Educadores do Brasil e do exterior vão discutir experiências em Brasília

Educadores, gestores governamentais e de universidades públicas brasileiras vão trocar experiências sobre educação integral com representantes dos governos da Coréia do Sul, Espanha, França, Inglaterra e Finlândia. A partir de quarta-feira, 24, até sexta, 26, na Academia de Tênis, em Brasília, eles participarão do seminário internacional Educação Integral em Jornada Ampliada, promovido pelo Ministério da Educação.    Da parte brasileira, participam do evento os coordenadores estaduais e das capitais do programa Mais Educação, representantes das secretarias estaduais de educação e das 45 universidades públicas que trabalham na formação de professores, gestores e monitores do programa nas 27 unidades da Federação. Jaqueline Moll, diretora de educação integral da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC, explica que haverá discussões e reflexões sobre as experiências de educação integral no âmbito das políticas públicas. Segundo a diretora, os debates serão concentrados em temas como organização curricular, financiamento, formação de professores e de profissionais de apoio, alimentação e espaços escolares.   Outro ponto do seminário de interesse dos gestores públicos é o conhecimento das experiências com educação integral desenvolvidas por esse grupo de nações européias e do leste da Ásia. Argentina, Chile, Cuba, Canadá e Nova Zelândia também foram convidados, mas

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Novo site do PNLL

O espaço do PNLL na Internet foi reformulado e está de cara nova, tornando mais funcional a busca de dados sobre as ações cadastradas.   Também ficou mais dinâmico, noticiando eventos e projetos seja os empreendidos pelo Estado quanto pela sociedade que buscam transformar a qualidade da capacidade leitora do Brasil e trazer a leitura para o dia-a-dia do brasileiro. E foram criadas novas àreas de interação para que todos possa dar sua contribuição na construção de uma política pública voltada à leitura e ao livro.    

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Encontro Nacional de Livro e Leitura termina com documento para nova presidenta

Terminou na sexta-feira (19 de novembro) à tarde o Encontro Nacional de Livro e Leitura, promovido pelo Ministério da Cultura, em Brasília. No encerramento do encontro, especialistas formularam propostas a serem entregues aos atuais ministros da Cultura e da Educação e ao novo governo.   O evento contou com a participação de cerca de 150 especialistas da área, entre representantes das cadeias produtiva, criativa e mediadora do livro. Ao final do encontro, o grupo formulou um documento com diretrizes para o novo governo, que serão encaminhados aos atuais ministros da Cultura, Juca Ferreira, e da Educação, Fernando Hadaad, e à presidenta eleita, Dilma Rousseff.   O documento produzido pelo grupo vai ao encontro do que foi discutido em março na Pré-Conferência Setorial do Livro e Leitura, bem como na Conferência Nacional de Cultura. Um dos principais temas refere-se à institucionalização da política de livro e leitura. Neste sentido, estão as propostas de criação do Instituto Nacional de Livro, Leitura e Literatura (INLLL), por meio de projeto de lei, bem como de leis que consolidem o Plano Nacional de Livro e Leitura e que crie o Fundo Pró-Leitura, além da regulamentação da Lei do Livro.   Além da questão institucional, os especialistas discutiram

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Projetos do RN, MG e CE vencem o VivaLeitura

Em 2010, foram inscritos 1.829 trabalhos no Prêmio VivaLeitura, que reconhece as três melhores iniciativas de fomento à leitura desenvolvidas no País com R$ 30 mil. A Fundação Santillana anunciou os contemplados na última sexta-feira (19).     São eles: Cafeteria Sabor Literário (Parnamirim/RN), Centro Educacional e Cultural Kaffehuset Friele (Poços de Caldas/MG) e Ler para Crer (Fortaleza/CE). O Prêmio Vivaleitura já está em sua quinta edição e tem duração inicial prevista para dez anos (2006-2016). Durante as quatro edições anteriores, cerca 8,5 mil projetos foram inscritos, 75 classificados como finalistas e 12 premiados.  Na categoria Escolas Públicas e Privadas, o projeto escolhido foi o Cafeteria Sabor Literário (Parnamirim/RN), que mostra que livros e café podem ser degustados. O projeto incentiva em alunos do ensino médio a leitura de obras das escolas literárias portuguesa e brasileira. O trabalho começou em 2008 e está em sua 3ª edição. O Centro Educacional e Cultural Kaffehuset Friele (Poços de Caldas/MG) foi premiado na categoria Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias. Lá, são promovidas ações culturais envolvendo agentes da educação pública da cidade. O Centro Educacional fortalece as relações com os moradores, permitindo o livre acesso ao acervo de sua biblioteca e organizando debates de autores

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Brasil só cumprirá escolaridade exigida pela Constituição em 2015, diz Ipea

Se mantido o ritmo dos últimos 17 anos, o país só cumprirá a escolaridade de oito anos, exigida pela Constituição, em 2015. Essa é uma das conclusões de estudo divulgado, nesta quinta (18), pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).   Em 2009, a média de anos de estudos para a população de 15 anos ou mais era de 7,5 anos. Em 1992, o índice era 5,2. Foram necessários 17 anos para ampliar em 2,3 anos a média de anos de estudo da população. “Considerando-se essa taxa anual de crescimento, faltam, ainda, cerca de cinco anos para se atingir, em média, a escolaridade originalmente prevista na Constituição Federal, (ensino fundamental ou 8 anos de estudo)”, diz o Comunicado nº 66 do Ipea.   Uma das explicações para o país estar nessa situação se deve “à elevada proporção de analfabetos entre adultos e idosos e à baixa escolarização desses cortes”. O analfabetismo entre pessoas de 15 anos ou mais é um dos grandes problemas da educação. Segundo o Ipea, a taxa brasileira é alta, mesmo quando comparada com países da América do Sul, como Equador, Chile e Argentina. A

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Oferta vai subir em 2011 para 15 mil escolas e três milhões de alunos

O Ministério da Educação anunciou nesta quinta-feira, 18, que vai ampliar no próximo ano a oferta de educação integral em escolas públicas da educação básica. O número passará das atuais dez mil escolas e 2,2 milhões de estudantes para 15 mil unidades de ensino e três milhões de alunos.   Para confirmar a participação e receber recursos do MEC em 2011, as escolas pré-selecionadas para ingresso no programa Mais Educação e aquelas que nele já estão precisam informar o número de estudantes a serem atendidos. Os dados devem ser incluídos no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec) — a escola tem acesso com uso de senha. O Simec já está aberto para receber os dados.   De acordo com a diretora de educação integral, direitos humanos e cidadania da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad), Jaqueline Moll, a ampliação da educação integral abrangerá em escolas que aderiram ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-Escola), estejam situadas em municípios com mais de 18 mil habitantes e que registraram baixos índices de desenvolvimento da educação básica (Ideb) em 2009. No caso do Ideb, os índices são de até 3,8 pontos nos anos iniciais do

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Provão escolar de SP tem série de falhas

Aplicação do Saresp, que avaliou 2,5 milhões de alunos, teve problemas como gabaritos trocados e provas faltando. Um vídeo gravado por celular a que a Folha teve acesso mostra professora ajudando estudantes na prova.   O Saresp, prova do governo do Estado de São Paulo que avaliou cerca de 2,5 milhões de estudantes ontem e anteontem, apresentou uma série de falhas. Há relatos de gabaritos trocados, provas faltando, uso de celular durante a aplicação do teste e até de professores ajudando os estudantes. Além de mapear dificuldades dos alunos, o exame ajuda a determinar o bônus recebido pelos professores. A Secretaria de Educação reconhece parte das falhas, como o recebimento pelos estudantes de gabaritos que não correspondiam às provas, mas diz que ninguém foi prejudicado, pois os aplicadores foram orientados a resolver o problema. A prova é aplicada para estudantes do 3º, 5º, 7º e 9º anos do ensino fundamental e do 3º ano do ensino médio.   Além dos alunos da rede estadual (1,7 milhão), fazem a prova estudantes de escolas municipais e particulares que quiserem participar. Na escola Dr. João Ernesto Faggin, em Cidade Ademar (zona sul), estudantes e um professor contam que docentes aplicaram provas para suas

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Povo do Livro vai à luta

O primeiro dia do Encontro Nacional do Livro e Leitura, aberto nesta quinta (18/11), em Brasília, mostra que o povo do livro e da leitura anda sabendo a que veio e aonde quer chegar.    Todo mundo ali tem ao menos algumas unanimidades. A maior delas chama-se Plano Nacional do Livro e Leitura, o PNLL. Ativistas e dirigentes estão convencidos de que é o que de mais importante já aconteceu no País para a área desde a chegada de Cabral. E que, por isso mesmo, deve, agora, ser seguido ao pé da letra e institucionalizado.      Referência aqui e lá fora   O PNLL tornou-se, desde sua criação, em 2006, uma referência na América Latina. Todos os vizinhos já vieram ao Brasil para conhecer a receita para tentar adotar esse tipo de plano, que junta governos nacional, de estados e municípios mais empresas, universidades e sociedade na formulação e na execução de políticas públicas do livro e leitura. No caso brasileiro, outra novidade é o enraizamento dessas políticas, com a implantação de planos nos estados e municípios, iniciada no ano passado. Centenas de gestores de diversas regiões do País têm frequentado o curso à distância, patrocinado pelo Instituto Pró-Livro.

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Novos capítulos da novela Enem

Justiça Federal do Ceará, em outra liminar, determina reaplicação do teste para todos que se sentiram prejudicados nas provas e estende prazo para reclamações até o dia 26.   Mais uma reviravolta no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Justiça Federal do Ceará concedeu, na tarde de ontem, nova liminar determinando a reaplicação do teste para todos os estudantes que se sentiram prejudicados pelas falhas do Enem, nos dias 6 e 7 deste mês. A medida atinge não só os alunos que receberam as provas de cor amarela com erros de impressão, como já previa o Ministério da Educação (MEC), mas também os candidatos que tiveram dificuldades por causa da inversão de cabeçalhos dos gabaritos.   A liminar ainda obriga o MEC a estender até o dia 26 o prazo para que os alunos prejudicados façam reclamações sobre o Enem. A decisão da Justiça pode abrir brecha para que todos os estudantes com mau desempenho no Enem 2010 tentem uma segunda chance com a reaplicação da prova. Mas, na avaliação do procurador da República Oscar da Costa Filho, a medida da Justiça é necessária, pois impede que o MEC faça um tratamento “discriminatório” e “ofensivo” aos candidatos prejudicados.  

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