Reunião estreita relação entre FNDE e secretários de educação

O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), José Carlos Freitas, recebeu representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) na tarde da ultima quinta-feira, dia 3, para afinar a parceria com as associações.   “Esse trabalho em conjunto, do governo federal com municípios e estados, é de suma importância para trazermos melhorias para a educação brasileira”, afirmou Freitas.   As presidentes do Consed, Maria Nilene Badeca da Costa, e da Undime, Cleuza Rodrigues Repulho, aprovaram a possibilidade de ampliar o diálogo com o FNDE.   “Precisamos conversar mais”, disse Maria Nilene. “Queremos trabalhar junto com o FNDE na elaboração de políticas para a educação”, completou Cleuza.   Durante a reunião, foram discutidos temas como alimentação escolar e prestação de contas e apresentados novos sistemas informatizados do FNDE. Ao final do encontro, o presidente do FNDE propôs que as reuniões do grupo sejam bimestrais.   “É muito importante poder ouvir os secretários e utilizar essas informações para a modificação de políticas públicas e criação de novas ações.”  

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Inep fará edição especial da Prova Brasil para municípios com menos de 20 alunos por escola

O Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) irá realizar uma edição especial da Prova Brasil 2011 (Avaliação Nacional do Rendimento Escolar), em parceria com a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação). Poderão participar desta edição municípios que não possuem escolas com a quantidade mínima de 20 estudantes matriculados no 5° ano (4ª série) do ensino fundamental regular.   A edição especial da Prova Brasil será realizada entre 7 e 18 de novembro. As regras foram publicadas no Diário Oficial desta terça-feira (1º).  Veja o documento aqui . O objetivo desta edição é oferecer subsídios para que os municípios com menos estudantes do que o estipulado para a realização da Prova Brasil possam obter as médias necessárias para calcular o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). O cálculo dos estudantes será feito com base nas informações do Censo Escolar.   O município precisa formalizar o interesse em um Termo de Compromisso com o Inep e a Undime. Será de responsabilidade do município reunir todos os estudantes que farão a prova em um único local, data e turno para a realização dos exames.  

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Cadastro Nacional de Livros e Pontos de Venda

A Fundação Biblioteca Nacional torna pública a criação do Cadastro Nacional de Livros e Pontos de Venda. O Cadastro está aberto aos editores interessados em comercializar livros, cujo preço final de venda ao consumidor não exceda o valor de 10,00 (Dez Reais).   Clique aqui para acessar o cadastro   A aquisição dos livros será efetuada por meio de ações de ampliação e atualização dos acervos de bibliotecas de acesso público, constantes do Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas, a serem promovidas pela Fundação Biblioteca Nacional, no âmbito do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas – SNBP.   O edital abaixo tem por objeto a formação de cadastros para futura aquisição de livros, pelas bibliotecas de acesso público constantes do Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas – CNBP mediante: I) a convocação de editores para cadastramento de livros e, II) a convocação de pontos de vendas interessados em comercializar livros.   Clique aqui para ler o edital, fundamentado pela Decisão Executiva FBN nº 206 de 14 de outubro de 2011. Em caso de dúvidas, entre em contato com o e-mail editais2011@bn.br  

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Plano Nacional de Educação deverá fixar meta de investimento no setor em 8,3% do PIB

Após meses de um intenso trabalho de análise e negociações, o relatório do Plano Nacional de Educação (PNE) está em fase final de elaboração e deve ser apresentado na próxima semana na Câmara.   O projeto de lei definirá 20 metas educacionais que o país deverá atingir até a próxima década. Versão preliminar do relatório obtida pela Agência Brasil estabelece que o país deverá aumentar o investimento público em educação dos atuais 5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 8,29% nos próximos dez anos.   Esse era um dos pontos mais polêmicos do plano e alvo de boa parte das quase 3 mil emendas que o projeto recebeu. A proposta inicial do governo era de que esse patamar fosse de 7%, mas houve grande pressão dos movimentos sociais para que se ampliasse o percentual para 10%. O relatório do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) encontrou uma solução intermediária para a questão: determina o aumento dos investimentos para 7% do PIB até o quinto ano de vigência do PNE e para 8,29% no décimo ano de vigência do plano.   Durante a tramitação na comissão especial criada para avaliar o PNE, diversos estudos apresentados por entidades e pesquisadores indicavam que 7% seriam

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Direito Autoral em discussão

O Ministério da Cultura anunciou na ultima terça-feira, 25, durante o seminário “Comunicação Digital, Conteúdos e Direitos do Autor”, realizado em Brasília, a proposta de criação de uma plataforma digital para registro e licença pública.   A intenção é que na reforma da Lei de Direito Autoral seja feita a unificação da base de dados do registro público, integrando e disponibilizando as informações para utilização pela sociedade.   A medida vai permitir ao autor da obra decidir a melhor forma de gerenciamento e aplicação desses dados. “A ideia é que o autor faça o registro da obra mediante a aplicação de metadados que a identifiquem, e a partir daí a customização da sua licença”, explica o coordenador-geral de Cultura Digital do Ministério da Cultura, José Murilo Júnior.  

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Haddad acusa professores

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse ontem, (27), que o governo tem convicção de que dois dos 36 cadernos de pré-teste do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foram reproduzidos e distribuídos aos alunos pelos professores do Colégio Christus, em Fortaleza.   “Os professores recomendavam aos próprios estudantes a não divulgação desses cadernos, porque as questões ali contidas, provavelmente algumas delas cairiam na prova”, afirmou Haddad.   A direção do colégio não quis se manifestar sobre as acusações do ministro. Segundo ele, a busca de igualdade de condições é o pilar do exame. “O Enem tem de garantir isso, seja quando o estudante é prejudicado por uma ação na qual ele não deu causa, seja quando é favorecido. Não se trata de punição,  mas de busca de igualdade de condições. Vamos chegar aos responsáveis por isto rapidamente e vamos exigir resposta da Justiça”, diz o ministro.   Um professor de prenome Jahilton teria sido o responsável por entregar aos alunos uma apostila com questões idênticas às do Enem. Mensagens postadas por um aluno do colégio no Twitter na noite do sábado já falavam que a apostila entregue por Jahilton antecipou 8 das 90 questões do primeiro dia de provas do

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A democratização do acesso às tecnologias estimula o debate sobre o letramento digital

Com a democratização do acesso às denominadas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), a apropriação da linguagem digital provoca situações inusitadas e fenômenos que têm despertado o interesse de inúmeros pesquisadores e profissionais da educação.   A professora entra na sala de aula com o objetivo de trabalhar uma proposta de letramento a partir do uso de tecnologia com seus alunos, todos na faixa dos seis anos. A reação de um deles é imediata: “já sei o alfabeto! É asdfghjkl…”. A resposta descreve a sequência de letras do teclado – e não a conhecida sequência alfabética ensinada nas escolas. A cena, que aconteceu em uma escola de periferia de Piracicaba, no interior de São Paulo, será descrita com mais detalhes em livro a ser lançado pela linguista Roxane Rojo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ainda neste ano.   Ao evidenciar uma mudança no desenho da sequência alfabética, a história traz à tona um debate recente: a influência da tecnologia nos chamados processos de letramento. Tablets, web 2.0, redes sociais, blogs, Wikipédia e Google são apenas alguns exemplos dos recursos que prometem mudar as configurações atuais do meio educacional. Mas, para além das promessas, é preciso entender as mudanças causadas pela

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Intel apresenta conceito de tablet educacional

Depois da linha de notebooks Classmate, a Intel apresentou nesta quinta (27) seu conceito de tablet educacional para ser usado nas escolas brasileiras. O produto é apenas uma prévia do que poderá ser lançado no mercado – a Intel ainda negocia a fabricação com empresas de PCs no país –, mas é o primeiro ultraportátil criado exclusivamente para uso em educação.   No mundo, de acordo com a Intel, já são 5 milhões de estudantes que utilizam dispositivos educacionais. Apenas no Brasil, 150 mil alunos em 300 escolas dispõem de notebooks educacionais nas salas de aula.   “A criança cada vez mais tem contato com a tecnologia fora do ambiente escolar. No Brasil, 66% das crianças da classe C tem acesso a computadores. Não faz sentido deixar as novas tecnologias do lado de fora da sala de aula”, explicou Fernando Martins, presidente da Intel. “O aluno do século 21 será mais bem-sucedido se tiver seu ensino integrado às tecnologias”, completou.   Martins ressalva, no entanto, que o tablet é apenas uma ferramenta dentro de uma cadeia que deve ser proposta nas escolas – sozinho ele não é suficiente para “educar”. “O uso de tecnologias assim depende da instituição de uma

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Em marcha em Brasília, professores pedem aplicação de 10% do PIB em educação

Professores de todo o país participaram na ultima quarta-feira, (26),  de uma manifestação, no centro da capital federal, para pedir mais investimentos em educação e o cumprimento da lei que estabelece um piso salarial nacional para a categoria, que atualmente é R$ 1.187,97.Entre as reivindicações, está a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para a educação. Hoje esse patamar está em torno de 5%.   Os manifestantes também defendem a aprovação pela Câmara, ainda este ano, do Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta encaminhada pelo Executivo estabelece 20 metas a serem cumpridas até 2020, entre elas, o percentual do PIB a ser investido na área.   Segundo os organizadores da marcha, representantes dos 43 sindicatos filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) estiveram presentes. Os manifestantes caminharam do Estádio Nacional de Brasília até o Congresso Nacional. Na Câmara, representantes do movimento entregaram à presidenta da Comissão de Educação e Cultura, deputada Fátima Bezerra (PT-RN), um documento com 140 mil assinaturas em apoio à aplicação de 10% do PIB na educação.   “Viajei 32 horas para chegar aqui, e com certeza valeu a pena. A marcha está bonita e essa mobilização é necessária. O governo precisa

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