Brasil quer educação de país desenvolvido em 2022

O Brasil quer chegar a 2022 com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ao de países desenvolvidos, com o analfabetismo erradicado e com oportunidade para todos. Foi o que disse a assessora especial do Ministério da Educação, Linda Goulart.   Ela coordena o 1ª Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação, que acontece até amanhã, em Fortaleza, reunindo 500 participantes de todo o País. Entre os palestrantes, estão renomados estudiosos como os colombianos Bernardo Toro e Bernardo Nieto, especialistas em mobilização e reformas educacionais, e Heather Weiss, diretora do Havard Family Research. De acordo com Linda Goulart, o diálogo pela educação deve ser estendido à sociedade.   “É por esse motivo que o MEC está se dedicando a repassar para os agentes que atuam no setor técnicas e experiências de mobilização no sentido de promover a interação entre família, escola e comunidade”, explicou. Segundo ela, o seminário tem como objetivo proporcionar espaço para discussões sobre a importância da participação das famílias na vida escolar dos filhos, bem como de que maneira a colaboração de segmentos organizados da sociedade e os órgãos públicos de áreas correlatas à educação, além das lideranças sociais e religiosas, podem contribuir no processo de

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Tecnologia brasileira presente em Frankfurt

Uma outra forma de empresas de tecnologia voltada para o mercado editorial ou para o de educação participarem da Feira de Frankfurt sem ser com estande próprio é alugando um espaço na área dos Hot Spots, no Pavilhão 4, onde estão concentradas todas as editoras didáticas – e outras nem tanto, como a Nintendo.   A Positivo, que já esteve em Frankfurt entre 2005 e 2008, e a estreante P3D vieram juntas este ano e estão experimentando divulgar seus produtos ali. A Positivo está expondo o e-Blocks, um produto desenvolvido por ela para o ensino de Matemática, Espanhol e Inglês e que já é usado em países como Angola e China. Já a P3D está divulgando seu software 3D interativo para ensino de Biologia, Geografia e Química, que pode ser experimentado em uma tela gigante no estande.   A P3D também corre para preparar livros digitais interativos com a perspectiva de abertura de editais do governo. No iPad de Mervyn Lowe, o diretor da empresa, ele já mostra um livro de biologia que está sendo produzido.  

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Tecnologia brasileira presente em Frankfurt

Uma outra forma de empresas de tecnologia voltada para o mercado editorial ou para o de educação participarem da Feira de Frankfurt sem ser com estande próprio é alugando um espaço na área dos Hot Spots, no Pavilhão 4, onde estão concentradas todas as editoras didáticas – e outras nem tanto, como a Nintendo.   A Positivo, que já esteve em Frankfurt entre 2005 e 2008, e a estreante P3D vieram juntas este ano e estão experimentando divulgar seus produtos ali. A Positivo está expondo o e-Blocks, um produto desenvolvido por ela para o ensino de Matemática, Espanhol e Inglês e que já é usado em países como Angola e China. Já a P3D está divulgando seu software 3D interativo para ensino de Biologia, Geografia e Química, que pode ser experimentado em uma tela gigante no estande.   A P3D também corre para preparar livros digitais interativos com a perspectiva de abertura de editais do governo. No iPad de Mervyn Lowe, o diretor da empresa, ele já mostra um livro de biologia que está sendo produzido.  

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Computador chega sem preparo dos docentes

Embora ainda sob avaliação do governo federal, o programa Um Computador por Aluno (UCA) já recebeu adesão de 220 municípios e Estados interessados em comprar 204 mil máquinas.   Para aproveitar a isenção fiscal que reduz o preço de cada equipamento para até R$ 344, parte das secretarias de Educação comprou os netbooks antes de capacitar professores. Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ mostra que a preparação dos docentes é uma barreira para o sucesso do programa.   Em seis municípios que integraram o projeto-piloto, foi relatada preocupação dos professores com a “falta de planejamento”, a “chegada brusca” dos netbooks e a falta de estrutura física e elétrica. Mas docente reconheceram os benefícios do uso dos equipamentos, como a inclusão digital dos alunos e das famílias.   Na primeira fase , o governo distribuiu 150 mil computadores a 300 escolas. Na etapa atual, lançada em dezembro passado, foi feito registro de preços para 600 mil netbooks, que custam R$ 344,18 no Centro-Oeste, no Norte e no Sudeste e R$ 376,94 no Nordeste e no Sul. Cada Estado ou município decide se adere ou não, pagando com recursos próprios ou a partir de linha de financiamento do BNDES.   Para

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CEOs das maiores editoras do mundo analisam o presente e o futuro do livro

Um dos desdobramentos do Ranking Global do Mercado Editorial, feito anualmente desde 2006 pela consultoria Rüdiger Wischenbart Content and Consulting, é o painel que reúne alguns dos presidentes das empresas líderes durante a Feira do Livro de Frankfurt.   A edição deste ano, com dois CEOs de empresas internacionais – John Makinson, da Pearson/Penguin, e Arnaud Nourry, da Hachette, e dois das maiores editoras chinesas e russas – Yu Chunchi, da China Education Publishing & Media Group, e Oleg Novigm, da Eksmo, foi realizado na tarde destaquarta-feira, dia 12 de outubro. Empresas brasileiras incluídas pela primeira vez no relatório, que só aceita grupos editoriais com faturamento superior a 150 milhões de euros, foram convidadas, mas não aceitaram o convite.   Neste painel-entrevista, os presidentes foram sabatinados por jornalistas da mídia especializada internacional, entre os quais Livres Hebdo, Buchreport, Publishers Weekly e PublishNews, e falaram sobre o livro digital, a situação das livrarias, pirataria e novos mercados a serem conquistados, com Brasil e China no topo da lista. Boas experiências de parcerias internacionais como a da Penguin com a Companhia das Letras e outras frustradas, como a da Hachette com a Escala, também foram abordadas.   “O mercado do livro físico

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Educação não é barata, mas é o melhor investimento, diz Haddad

“A universidade brasileira é líder inconteste entre as universidades latino-americanas”, assegurou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na ultima segunda-feira, 10, no Rio de Janeiro, durante o seminário Pensando o Desenvolvimento do Brasil, que se realiza na Fundação Getúlio Vargas.   “Somos o 13º país do mundo em produção científica; estamos resgatando atraso de um século, quando a classe dominante do Brasil perdeu várias oportunidades de criar uma escola pública republicana de qualidade”, afirmou.   Ao fazer um balanço de sua gestão no MEC, Haddad admitiu dificuldades na implementação da reforma educacional que se pretende para o país. “O ensino médio é um nó a desatar; temos aí um grande caminho pela frente”, admitiu. “Na educação infantil, só agora estamos conseguindo aplicar programas de avaliação na pré-escola.”   Sobre o ensino fundamental, o ministro lembrou que o Brasil é o país que mais incrementou o investimento por aluno na década. “E nós conseguimos colher esse resultado”, disse. “Educação não custa barato, demanda tempo, mas é o melhor investimento que se pode fazer.”   Haddad voltou a falar sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e lembrou problemas ocorridos com exames semelhantes em outros países, como os Estados Unidos, com

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Investimento público em educação ficará entre 7% e 10% do PIB, diz ministro

O investimento público em educação deverá ficar entre 7% e 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos dez anos, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. A fatia do Orçamento destinada ao setor será definida no Plano Nacional de Educação válido até 2020, que tramita na Câmara dos Deputados.   “Estou aguardando uma manifestação do Congresso [Nacional], que deve dar a última palavra nas próximas semanas. Não vai ser menos do que 7% e não vai ser maior do que 10%. E eu entendo que [com essa definição] o Brasil dará um grande passo”, declarou Haddad, ao participar, no Rio de Janeiro, de um seminário sobre os desafios da educação básica no país, promovido pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, da Fundação Getulio Vargas (FGV).   O ministro destacou que, atualmente, o Brasil investe o percentual equivalente à media dos países que integram a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as nações mais industrializadas da economia de mercado, como a França, o Japão e a Alemanha. Ele defendeu, no entanto, que esses investimentos aumentem para reduzir a “dívida educacional” brasileira.   “A média da OCDE é 5%, mas o PIB deles é maior

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Haddad volta a defender Enem como substituto do vestibular

A menos de duas semanas da aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o ministro da Educação, Fernando Haddad, voltou a defender o teste como a forma mais moderna de avaliação do desempenho dos alunos. Segundo ele, registros de problemas são comuns em diversos lugares do mundo, já que se trata de uma prova com “escala monumental”.   Haddad destacou que a substituição do vestibular pelo Enem é fundamental para garantir a implementação prática da reforma do ensino médio no país. “É preciso acabar com o vestibular, que é um grande mal que se fez à educação brasileira, porque você não organiza o ensino médio com cada instituição fazendo um programa de vestibular diferente. O Exame Nacional [do Ensino Médio] é o que há de mais moderno no mundo e tem problemas em diversos países, mas temos que aprender a enfrentar esse negócio”, disse.   O ministro da Educação participou no dia 10/10, no Rio, de seminário sobre os desafios da educação básica no país, promovido pela Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Ele citou a China e a Inglaterra como países que também tiveram problemas na aplicação de exames equivalentes ao

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Haddad diz a aliados que fica no MEC até janeiro

O ministro Fernando Haddad (Educação) resiste à pressão de seus aliados para deixar o MEC agora e se dedicar exclusivamente à campaha pela indicação do PT como candidato à Prefeitura de São Paulo.   Reportagem de Bernardo Mello Franco na Folha de da ultima quinta-feira, (6),revelou a pressão do grupo que apoia o ministro para que ele se engaje totalmente na política partidária. Interlocutores de Haddad disseram ao blog, no entanto, que ele está decidido a deixar a pasta em janeiro, após o encerramento das inscrições da terceira edição do Sisu.   O Sisu é o sistema integrado de informações pelo qual faculdades selecionam alunos com base nos resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As inscrições abrem em 5 de janeiro. Se mantiver essa disposição, Haddad enfrentará toda a pré-campanha ainda no cargo, o que só lhe permite se dedicar à articulação política nos fins de semana. 

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