Direitos humanos devem integrar diretrizes da educação, decide comissão

A Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou na ultima quarta-feira (16), por unanimidade, projeto de lei (PL 256/11) que inclui os direitos humanos entre as diretrizes a serem observadas pela educação básica (ensinos fundamental e médio).   A proposta, do deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB- Lei 9394/96). Ao apresentar parecer favorável à proposta na comissão, o relator, deputado Waldenor Pereira (PT-BA), afirmou que “a educação em direitos humanos deve ser de natureza permanente e deve orientar-se para uma mudança cultural”. “É esse o sentido maior da proposta que ora analisamos”, continuou o parlamentar.   Para ele, “a educação em Direitos Humanos está, em sua essência, relacionada ao respeito à dignidade humana, à promoção e à vivência dos valores da liberdade, da justiça, da igualdade, da solidariedade, da cooperação, da tolerância e da paz”.   O autor do projeto, Arnaldo Jordy, argumentou que os princípios fundamentais dos direitos humanos não são suficientemente conhecidos, em parte porque a LDB não determina com clareza que os conteúdos curriculares da educação básica devem ter por diretriz sua difusão. 

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Analfabetismo cai no Brasil, mas ainda é maior que no Zimbábue

A taxa de analfabetismo entre a população com 15 anos ou mais diminuiu 4 pontos percentuais entre 2000 e 2010, segundo novos dados do Censo divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (16). O número caiu de 13,6% para 9,6%.   Na área urbana, o indicador passou de 10,2% para 7,3% da população. Já nas áreas rurais, ele teve uma melhora de 29,8% para 23,2%.Nos Estados, a menor taxa de analfabetismo foi encontrada no Distrito Federal (3,5%) e a maior em Alagoas (24,3%).   As maiores quedas entre a população com 15 anos ou mais se deram no Norte (de 16,3% em 2000 para 11,2% em 2010) e no Nordeste (de 26,2% para 19,1%), mas também ocorreram reduções nas regiões Sul (de 7,7% para 5,1%), Sudeste (de 8,1% para 5,4%) e Centro-Oeste (de 10,8% para 7,2%).   Apesar do avanço, o índice de analfabetismo no Brasil ainda está acima do de muitos países. De acordo com dados de 2009 do Banco Mundial, a taxa de analfabetismo era de 8,14% no Zimbábue, país africano com PIB per capita igual a 5% do brasileiro.   A média mundial, segundo as estatísticas, foi de 16,32%. A menor taxa foi encontrada em Cuba (0,17%) e a

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Ministério reúne editoras para falar sobre livro didático

O Ministério da Educação promove na próxima quinta-feira, 17, em São Paulo, reunião aberta às editoras de livros didáticos interessadas em participar do Programa Nacional do Livro Didático em 2014 (PNLD 2014). O programa irá selecionar avaliar e selecionar obras para estudantes dos anos finais do ensino fundamental.   Os editores podem inscrever livros e coleções de língua portuguesa, matemática, ciências, geografia, história e língua estrangeira moderna (inglês ou espanhol). Os livros inscritos serão avaliados, e aqueles que forem aprovados integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá um resumo das obras selecionadas para que professores e diretores possam escolher o que for mais adequado ao processo pedagógico de cada escola.   O edital do PNLD 2014, publicado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) permite, pela primeira vez, que os editores apresentem objetos educacionais complementares no formato digital. Os conteúdos multimídia que forem aprovados devem entregues com os livros didáticos.   O período de pré-inscrição das obras no PNLD 2014 vai de 9 de dezembro de 2011 a 1º de maio de 2012 e a entrega dos exemplares para avaliação será de 7 a 11 de maio de 2012. Para efetuar o cadastro das obras, os detentores

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Alfabetização para todos

Especialistas em educação avaliam que entre os adultos a resistência ao estudo e a baixa autoestima são as principais barreiras à alfabetização, por mais que esse seja um direito garantido pela Constituição. No final de abril de 2011, a divulgação de alguns dados do Censo Demográfico 2010 revelou que o Brasil está mais velho. Dos 190 milhões de habitantes, 14 milhões são de pessoas com 65 anos de idade ou mais.   Sabemos que, dada a melhoria da qualidade de vida no país, a longevidade do brasileiro foi ampliada. Se em 1991, a população com 65 anos ou mais era de 4,8% do total de habitantes, esse índice chegou a 5,9% em 2000 e a 7,4% em 2010.   Mas, como nem tudo é perfeito, a conquista da longevidade contrasta com a maior taxa de analfabetismo incidindo justamente sobre os mais velhos. Aqueles com 25 anos ou mais representam 92,6% dos analfabetos brasileiros. Deles, as pessoas de 50 anos ou mais representam 21% e na Região Nordeste, a de percentual mais elevado, 40,1%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/2009).   Justiça seja feita, ao longo dos anos houve uma redução da taxa de analfabetismo na região (de

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Escolas públicas vão discutir temas da conferência Rio+20

No início do ano letivo de 2012, o Ministério da Educação enviará vídeo sobre meio ambiente às escolas públicas do país. A proposta da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC é levar professores e estudantes a discutir as questões que serão abordadas, em junho, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.   Estarão em pauta temas como economia verde, governança, leis ambientais e a história da luta pela preservação do meio ambiente no planeta.   “A política do MEC não é propor a criação de uma disciplina nas escolas, mas que a educação ambiental seja um tema transversal; ou seja, não apenas um assunto a ser tratado no Dia da Árvore ou na Semana do Meio Ambiente”, diz o coordenador de educação ambiental da Secadi, José Vicente de Freitas. “O que o MEC propõe, e oferece suporte, por meio de metodologia, material didático e recursos, é que as escolas desenvolvam ações permanentes e continuadas para que os alunos desenvolvam a consciência ambiental.”   O Programa Dinheiro Direto da Escola (PDDE) do Fundo de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prevê a liberação de R$ 350 milhões, a serem aplicados pelas escolas públicas, em três

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Tablets serão enviados de paraquedas para crianças

A ONG “Um Laptop por Criança” (OLPC) pretende enviar tablets para crianças de países em desenvolvimento e testar a capacidade delas interagirem com os dispositivos.   Conforme matéria publicada no portal Tech Tudo, depois de caírem do céu em paraquedas, os tablets serão absorvidos pelas comunidades remotas. Um ano depois, membros da OLPC irão aos lugares estudar e analisar os efeitos da chegada dos tablets na educação das crianças.   Os equipamentos terão livros e aplicativos educativos para incentivar a educação. Os equipamentos serão desenvolvidos para resistirem a impactos e até aos efeitos da chuva. O primeiro tablet da OLPC, o XO-3, tem atingido sucesso no Peru, onde foi lançado como instrumento para que as crianças ensinassem seus pais a ler.   O dispositivo terá uma bateria que pode ser recarregada a partir da luz solar e uma tela de 10 polegadas concebida para oferecer fácil visualização mesmo debaixo da luz do sol. As informações são do site TechTudo.  

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A vez do tablet educacional

A promessa era estimulante: “Um notebook por aluno ao custo de US$ 100”. A ideia, recebida num primeiro momento com entusiasmo pelo governo brasileiro, foi sugerida em 2005 por Nicholas Negroponte, um dos principias incentivadores do uso da tecnologia na educação.   No entanto, apesar do caráter revolucionário da proposta, ela não foi promissora. Fabricantes não conseguiram oferecer equipamentos com esse custo e o projeto simplesmente não decolou no país. Porém, com o recente sucesso dos tablets, o sonho de introduzir interatividade digital em massa na vida dos alunos parece ter ganhado um novo fôlego.   Em agosto deste ano, o governo convocou uma audiência pública para ouvir especialistas do mercado sobre os prós e os contras do uso desse tipo de dispositivo por professores e alunos. E o primeiro ponto positivo está, justamente, onde o notebook deixou a desejar. Se com os computadores portáteis o preço foi tido como um dos principais entraves para a adoção em escolas, as pranchetas digitais contam com o benefício da Medida Provisória 534/2011, que prevê isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para dispositivos fabricados no Brasil.   “O processo educacional mudou e

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Dorina Nowill fecha parceria para aprimorar os livros Daisy

A Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolve uma parceria com a organização americana Benetech para começar a oferecer os livros digitais Daisy em iPads, da Apple, e aparelhos que utilizam o Android, sistema operacional do Google.  Os livros no formato Daisy possuem ferramentas que viabilizam o acesso a textos por parte de pessoas com algum tipo de limitação à leitura. Entre as ferramentas há diversos níveis de ampliação de caracteres e a leitura da obra em voz sintetizada. Por enquanto, no Brasil, os livros Daisy são oferecidos apenas em CD. Segundo Pedro Milliet, responsável pela arquitetura de informação do livro digital da Dorina Nowill, a parceria com a Benetech visa desenvolver aplicativos em português e espanhol para o uso dos livros Daisy em tablets e celulares. Segundo ele, a criação desses aplicativos é fundamental para que mais pessoas com restrições à leitura tenham acesso a livros. “Hoje em dia, quem não carrega um celular?”, pergunta.  Outro ponto que deve ampliar esse acesso, segundo Milliet, é o fato de que a terceira e mais nova versão do sistema ePub, que é o mais utilizado para a produção de livros digitais, contêm as ferramentas do formato Daisy. Em outras palavras, qualquer e-book poderá

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Edital para livros didáticos do PNLD 2014 inclui conteúdos digitais

Editores interessados em participar do Programa Nacional do Livro Didático em 2014 (PNLD 2014) devem ficar atentos aos prazos divulgados hoje, no Diário Oficial da União (DOU), pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).   O período de pré-inscrição das obras didáticas para os anos finais do ensino fundamental vai de 9 de dezembro próximo a 1º de maio de 2012. A entrega dos exemplares para avaliação será de 7 a 11 de maio de 2012.   Para o PNLD 2014, os interessados também poderão apresentar objetos educacionais digitais complementarmente aos livros impressos. Em caso de aprovação, esse novo material será enviado aos alunos junto com as obras impressas. “Os conteúdos multimídia oferecem novas possibilidades de trabalho aos professores e de aprendizado aos alunos”, afirma Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.   “Serão selecionados livros do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, nos componentes curriculares de língua portuguesa, matemática, ciências, geografia, história e língua estrangeira moderna – inglês ou espanhol”, completa Torino.   Os livros inscritos serão avaliados, e aqueles que forem aprovados integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá um resumo das obras selecionadas para que professores e diretores possam escolher o que

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