Estudantes lutam contra preços de livros didáticos nos EUA

Na Califórnia, professores e legisladores estão unindo forças na luta contra os altos preços dos livros didáticos, num esforço para ajudar os estudantes que são forçados a adquirir livros bastante caros oferecidos pelas editoras. O California Public Interest Research Group (CALPIRG) distribuiu recentemente um novo relatório expondo muitas das práticas que os editores utilizam para aumentar os custos dos livros didáticos. O relatório diz que os estudantes vão gastar em média US$ 898 dólares em livros didáticos no ano escolar de 2003-2004. O relatório diz ainda que mais de 59% dos estudantes que procuraram por um livro usado durante o trimestre do outono de 2003 não o encontraram, e foram forçados a pagar em média US$ 102,44 por um novo, contra uma média de US$ 64,80 dólares por um usado. De acordo com o CALPIRG, o que contribuiu para com os altos preços é o fato de as editoras acrescentarem materiais adicionais – como CD-ROMS e cadernos de exercícios – que raramente são utilizados pelos estudantes. O relatório também afirma que os altos custos dos livros são provocados pela produção ininterrupta de novas edições.Leia mais

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Pesquisa mostra abismo entre escolas e grupos juvenis

Especialistas em educação têm falado nos últimos anos que a escola eficiente será aquela que, além de trabalhar o máximo possível com a experimentação e trazer o currículo para o cotidiano, terá de tirar proveito do que se chamaria de escolarização da sociedade. Sob esse prisma, tornam-se bases de um fracasso escolar os dados levantados por 11 professores da rede pública de São Paulo. A pesquisa “A presença de grupos juvenis em escolas da Zona Leste“ mostra, sem dúvidas, que as escolas estão desperdiçando todo um arcabouço cultural que turbinariam suas aulas. No total, foram identificados 900 estudantes que integram grupos juvenis, em 11 escolas da região – alguns dos quais participam de mais de um grupo. A maioria dos entrevistados, participam de grupos esportivos (31%), seguidos dos grupos religiosos (29%) e artísticos (27%). Organizações ambientais e político/partidários são minoria entre os grupos citados. Até aí, poucos fatos novos. No entanto, quando questionados se a escola contribui para o desenvolvimento do grupo, mais da metade ou não sabe – um sinal da ineficiência do corpo docente – ou é enfática ao dizer não. A situação mostra-se ainda mais alarmante quando os estudantes afirmam que a escola os desconhece: de 900

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Comitê executivo vai discutir pautas do Consed e da Undime

O ministro da Educação, Tarso Genro, anunciou hoje, 10, a formação de um comitê executivo para debater as pautas de reivindicações do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O comitê será formado por dois representantes do MEC e dois de cada entidade, e deverá iniciar suas reuniões já na próxima semana. O anúncio foi feito durante audiência com o presidente do Consed e secretário de Educação de São Paulo, Gabriel Chalita, em Brasília. Também ficou definido que o ministro participará da próxima reunião do Consed, no dia 4 de março, no Rio de Janeiro.     O comitê executivo irá analisar questões como os repasses do salário-educação, merenda escolar e transporte escolar. Tarso Genro garantiu a Chalita que os problemas na área educacional serão debatidos com as entidades da área da educação, para que as decisões sejam sempre consensuais. “Não vamos tomar nenhuma decisão que não seja debatida e negociada com os estados e os municípios”, afirmou o ministro.    Para Gabriel Chalita, as inquietações dos membros do Consed referem-se, sobretudo, à lei que modificou a distribuição do salário-educação. O Consed quer que 100% dos recursos sejam partilhados

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Escolas públicas ganham 20 mil computadores

Escolas da rede pública receberão, neste ano, 20 mil computadores do Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo/MEC). Até junho, o Ministério da Educação, mediante convênio com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), abrirá licitação para a compra dos equipamentos, com valor estimado em R$ 40 milhões. Os computadores serão entregues a 2,1 mil estabelecimentos de ensino.    Criado em 1997, o ProInfo já equipou 4.640 escolas públicas brasileiras com laboratórios de informática. São, ao todo, 53,8 mil computadores utilizados pelos alunos para desenvolver trabalhos e pesquisas. Os laboratórios são usados também na formação de professores. Segundo dados da Secretaria de Educação a Distância (Seed/MEC), o ProInfo já beneficiou oito milhões de alunos e capacitou 138 mil professores.    “A proposta do ProInfo é instalar de 70 mil a 80 mil computadores nas escolas públicas até o fim do governo Lula”, adianta Américo Bernardes, diretor do Proinfo. Ele explica que a rede pública precisaria de 1,5 milhão de computadores para equipar as escolas com laboratórios de informática de uso pedagógico.    As escolas públicas brasileiras têm, hoje, apenas 220 mil computadores – além do MEC, recebem equipamentos, por meio de convênio, das secretarias estaduais e

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Um olhar de professor para professor

Em cursos, palestras e seminários de que participa pelo país, a professora e escritora Nilma Gonçalves Lacerda vem debatendo o papel do professor e reforçando a necessidade de que a reflexão sobre as condições do magistério seja feita pelo próprio educador. “Venho buscando a face do professor perdida no espelho. Cecília Meireles tem um poema belíssimo em que diz ‘Eu não tinha esse rosto de hoje, assim tão triste’. E no final ela pergunta ‘Em que espelho ficou perdida a minha face?’. Eu quero responder a isso. Quero que a professora e o professor possam perguntar se o seu rosto está perdido. Se está, vamos procurar, vamos restaurar. Vamos encontrar esse rosto e ver o que queremos fazer com ele – uma plástica, uma maquiagem, lavá-lo bem com água e sabão“, explica a professora. Com larga experiência e atuação na escola pública no ensino da Língua Portuguesa e da Literatura Brasileira, Nilma Lacerda já deu aulas em todos os níveis de ensino, desde a escola primária, até a pós-graduação, e cursos de formação continuada a professores. Seja qual for o grau de instrução ou faixa etária dos alunos, a escritora se dedica à tarefa de formar leitores. “Você não precisa

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Secretaria de Cultura lança site com informações literárias

Foi lançado oficialmente no dia 04/02 o site www.leialivro.sp.gov.br . A ação é uma iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo para estimular a interação entre leitores, divulgar novos autores e promover a troca de livros entre usuários. O internauta não precisa se cadastrar para ter acesso ao conteúdo do site. Durante a solenidade de lançamento, que contou com a presença dos escritores Ignácio de Loyola Brandão, Marisa Lajolo, Paulo Bomfim, entre outros, o governador Geraldo Alckmin fez o primeiro acesso ao site. O Governo do Estado de São Paulo possui várias iniciativas para incentivar o hábito da leitura, como o programa “São Paulo: Um Estado de Leitores“.  

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O valor da língua na guerra dos dicionários

Há 28 anos com a editora Nova Fronteira, o Aurélio, dicionário mais popular do Brasil, passou às mãos do Grupo Positivo, do Paraná, que adquiriu os direitos de edição, comercialização e distribuição do livro por um prazo de sete anos, renováveis por mais sete. O anúncio, feito em Curitiba pelo diretor-presidente do grupo paranaense, Oriovisto Guimarães, marca uma segunda fase na guerra dos dicionários, iniciada há três anos com o lançamento do Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa pela editora Objetiva, o primeiro a ameaçar a supremacia do Aurélio, que já vendeu mais de 40 milhões de exemplares.     O dicionário do professor Antonio Houaiss, morto em 1999 e considerado o maior filólogo brasileiro do século passado, não conseguiu derrubar o do amigo Aurélio, mas a Nova Fronteira promete uma ofensiva com a perda de sua maior grife. A editora carioca acaba de anunciar sua nova aquisição, o Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa, de Caldas Aulete, 200 mil verbetes em cinco volumes, preparados com a supervisão do especialista Paulo Geiger (leia texto abaixo).     Preocupada com a concorrência, a editora Melhoramentos, dona do Michaelis, que garante 30% do faturamento anual da empresa (R$ 3,5 milhões), promete novidades na próxima

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Eliezer Pacheco é o novo presidente do Inep

O professor Eliezer Pacheco é o novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC). Pacheco ocupava a Secretaria de Administração da prefeitura de Porto Alegre (desde 2003). Foi também secretário Municipal de Educação de Porto Alegre (2001-2002.) Ele assume o cargo no lugar de Luiz Araújo.    Eliezer Pacheco é graduado em História pela Universidade Federal de Santa Maria e mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi coordenador-geral de duas edições do Fórum Mundial de Educação (2001 e 2003).     É professor de História da rede pública estadual do Rio Grande do Sul e foi professor titular de História do Brasil e História Contemporânea da Universidade do Noroeste do Estado. Ocupou a presidência do Sindicato dos Professores (Sinpro-Noroeste) e também presidiu o Instituto de Previdência do estado (1999-2000).     Pacheco tem os seguintes livros publicados: Colonização e Racismo; O Povo Condenado; Introdução ao Estudo da Sociedade e Estado; O Partido Comunista Brasileiro; e O Marxismo e a Questão Democrática. É também autor de trabalhos publicados em revistas e periódicos acadêmicos.   

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Professores participam de curso de formação continuada

Em 2004, 20 mil professores de 1ª a 4ª série do ensino fundamental serão beneficiados com cursos de formação de professores de Matemática e Língua Portuguesa. Trata-se da expansão do Gestão da Aprendizagem Escolar (Gestar), programa elaborado pelo Fundescola/MEC, que será implantado em estados e municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.    De acordo com os convênios firmados entre o Fundescola/MEC e as secretarias estaduais de Educação e prefeituras, serão investidos R$ 5 milhões no Programa de Formação Continuada (Programa de Melhoria do Rendimento Escolar – Ação 10). Além dos convênios, o Fundescola fornecerá material didático aos professores cursistas e apoiará o trabalho dos especialistas estaduais e municipais que atuarão junto aos formadores locais.    As secretarias de Educação irão contratar os especialistas, formar os professores que vão atuar na formação dos cursistas, além de coordenar, acompanhar e monitorar os cursos.     O Programa Gestar é desenvolvido pelo Fundescola em duas modalidades: Gestar I – para professores de 1ª a 4ª série e Gestar II para os de 5ª a 8ª série. Seu principal objetivo é a melhoria do desempenho dos alunos nas áreas temáticas de Língua Portuguesa e Matemática, por meio da formação continuada de professores.  

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