São Paulo elege representantes

A assembleia do livro, leitura e literatura realizada na quinta (21/1), em São Paulo, definiu os nomes de dois representantes da sociedade civil para a pré-conferência setorial que acontece em fevereiro, em Brasília.   O sociólogo Felipe Lindoso vai representar a área de produção enquanto Raquel Carneiro, do Instituto Ecofuturo, representará os mediadores. A área de criação deverá eleger pela internet seu representante. Embora bastante produtivo, especialmente quanto às avaliações do Plano Nacional do Livro e Leitura e sugestões para a Conferência Nacional de Cultura, o encontro foi muito prejudicado pelas fortes chuvas que caíram no estado.         RJ faz assembleia do livro e leitura   Um sucesso de público e crítica a assembleia estadual do livro, leitura e literatura realizada na terça (19/1), no Rio de Janeiro. Perto de 60 escritores, editores, livreiros, bibliotecários, pesquisadores e gestores de projetos foram ao Palácio Capanema para avaliar o Plano Nacional do Livro e Leitura e eleger os delegados que participarão da pré-conferência do livro, leitura e literatura, depois do carnaval, em Brasília. Eis os representantes: Benita Lamas Gonzalez (Mediação), Lucia Maria da Cruz Fidalgo (criação) e Sônia Jardim, presidente do Sindicato Nacional de Editores (produção), com os respectivos

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Prorrogado o edital de modernização de bibliotecas

O Ministério da Cultura vai prorrogar até 10 de fevereiro o prazo para inscrições no Edital Mais Cultura de Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais. Com investimentos de R$ 3,2 milhões, a iniciativa deverá beneficiar 100 bibliotecas públicas em municípios com até 20 mil habitantes. Os projetos contemplados receberão kit composto de mil livros, mobiliários, almofadas, pufes, tapetes e telecentro digital com 11 computadores conectados à Internet banda larga.   Segundo o diretor de Livro, Leitura e Literatura do MinC, Fabiano dos Santos Piuba, a ação tem por objetivo estimular o gosto pela leitura e tornar as bibliotecas espaços culturais dinâmicos e atrativos. “Não é suficiente ter a biblioteca, é preciso que ela seja um espaço cultural dinâmico, apropriado pela comunidade a que atende”, afirma.   Entre 2008 e 2009, o Mais Cultura investiu R$ 22,5 milhões para modernizar 410 bibliotecas públicas municipais em todo o país. Dessas, 299 localizadas nos Territórios da Cidadania. Outros R$ 21,2 milhões estão previstos para modernizar 576 bibliotecas a partir de 2010, por meio de editais pactuados com os governos estaduais. O Governo Federal investe 66% dos recursos e os estados aportam 33% de contrapartida.   As Prefeituras interessadas em participar devem enviar as propostas

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Regras ortográficas derrubam mercado de livros usados

O tradicional mercado de livros didáticos usados em Belo Horizonte perdeu fôlego este ano. As quedas nas vendas chegam a 40% em algumas livrarias da capital.   O principal motivo para a baixa, de acordo com os lojistas, é a adequação das editoras à reforma ortográfica instituída em 2008 no País e com prazo de transição até 2012. Com isso, as escolas passaram a exigir edições mais atualizadas – o que significa que o segmento de livro didático usado continuará em queda até a completa implementação das novas regras.   “As vendas caíram muito. Aqui na Livraria Ouvidor, chegam a 40%”, afirma o supervisor Bruno Ferreira.   Os comerciantes informais de livros didáticos, aqueles que ficam disputando fregueses no grito em frente à galeria, também reclamam do mercado neste ano e o percentual de queda também beira os 40%.  

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Brasil é 88º em índice de desenvolvimento da educação

O alto Índice de Desenvolvimento Humano que o Brasil conquistou há dois anos não chegou à educação.   O relatório Educação para Todos, divulgado quarta-feira (20) pela Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) mostra que a baixa qualidade do ensino nas escolas brasileiras ainda deixa milhares de crianças para trás e é diretamente responsável por manter o país na 88ª posição no IDE (Índice de Desenvolvimento Educacional), atrás de países mais pobres como Paraguai, Equador e Bolívia.   ·  Unesco: Brasil avança na educação, mas segue em posição intermediária ·  Avanços mundiais no acesso à educação podem ser comprometidos pela crise, alerta Unesco Dos quatro dados que a Unesco usa para montar o IDE, em três o Brasil vai bem e tem resultados acima de 0,900 – o mínimo para ser considerado de alto desenvolvimento educacional. São bons os números de atendimento universal, analfabetismo e igualdade de acesso à escola entre meninos e meninas. Já quando se analisa o índice que calcula quantas das crianças que entraram na 1ª série do ensino fundamental conseguiram terminar a 5ª série, o País despenca para 0,756, um baixo IDE.   Educação no mundo O relatório de 2010 do programa Educação para

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País não está apto a oferecer espanhol na rede pública

A inclusão do espanhol no currículo dos estudantes do ensino médio, obrigatória a partir deste ano, não estará implementada até o início das aulas na maior parte dos Estados brasileiros.   As dificuldades para a oferta do idioma na rede pública estão na falta de planejamento, de professores e de material didático, além de divergências na interpretação da lei.   De acordo com a Lei 11.161, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2005, as escolas são obrigadas a oferecer espanhol no ensino médio, no horário regular de aula. A matrícula do estudante será facultativa, ele escolhe se quer ou não fazer. A lei deu cinco anos para que a medida entrasse em vigor – prazo que acaba em agosto.   De 25 Estados procurados pela reportagem, apenas 8 disseram estar com a infraestrutura pronta para oferecer espanhol: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.   No entanto, apenas o Rio terá aulas para todo o ensino médio. Os outros terão só em um dos anos, numa proposta semelhante à de São Paulo, que começará com as aulas em agosto.

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Todos à Pré-Conferência do Livro, Leitura e Literatura

Acontecem este mês, de norte a sul do País, assembleias setoriais da área do Livro, Leitura e Literatura em diversos estados.   Além de avaliar o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), o objetivo maior é preparar para uma boa participação da área na II Conferência Nacional de Cultura (CNC), marcada para março. Serão eleitos três representantes por estado para a Pré-Conferência do Livro, Leitura e Literatura. Eis algumas delas: dia 19 no RJ e PA; dia 21 em SP; dia 25 em SC; dia 26 no PR e dia 28 no RS e AC.   Para saber mais, acesse o site do Conselho Nacional de Política Cultural e acompanhe as notícias do blog sobre a CNC.

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Lei sobre livro acessível precisa ser regulamentada, defende MPF

 A Lei 10.753, que estabelece a Política Nacional do Livro, apesar de ter sido publicada em 2003, até quinta-feira (14) não foi regulamentada.   Uma série de questionamentos dificulta a regulamentação, envolvendo, de um lado, as grandes editoras e, de outro, pessoas portadoras de deficiências, como cegos.   A norma determina o que pode ser considerado livro. Entre as várias definições, consta a de que livro não é apenas o produto impresso em papel, mas também o livro eletrônico ou a obra em Braille (processo de leitura para cegos). “Ou seja, formatos que beneficiariam, em síntese, as pessoas cegas que não fazem uso do livro escrito em papel. Isso é muito importante. É uma inovação”, analisou em entrevista à Agência Brasil a procuradora do Ministério Público Federal em São Paulo, Eugenia Fávero.   Ela esclareceu, contudo, que para que essa disposição seja encarada como uma obrigação pelas editoras e possa ser colocada em prática, é preciso que a lei seja regulamentada. “Isso não existe até hoje”. Eugenia Fávero informou que uma vertente defende que as editoras são livres para imprimir livros da maneira como quiserem vender, mas não liga para o fato de que as pessoas cegas ficam, dessa forma, sem

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Auditoria interna aponta falhas do Inep na realização do Enem que foi cancelado

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) vai pedir devolução dos R$ 37,2 milhões pagos ao Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção) que estava responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) que vazou.   A decisão foi tomada com base em uma auditoria interna da autarquia e no inquérito da PF (Polícia Federal) e foi informada na noite de quarta (13).   A auditoria constatou, internamente, falhas na licitação, no pagamento e no acompanhamento do contrato entre o Inep e a Connasel.   Segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta quinta (14), três funcionários do departamento responsável pelo Enem no Inep serão substituídos. Houve três problemas internos apontados pela auditoria. Um deles foi o pagamento de R$ 8 milhões a mais ao Connasel – a estimativa do valor desembolsado pela autarquia foi calculada com base na expectativa de inscrições – que era de 6 milhões de pessoas – e deveria ter sido calculada com base no número efetivo de inscritos – cerca de 4 milhões de candidatos.   Também teriam sido constatadas falhas na comunicação entre o órgão e o consórcio sobre falhas de segurança que foram detectadas durante a elaboração das provas.

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II Conferência Nacional de Cultura

Estão marcadas para janeiro as assembleias estaduais setoriais de Livro, Leitura e Literatura, instância de articulação local para a II Conferência Nacional de Cultura (CNC).   Os objetivos são: avaliar o Plano Nacional de Livro e Leitura; eleger três delegados da sociedade civil e obter a indicação da Secretaria de Estado da Cultura para delegado para a Pré-Conferência de Livro, Leitura e Literatura; e propor estratégias do setor, baseadas nos eixos temáticos da II CNC. As datas das reuniões são as seguintes: dia 19, Rio de Janeiro e Pará; dia 21, São Paulo; dia 25, Santa Catarina; dia 26, Paraná; e dia 28, Rio Grande do Sul e Acre. Clique aqui para acessar o site do Conselho nacional de Política Cultural e aqui para acompanhar as notícias no blog da CNC.        

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