Virando a página

Sérgio da Silva Santos, de 34 anos, é um autor desconhecido. Morador da Tijuca e funcionário da Petrobras, ele concluiu seu primeiro romance, O segredo de Carol, em 2007.Por dois anos, bateu na porta de grandes editoras. E perdeu tempo. Não houve interesse pela história de uma mulher que acordava no meio de uma floresta sem saber como havia chegado lá.   Recentemente, Sérgio encontrou uma solução para o impasse. Desde agosto, o livro está à venda no site da Amazon, a gigante americana do mercado de vendas online.   O livro é comercializado apenas na versão virtual, o chamado ebook, e pode ser acessado em leitores digitais como o Kindle (produzido pela própria Amazon) ou no iPad, tablet da Apple. Em sete meses, 50 livros de Sérgio foram adquiridos via Amazon, por US$ 4,99, cada.   A discrepância entre os números retrata com exatidão o atual estágio do mercado nacional na venda de livros digitais. No caso da Amazon, são 810 mil ebooks no catálogo.   No Brasil, há menos de dois mil títulos convertidos para o Kindle. Entre eles estão os livros de autores independentes que andam descobrindo as vantagens da autopublicação – uma ferramenta que promete mudanças

Ler mais

2 de abril: Dia Internacional do Livro Infantil

O dia internacional do livro infantil é comemorado dia 2 de abril, a data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura. Trata-se de uma homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de mais de 150 contos,. Entre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.   No Brasil, o Dia Nacional do Livro Infantil, também é comemorado no dia 18 de abril, como uma homenagem ao grande escritor  brasileiro Monteiro Lobato.  

Ler mais

Educação infantil, fundamental e profissional são prioridade, diz Haddad

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 23, que a educação infantil, o ensino fundamental e a educação profissional formam um tripé de ações, que tem o papel de alavancar o desempenho da educação no Brasil.   A afirmação foi feita durante abertura dos trabalhos da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, em Brasília. “O conjunto de ações nessas áreas compõe, hoje, a pauta prioritária do MEC”, destacou Haddad.   Na educação infantil, o ministro refere-se ao Pró-infância, programa de construção e reestruturação de creches e pré-escolas, que foi incluído na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2).   Em relação ao ensino fundamental, os  avanços são relativos ao piso nacional do magistério, de R$ 1.187 em valores atuais, e a recente liberação de bolsas de mestrado para professores da educação básica.   Sobre a educação profissional, Haddad citou o programa de concessão de bolsas para estudantes da educação profissional, o Pronatec, e informou que o projeto de Lei que institui o programa será enviado ao Congresso em breve.   O ministro também lembrou de ações já em curso, como a expansão da rede federal de educação profissional e tecnológica e o Brasil

Ler mais

Ampliado debate da nova Lei dos Direitos Autorais

 O Ministério da Cultura torna público a partir desta quinta-feira, dia 24, no seu portal na internet, o texto da reforma da Lei dos Direitos Autorais entregue à Casa Civil em 23 de dezembro de 2010.   O objetivo é ampliar o debate para subsidiar a elaboração da versão final. Em até 30 dias, será divulgado o cronograma com as etapas da revisão da proposta.  

Ler mais

Câmara cria comissão especial para acelerar tramitação de projeto sobre PNE

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), formalizou no dia (22) a criação de uma comissão especial para analisar o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020.   O projeto de lei estabelece 20 metas educacionais que o país deverá cumprir até o fim da década. A criação da comissão especial vai acelerar a tramitação do projeto na Casa. A previsão inicial era que o PNE fosse apreciado pelas comissões de Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser enviado ao Senado.   Agora, a comissão especial será a única instância de análise. O grupo será formado por 25 deputados titulares e mais 25 suplentes, indicados pelos partidos. O pedido para criar a comissão foi feito pela liderança do PSDB na Câmara.   O projeto de lei apresentado pelo MEC é composto por 20 metas que deverão guiar as ações dos governos municipais, estaduais e federal até 2020. Entre elas, o aumento de matrículas na educação infantil e no ensino superior, medidas de valorização do magistério  e aumento do financiamento público para o setor.   As bases da proposta foram discutidas durante a Conferência Nacional de Educação (Conae) que reuniu 2 mil participantes no ano passado.

Ler mais

Em SP, 23% acabam 2º ano sem ler e escrever

Uma em cada quatro crianças das escolas municipais da cidade de São Paulo termina o 2.º ano do ensino fundamental sem saber ler e escrever. Isso significa que, dos 48 mil avaliados no 2.º ano do ciclo 1, mais de 11 mil ainda não estavam alfabetizados.   Os números são da Prova São Paulo, que avaliou 288 mil estudantes em novembro do ano passado. Apesar de mostrar um avanço em relação aos mesmos resultados de 2007 – quando a prova foi aplicada pela primeira vez e indicou que 39% dos alunos do 2.º ano do ciclo 1 não estavam alfabetizados -, o índice ainda é considerado ruim.   Como todos os estudantes avaliados integram o modelo antigo de ensino fundamental (de oito anos e não nove), essas crianças do 2.º ano ainda não alfabetizadas já tinham 8 anos. Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece que, até 2022, toda criança terá de estar alfabetizada até 8 anos.   “Toda escola de São Paulo quer alfabetizar todos os alunos. Não temos uma data estipulada, mas queremos atingir a meta antes do prazo estipulado pelo Ministério da Educação. O resultado da Prova São Paulo mostra que estamos indo bem:

Ler mais

Falta de recursos pode ser entrave para cumprir metas do PNE, defende campanha

Os recursos previstos para a Educação no novo PNE (Plano Nacional da Educação) – 7% do PIB (Produto Interno Bruto) até 2020 – não irão garantir a realização das metas apresentadas no documento. Essa é uma das críticas da Campanha Nacional pelo Direito à Educação ao texto do PNE, que está para ser analisado na Câmara dos Deputados.   Segundo o movimento, deve-se atingir o mínimo de 10% do PIB até 2020. Eles defendem que 80% dos investimentos vão para a educação básica e, 20%, para o ensino superior. A proposta do Executivo prevê ampliação de recursos de acordo com a revisão das metas, mas não estabelece quem fará essa avaliação. Para a Campanha, o acompanhamento deve ser feito pelo Fórum Nacional de Educação, no quarto ano de vigência da lei, devendo a alteração ser submetida ao Congresso Nacional. A campanha reivindica a implementação do Custo Aluno-Qualidade (CAQ), que define um investimento por aluno/ano, e acrescenta a meta de destinar 50% dos créditos advindos do pagamento de royalties de atividades de produção energética à manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE). Atualmente, de acordo com o movimento, estão incluídas no cálculo das despesas mínimas obrigatórias com MDE na União, nos estados,

Ler mais

Dilma discursa em defesa da educação e relembra Lula

A presidente Dilma Rousseff concedeu nesta segunda-feira (21) a medalha da Ordem Nacional do Mérito a onze educadoras de diversos Estados. A cerimônia contou com a presença de 12 ministros e deu prosseguimento às comemorações do mês da mulher.   Em discurso, Dilma citou duas vezes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela afirmou que está continuando os avanços na educação que teriam começado no governo passado “como prioridade estratégica”.   Dilma salientou que é importante que existam pessoas que dedicam seu esforço à construção de uma sociedade mais justa, com “valor e ética”. Ela citou a necessidade de melhorar a qualidade do ensino fundamental e a urgência de aumentar as vagas no ensino fundamental e médio.   A presidente disse ainda que “a escola pública de qualidade é o espaço onde devem ser corrigidas as desigualdades em benefício das nossas crianças e nossos jovens”.   Na cerimônia, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou a assinatura de uma nova medida que permitirá aos professores de educação básica acesso a bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para mestrado, desde que, depois, retornem para as salas de aula do ensino público.   Dilma falou por

Ler mais

Não ter um plano de educação não prejudicou SP

À frente da presidência do Conselho Estadual de Educação (CEE) de São Paulo desde o ano passado, Hubert Alquéres afirma que o Estado vem seguindo as principais diretrizes de educação do Brasil e o fato de não ter um plano de metas, que é previsto por lei, não prejudicou o ensino paulista.   O CEE tem 24 membros e atua como órgão normativo, deliberativo e consultivo. É quem estabelece regras para escolas de todas as redes – estaduais, municipais e particulares – de educação infantil, ensino fundamental, médio e profissional, além de orientar as instituições de ensino superior públicas do Estado. A seguir, a entrevista que concedeu ao Estado.   Por que São Paulo não tem um plano estadual de educação?   A gente não quis se precipitar em relação ao Plano Nacional de Educação (PNE), que estava em elaboração. Seria um erro fazer o nosso plano para os próximos dez anos sem ter como diretriz o PNE. Agora que o documento foi homologado e enviado ao Congresso, vamos discutir propostas.   Apesar de o PNE não estar aprovado, não acreditamos que haverá muitas modificações. Isso vai ser feito com uma equipe mista de técnicos da secretaria e do conselho.

Ler mais
Menu de acessibilidade