Professora gaúcha descobre a importância do blog no ensino

Professora de literatura e língua portuguesa, Suely Aymone sempre buscou alternativas que tornassem menos artificiais as práticas de escrita dos alunos.   O blog, com a capacidade de atrair leitores e colaborar para a interação entre diferentes pessoas, despertou a atenção da professora do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls, em Uruguaiana (RS). Ela passou a usar a ferramenta tecnológica como um espaço de reflexão pessoal sobre o mundo e a vida e também como suporte de aprendizagem para os alunos do curso normal (formação de professores).   O interesse da professora surgiu no dia em que conheceu um blog criado pela educadora Marly Dagnese Fiorentin, o Blogosfera Marli, que reúne temas de educação e tecnologia.   “Eu me encantei. Era isso que procurava”, conta Suely, formada em letras, com especialização em ensino de língua portuguesa e em tecnologias em educação. Daí para a criação de seu primeiro blog foi um passo. Com o Ufa! Bloguei!, ela se propôs a “ensaiar — descobrir a linguagem dos blogs — para depois estrear”. Em seguida, veio o Espichando a Conversa, blog dos estudantes do curso normal. “Foi uma primeira tentativa de uso da web como mediadora de aprendizagem”, diz.   As

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Baixo número de computadores conectados a internet é barreira nas escolas, diz pesquisa

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou na ultima terça-feira (9) os resultados da pesquisa TIC Educação , realizada em 497 escolas públicas brasileiras, sobre os usos da internet no seu dia a dia.   O levantamento, feito pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que, apesar de 81% das escolas possuírem laboratório de informática, os problemas de infraestrutura são considerados o maior empecilho para uma maior utilização. Entre as principais barreiras, estão o baixo número de computadores conectados a internet e a velocidade de conexão.   De acordo com a pesquisa, 86% das unidades com laboratório de  informática possuem acesso à rede. Para Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br, é preciso superar o modelo atual. – Embora este modelo esteja consolidado como política pública, os resultados apontam a necessidade de superá-lo, por meio do incentivo da utilização pedagógica da tecnologia, já que o cotidiano do ensino-aprendizagem atualmente se desenvolve principalmente dentro da sala de aula e não no laboratório de informática – defende Barbosa.   O uso de computadores em sala de aula por parte dos alunos também é precário. Atividades em que

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Encyclopædia Britannica em português

A  Encyclopædia Britannica está lançando, em parceria com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior), do Ministério da Educação, o Escola Online, um portal de ensino online inteiramente em português para alunos do ensino fundamental de escolas públicas.   O portal, criado para atender as necessidades escolares de crianças de 5 a 11 anos de idade, é um site de referência e aprendizagem abrangente que inclui artigos enciclopédicos, dicionário, atlas mundial, atividades interativas, área de pesquisa e notícias. Também fornece ferramentas de estudo para ajudar os alunos com suas pesquisas e trabalhos de casa.    O projeto representa a estreia da Britannica no desenvolvimento de um produto completamente adaptado para o mercado da educação brasileiro e aberto ao ensino público.  

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“Valorizar o professor é o primeiro passo”

Enquanto na década de 80 o país esteve unido na luta pela redemocratização e nos dez anos seguintes se voltou para a estabilização da moeda e o controle da inflação, daqui para frente a prioridade deve ser a busca de uma educação de qualidade.   Para Mozart Neves Ramos é im­­por­­tante que o Brasil tenha uma “fe­­bre de educação”. O pesquisador esteve em Curitiba para dar uma palestra a gestores na Aymará Educação. Veja os principais trechos da entrevista concedida à Gazeta do Povo.   Em que pontos o Brasil já conseguiu avanços e quais são os principais desafios em relação à educação?   Se a gente olhar a fotografia atual da educação, é claro que ela está muito longe ainda da desejável. Mas se a gente olhar essa mesma fotografia há dez anos, a gente vai ver que o Brasil evoluiu muito. Hoje o país tem um sistema de financiamento, por meio do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], que é um belo exemplo de regime de colaboração entre União, estados emunicípios.   Conseguimos fazer um sistema de avaliação nas escolas, que é a Prova Brasil. Sabemos hoje como

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Marcelino Freire estreia amanhã no ‘Metrópole’

Teve o estalo de se tornar escritor aos 9 anos de idade, quando já morava no Recife. Leu um poema de Manuel Bandeira (1886-1968) no livro escolar de um irmão e ficou fascinado.   Rapidez. Concisão. Dinamismo. Precisão. Bom humor. Acidez. São essas as promessas do escritor Marcelino Freire para sua coluna, que estreia amanhã no caderno Metrópole. Antenado com as redes sociais, Marcelino quer trazer para seu espaço a agilidade do Twitter e a interação do Facebook. “Sempre gostei das micronarrativas”, explica. “E quero interagir com os leitores, quero que eles participem também de meu espaço.”   Marcelino ainda pretende fazer de sua coluna, que será publicada quinzenalmente a partir de amanhã, um local para celebrar a diversidade de São Paulo e comentar os absurdos que percebe no cotidiano da metrópole. “Escreverei sobre as coisas que me afetam. Sem deixar de lado o meu afeto pela cidade”, trocadilha. “Sempre com atitude, humor e personalidade.”   Autor dos livros AcRústico (1995), eraOdito (1998 e nova edição em 2002), Angu de Sangue (2000), BaléRalé (2003), Contos Negreiros (2005), RASIF (2008) e o recém-lançado Amar É Crime, Marcelino é um dos mais elogiados autores da geração contemporânea. Vencedor do Prêmio Jabuti em

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Haddad diz que “nome novo” tem mais chances em SP

O ministro da Educação e pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad defendeu nesta manhã que o PT lance um “nome novo” nas próximas eleições municipais, independentemente de ser o escolhido para a cabeça de chapa do partido.   Já a principal oponente do ministro, a senadora Marta Suplicy, disse que a sigla precisa de um candidato com “raiz na cidade”.   Eles participaram do terceiro debate preparatório do PT para as eleições municipais em um centro comunitário de Sapopemba (zona leste de São Paulo), que contou com a presença de cerca de 300 pessoas. O evento também reuniu os outros três pré-candidatos à prefeitura: o senador Eduardo Suplicy e os deputados federais Jilmar Tatto e Carlos Zarattini.   “Entendo que o PT tem chance de ganhar com um nome novo, e não precisa nem ser o meu. Com um nome novo, com uma proposta nova e mais arejada, nós podemos ganhar”, disse Haddad.   Preferido do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff para a disputa, ele defendeu parcerias com o governo federal para implantação de programas sociais na capital.   Os apoiadores da candidatura do ministro dizem que a participação dele nos debates vai permitir

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Ministro expõe desafios para melhorar qualidade do ensino

Os desafios de melhorar a qualidade do ensino médio, ampliar o acesso de jovens na educação profissional e aprovar o Plano Nacional de Educação (PNE) de 2011-2020 foram temas abordados pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, publicada nesta segunda-feira, 8.   Para Haddad, na história brasileira, pela primeira vez, um plano de educação nacional trata da qualidade do ensino e fixa metas para alcançá-la. Ao contrário do PNE de 2001-2010, o projeto de lei enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional, em dezembro do ano passado, apresenta 20 metas. Todas as etapas da educação estão ali representadas, da creche à pós-graduação. O plano anterior continha 276 metas, mas muitas delas não foram cumpridas.   Sobre as medidas para a melhoria do ensino médio, o ministro destaca os esforços do governo para enxugar o conteúdo do currículo regular e abrir as portas da educação profissional aos jovens.   A mudança no currículo, explica Haddad, está sendo feita pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Já a promoção da educação profissional caberá ao Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que está em análise na Câmara dos Deputados. Assessoria de Comunicação

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FNDE negocia compra de 164 milhões de livros didáticos

A maior compra de livros didáticos já realizada pelo governo federal começa a ser negociada na próxima semana, quando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) inicia uma rodada de conversações com 18 grupos editoriais em torno da aquisição de 164 milhões de livros didáticos – 20% a mais do que os 135,6 milhões comprados em 2010.   As obras serão utilizadas pelos alunos da rede pública a partir do próximo ano. Serão adquiridos livros de todas as disciplinas para todos os estudantes do ensino médio, além de exemplares de reposição para o ensino fundamental.   “A expectativa é conseguir negociar todos os livros necessários com o orçamento disponível e respeitando prioritariamente a primeira opção feita pelas escolas”, afirma Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.   Pela primeira vez o FNDE vai adquirir livros de filosofia, sociologia e língua estrangeira (inglês e espanhol) para os alunos do ensino médio. Além dessas disciplinas, também serão distribuídas obras das demais matérias dessa etapa de ensino: português, matemática, física, química, biologia, geografia e história.   Para o ensino fundamental, serão comprados cerca de 70 milhões de exemplares, para reposição.  

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Educação básica Cursos de licenciatura abrem 30 mil vagas para docentes da rede pública

Professores em exercício na rede pública de educação básica podem realizar pré-inscrições para cursos de licenciatura presenciais desde a ultima quarta-feira, 3, até 10 de setembro.   Cerca de 30 mil vagas para cursos que terão início no primeiro semestre de 2012 serão oferecidas pelo Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica – Parfor Presencial.   O Parfor Presencial é uma ação organizada e financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para atender os objetivos da Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério da Educação Básica.   O objetivo principal do Parfor é garantir aos professores em exercício na rede pública uma formação acadêmica exigida pela lei de diretrizes e bases da educação nacional, bem como promover a melhoria da qualidade da educação básica.   Para isso são ofertados diferentes cursos: de primeira licenciatura, para professores em exercício na rede pública da educação básica sem formação superior; de segunda licenciatura, para professores em exercício na rede pública da educação básica, há pelo menos três anos, em área distinta da sua formação inicial, e formação pedagógica, para professores em exercício na rede pública da educação graduados mas não licenciados.   Distrito Federal – Uma das novidades dessa

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