva, índice ficou em 34,13; na redação, no entanto, o desempenho melhorou    DEMÉTRIO WEBER     BRASÍLIA – A nota média dos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na prova objetiva, este ano, foi 34,13, numa escala de 0 a 100. É o pior desempenho já registrado nas cinco edições do teste, classificado no intervalo entre insuficiente e regular. Na redação, a média subiu em relação ao ano passado e ficou em 54,31 pontos, considerado regular ou bom. Ao divulgar os resultados, ontem, o ministro da Educação, Paulo Renato Souza, admitiu que a nota na prova objetiva é “insatisfatória“.     O Enem retrata a pirâmide social brasileira naquilo que ela tem de mais perversa: vai melhor quem é branco, estuda em escola particular, tem renda familiar mais alta e pais com maior escolaridade. Criado em 1998, o exame contou este ano com 1,3 milhão de participantes.     “Não podemos esperar milagres“, disse Paulo Renato, acostumado a anunciar resultados negativos em todos os níveis de ensino. No caso do Enem, o objetivo não é avaliar o ensino médio. Afinal, parte dos inscritos

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USP promove seminário sobre e-learning

A Escola do Futuro da USP realiza, no dia 19 de novembro, o Seminário Internacional e-Learning 2002, Estratégias para a Implementação de e-Learning. O evento é direcionado a pró-reitores acadêmicos, dirigentes universitários envolvidos com e-learning e gerentes de treinamento corporativo e de recursos humanos.     A taxa de inscrição individual é de R$ 150 (com almoço incluso) e deverá ser paga mediante depósito na conta Fundação de Apoio a USP (FUSP), Banco Real, Agência 0831-1, conta corrente 2725742-9. A efetivação da inscrição será formalizada pela Escola do Futuro da USP após o recebimento de fax (11- 3815-30830) contendo cópia do comprovante do depósito, identificando os nomes dos inscritos.     As atividades serão realizadas no Auditório da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, FEA 5, rua Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo.     Mais informações pelo telefone (11) 3091-4924, no site www.elearning.futuro.usp.br ou e-mail eventos@futuro.usp.br.  

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