Livro Escolar: meu, seu ou da sociedade?
A presidente da União dos Professores Públicos no Estado – Sindicato (Uppes), Teresinha Machado da Silva, é uma das defensoras da idéia de que os estudantes possam ficar, definitivamente, com os livros. Que é preciso cuidar bem dos livros e que eles são um bem precioso, isso ninguém discute. Mas quando, todo início de ano letivo, entra em cena a campanha do Ministério da Educação (MEC), através pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para que os alunos do ensino fundamental, em todo o país, que receberam os livros didáticos enviados pelo governo preservem bem o material para que outras crianças possam aproveitá-los, as posições se dividem. Para a presidente da União dos Professores Públicos no Estado – Sindicato (Uppes), Teresinha Machado da Silva, a intenção do ministério é poupar. “Essa medidada adotada pelo MEC é mais uma forma de economizar com algo que é muito importante, que é a educação. É preciso investir mais na área”, ressalta a educadora. Teresinha destaca que, para o aluno, faz diferença ele ser o dono do material didático. “Estive conversando com vários psicólogos sobre este assunto. Eles concordam que o livro deve ser do aluno, para que ele se sinta