Investimento em livros para rede pública de ensino será de R$ 690 milhões

Os investimentos do governo federal para abastecer as escolas públicas brasileiras com obras didáticas de qualidade somam R$ 690 milhões em 2010.    Somente para os livros a serem usados por alunos do 1º ao 5º ano (português, matemática, entre outros) serão R$ 427,6 milhões de investimento em aquisição e R$ 85,8 milhões em distribuição. Além disso, livros de reposição serão comprados e distribuídos para estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental (R$ 80 milhões) e das três séries do ensino médio (R$ 97 milhões).   No ensino fundamental, os alunos do 1º e 2º ano recebem livros de alfabetização matemática e alfabetização linguística. Há ainda a distribuição de obras reutilizáveis de ciências, história, geografia, matemática e língua portuguesa.   Ingles e espanhol em 2011 – Alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental da rede pública receberão gratuitamente livros de inglês e espanhol a partir de 2011. A novidade a partir de 2012 será o envio de livros de língua estrangeira (inglês ou espanhol), filosofia e sociologia.   Já para o ensino médio, a distribuição envolve livros de língua portuguesa, matemática, história, geografia, biologia, química e física.   Em 2009, o governo federal investiu R$ 577,6

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Lula diz que investimentos em educação transformarão Brasil em potência econômica

Lula disse ainda que o governo pretende chegar ao final do ano com mais de 500 mil jovens participando nas escolas técnicas brasileiras.   O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que os investimentos em educação vão transformar o Brasil em uma potência econômica.   “Nós temos o compromisso de entregar novas 214 escolas técnicas. Nós vamos chegar a 354 escolas técnicas no Brasil, o que é importante, mas ainda é pouco diante das necessidades que o Brasil tem de investimento na educação, sobretudo, no ensino médio. Eu penso que isso vai dar um avanço extraordinário na formação da nossa juventude”, disse ele no programa “Café com o Presidente”.   “Isso vai permitir que o Brasil possa, daqui para a frente, investir ainda mais na educação para que a gente possa se transformar numa potência econômica.”   Fábrica de chips   Lula afirmou também que a inauguração da primeira fábrica de chips da América Latina é um “divisor” na história da inovação tecnológica do país.   “É uma coisa extremamente importante. O governo federal colocou, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, R$ 400 milhões para que essa fábrica pudesse ser inaugurada, e eu acho que essa

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Modernização de Bibliotecas: últimos dias para inscrição

O Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, modernizará 100 bibliotecas públicas em municípios com até 20 mil habitantes.    As prefeituras interessadas em participar do edital nacional devem enviar propostas até quarta-feira, 10/02. Os projetos contemplados receberão kit composto de mil livros, mobiliários, almofadas, pufes, tapetes e telecentro digital com 11 computadores conectados à internet.   Leia mais  

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Pesquisadora denuncia publicação de cópias de traduções

Há pouco mais de dois anos, a tradutora Denise Bottmann tem pesquisado os meandros obscuros do mercado livreiro nacional e revelado algumas práticas nada ortodoxas.   A principal delas se esconde por entre as obras estrangeiras aqui publicadas: o plágio de tradução. Até outubro de 2009, Denise já havia denunciado em seu blog Não Gosto de Plágio uma centena deles.    Leia mais      

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Deputados vetam “lista suja” de livros

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados sepultou de vez, esta semana, a ideia da deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), que pretendia tornar obrigatória a publicação, pelo governo federal, da lista dos livros não selecionados pelo MEC para seus programas sociais do livro gratuito.     A parlamentar tucana queria que o ministério informasse os motivos pedagógicos levados em conta para o que considerou uma “reprovação” das obras, informando, ainda, nome dos autores e das editoras.   Com a informação tratada dessa forma, seria trágico para uns e outros.      

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PNLL e o Fórum Social Mundial

O Plano Nacional do Livro e Leitura entrou, enfim, na pauta do Fórum Social Mundial, aquele que mostra que um outro mundo é, afinal, ainda possível.    Referência em toda a Ibero-América como modelo de política pública na área de educação e cultura, o Plano Nacional do Livro e Leitura entrou, enfim, na pauta do Fórum Social Mundial, aquele que mostra que um outro mundo é, afinal, ainda possível.   A avaliação da primeira edição trienal do PNLL foi um dos temas que fizeram parte da programação desenvolvida em Canoas, na Grande Porto Alegre.

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No livro e leitura, o espetáculo do crescimento

Pela contabilidade do Ministério da Cultura, os investimentos da pasta na área do livro e leitura deram um salto espetacular de 1.500% no governo Lula.    Em 2003, foram destinados míseros R$ 6 milhões para o orçamento da área, então concentrados na Secretaria Nacional do Livro e Leitura (que seria desativada naquele mesmo ano pelo MinC, um erro imenso ainda não reparado pelo ministro Juca Ferreira) e na Fundação Biblioteca Nacional.   Já em 2009, esse montante subiu para R$ 90 milhões. A notícia é formidável. Mas é preciso notar que, por ora, isso está ancorado no Mais Cultura, que é um programa de governo. Precisa virar política de estado e tornar-se permanente. Um bom caminho é a criação do Instituto Nacional do Livro e Leitura.  

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Uma vitória, enfim

A partir de agora, as editoras que inscreverem seus livros nos programas de material didático do Ministério da Educação e tiverem suas obras reprovadas pela equipe técnica terão até dez dias para contestar a avaliação.   Além disso, o MEC está dando a oportunidade para que o responsável pela obra faça pequenas correções em até cinco dias úteis caso falhas pontuais sejam encontradas durante a triagem dos livros inscritos no PNLD. A decisão federal foi publicada em decreto no dia 28 de janeiro.   Essas e outras conquistas são reivindicações que vinham sendo feitas pela Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros) nos últimos 14 anos.  Clique aqui e leia o documento com as novas resoluções do MEC.

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Estácio de Sá cria projeto para combater pirataria de livros

A Estácio de Sá criou um projeto para pagamento de direitos autorais e distribuição de material didático gratuito aos alunos em 16 estados.   O objetivo é evitar a reprodução ilegal de livros. Calouros dos cursos de graduação da instituição recebem gratuitamente capítulos de todos os livros que serão usados durante o semestre. Os autores dos textos receberam pagamento pelos direitos autorais.   A Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) estima que fotocópias de livros universitários rendam prejuízo em torno de R$ 400 milhões às editoras do país. Com a iniciativa, de acordo com o Diário Catarinense, a Estácio planeja evitar que 50 milhões de fotocópias irregulares sejam feitas este ano no Brasil.  

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