Livro Escolar: meu, seu ou da sociedade?

A presidente da União dos Professores Públicos no Estado – Sindicato (Uppes), Teresinha Machado da Silva, é uma das defensoras da idéia de que os estudantes possam ficar, definitivamente, com os livros.    Que é preciso cuidar bem dos livros e que eles são um bem precioso, isso ninguém discute. Mas quando, todo início de ano letivo, entra em cena a campanha do Ministério da Educação (MEC), através pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para que os alunos do ensino fundamental, em todo o país, que receberam os livros didáticos enviados pelo governo preservem bem o material para que outras crianças possam aproveitá-los, as posições se dividem.    Para a presidente da União dos Professores Públicos no Estado – Sindicato (Uppes), Teresinha Machado da Silva, a intenção do ministério é poupar. “Essa medidada adotada pelo MEC é mais uma forma de economizar com algo que é muito importante, que é a educação. É preciso investir mais na área”, ressalta a educadora. Teresinha destaca que, para o aluno, faz diferença ele ser o dono do material didático. “Estive conversando com vários psicólogos sobre este assunto.   Eles concordam que o livro deve ser do aluno, para que ele se sinta

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Contra a pirataria de livros

A ABDR, a Associação Brasileira dos Direitos Reprográficos, não arrefece na sua guerra contra a pirataria nos livros.     Nos últimos seis meses, conforme Galeno Amorim, descobriu nada menos do que 15 mil links para piratear livros na internet. Nove entre cada dez deles foram retirados do ar após notificados.  

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Uma biblioteca só de livros escolares

A Biblioteca Monteiro Lobato, de São Paulo, colocou à disposição dos interessados um acervo só de livros escolares.    A bibliotequinha dentro da bibliotecona reúne nada menos do que 5 mil títulos de todas as matérias do ensino básico (fundamental e médio) desde o final do século 19 até a década de 1980. Ao mesmo tempo em que atende o sonho de consumo cultural de dez em cada dez pesquisadores, a relíquia tem uma importância fundamental: ajuda a compreender a evolução do mercado editorial brasileiro e da própria educação.   Para saber mais, acesse www.acervohistoricodolivroescolar.blogspot.com.     

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Brasil tem “firme compromisso” com a países de língua portuguesa, afirma embaixador

Uma das principais iniciativas nesse sentido, informou, será a realização em Brasília, entre os dias 25 e 31 de março, de um seminário internacional sobre o futuro da língua portuguesa. Entre os temas em debate, adiantou o embaixador indicado, estão a avaliação do processo de implantação do novo acordo ortográfico e a valorização da língua portuguesa nos foros internacionais.   O governo brasileiro tem o “firme compromisso” de trabalhar pela consolidação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse nesta quinta-feira (11) o ministro de primeira classe Pedro Motta Pinto Coelho. Sua indicação para o cargo de representante permanente junto ao organismo recebeu parecer favorável da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).    Os países da CPLP pretendem se empenhar, por exemplo, para transformar o português em língua de documentação da Organização das Nações Unidas (ONU) e em língua de trabalho na Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), como disse o embaixador aos senadores da comissão. – Não há muita retórica atualmente na comunidade. Nossos objetivos são cada vez mais concretos – afirmou Pinto Coelho.   Na opinião do embaixador, existe um “paralelismo” entre a CPLP e o Mercosul, pois em ambas organizações

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Tecnologias educacionais para zona rural podem ser inscritas

O Ministério da Educação recebe, até 12 de março, inscrições de tecnologias educacionais para uso nas séries iniciais do ensino fundamental das escolas públicas da área rural, que trabalham com alunos de várias séries na mesma sala de aula (classe multisseriada). Pessoas físicas e jurídicas, de direito público e privado, podem apresentar tecnologias.   Tecnologias educacionais são ferramentas, materiais e processos que, pré-qualificados pelo Ministério da Educação, ficam à disposição das escolas e dos sistemas públicos de ensino estaduais e municipais. Desde 2007, o MEC pré-qualificou 89 tecnologias e produziu outras 53, todas disponíveis no Guia de Tecnologias Educacionais.   O Edital nº 2/2010, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 10, relaciona 14 áreas de interesse, entre as quais estão a alfabetização em classes multisseriadas, formação continuada de professores, correção de fluxo escolar, tecnologia assistiva e inclusão digital.   Cronograma   O edital traz um calendário com datas e prazos, em que constam desde a entrega das propostas até a divulgação dos resultados: de 10 de fevereiro a 12 de março, apresentação de tecnologias; 22 de março a 4 de abril, o comitê técnico-científico, formado por especialistas, pré-analisa os materiais; 5 de abril a 2 de maio, avaliação;

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Escolas iniciam ensino médio inovador

Para despertar maior interesse do jovem por esta etapa da formação educacional, o MEC lançou o ensino médio inovador, que começa a ser implantado a partir deste ano em algumas escolas públicas.Há muito fala-se que o ensino médio brasileiro perdeu a identidade.   Dividido entre formar o cidadão, preparar para o vestibular e fornecer as bases para iniciação profissional, acabou por não atender de forma satisfatória a nenhum destes objetivos ao longo dos anos.    O período de formação ganhou mais 600 horas, ao passar de 2.400 para 3.000, tempo que os próprios alunos poderão escolher como ocupar a partir de um conjunto de matérias e atividades que fogem ao padrão do currículo comum. Há também outras diretrizes, que buscam enfatizar a parte prática e uma abordagem diferenciada dos conhecimentos.   Resta saber se tudo isto vai atingir os pontos que fazem do ensino médio a mais problemática das etapas da educação no país. Até porque os problemas desta fase não se restringem à defasagem de um currículo e de um modo de ensinar que muitos defendem não ser mais adequado aos jovens. Reduzir a evasão e aumentar o rendimento dos alunos exige solucionar um problema anterior, segundo Ruben Klein,

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“Educação é o caminho para a emancipação”, diz sindicalista

  No comando da principal entidade de trabalhadores do mercado editorial brasileiro – o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Editoras de Livros, Publicações Culturais e Categorias Afins do Estado de São Paulo –, José Carlos Bortolato está convencido de que as políticas públicas têm ampliado o acesso ao livro e à leitura nos últimos anos no Brasil.Mas propõe que os empregados das editoras tenham mais acesso à cultura e, particularmente, aos livros.   No comando da principal entidade de trabalhadores do mercado editorial brasileiro – o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Editoras de Livros, Publicações Culturais e Categorias Afins do Estado de São Paulo –, José Carlos Bortolato está convencido de que as políticas públicas têm ampliado o acesso ao livro e à leitura nos últimos anos no Brasil.Mas propõe que os empregados das editoras tenham mais acesso à cultura e, particularmente, aos livros.    Em entrevista exclusiva à Agência Brasil Que Lê, Bortolato defende uma proposta concreta para ajudar a incrementar o negócio do livro no País: diz que o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e entidades do mercado deveriam aproveitar a criação do Vale Cultura e iniciar já campanhas para que os beneficiados utilizem o bônus

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E-readers disponíveis em biblioteca em São Paulo

A Biblioteca São Paulo, espaço cultural inaugurado nesta segunda no Parque da Juventude, em São Paulo, coloca à disposição do público, além do acervo composto por livros, revistas e DVDs, sete Kindles e também alguns Cool-ers, outro e-reader distribuído no Brasil (e testado pelo Link na última semana).   Os moradores da cidade de São Paulo agora podem ver com os próprios olhos se um e-reader substitui o livro de verdade, e nem vai ser preciso desembolsar os cerca de US$ 300 que se pagam, em média, por um aparelho desses.   Alguns títulos em português, como A Arte Da Guerra, já estão disponíveis para leitura nos Kindles da biblioteca, mas não é possível levar o aparelho para casa – a leitura deverá ser feita no local. Só livros e revistas podem sem emprestados. Os DVDs devem ser assistidos em um dos cem computadores a disposição no local, que têm configuração robusta. “O mais simples tem 4GB de RAM, todos têm múltiplos cores”, conta o assessor para TI da Secretaria da Educação, João Carlos Fressa. “O usuário pode assistir um filme, ou jogar um game, e com performance”.   Se ainda assim você preferir levar seu notebook, o Wi-Fi na

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Tabela de investimento do Governo Federal em livros para rede pública de ensino – 2010

    Investimento do Governo Federal em livros para rede pública de ensino – 2010 Série Investimento (em milhões) 1º ao 5º ano(livros novos – compra e distribuição) R$ 513,4 milhões 6º ao 9º ano(livros de reposição – compra e distribuição) R$ 80 milhões Ensino médio(livros de reposição – compra e distribuição) R$ 97 milhões Total R$ 690,4 milhões     PNBE – Programa Nacional Biblioteca da Escola Série Quantidade de escolas beneficiadas Para crianças até 3 anos 31.526 Para crianças de 4 e 5 anos 81.607 Ensino fundamental (anos iniciais) 122.742 Educação de jovens e adultos 36.696 Total de escolas 272.571 Total de livros distribuídos na escola 10,7 milhões

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