Desde abril de 2015, a Nielsen e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) publicam mensalmente um relatório que aponta a evolução das vendas de livros em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento monitorados pelo instituto de pesquisa no Brasil. Até agora, o nome do estudo era Painel das Vendas de Livros no Brasil. O título suscitava muitas dúvidas. Isso porque o sistema de distribuição e comercialização de livros é bastante complexo no Brasil. Além do canal mais tradicional e natural – as livrarias – os livros conquistaram novos postos de vendas: templos religiosos, posto de gasolina, lojas de brinquedos, salão de cabeleireiros e até – e por que não – açougues e padarias. Isso sem contar no porta-a-porta que vende volumes enormes em regiões mais afastadas do País, além das importantes compras governamentais. Essas vendas não estão computadas na pesquisa da Nielsen / SNEL. Por isso, eles resolveram mudar o nome do estudo que passa a se chamar Painel do Varejo de Livros no Brasil, dando mais clareza dos seus objetivos e escopo.