Apple lança novo iBooks para livros didáticos

A Apple anunciou na ultima quinta-feira, 19, a nova versão do aplicativo para livros eletrônicos em iPads. Com o iBooks 2, a empresa selou acordos com editoras importantes do setor nos Estados Unidos e agora disponibiliza livros didáticos para estudantes pelo seu tablet.   Em vez dos tradicionais e pesados materiais pedagógicos, os alunos terão em mãos arquivos de leitura com imagens, vídeos, além da possibilidade de escrever notas e grifar trechos que queiram.   “São livros muito bonitos, interativos, fantásticos, divertidos e atraentes”, dsisse o vice-presidente de Marketing, Philip Schiller. A aposta é a de que a reformulação do formato possa causar mais interesse por parte dos alunos.   Atualmente, há uma versão especial da loja virtual da Apple para os livros, chamada iTunes University, ou apenas iTunes U. Além do material proveniente de editoras, pelo iBooks Author será possível que qualquer pessoa também crie o seu livro didático interativo.   A novidade estará disponível, por enquanto, apenas nos EUA por conta dos contratos feitos baseados em acordos legais com as editoras locais, como Pearson, Houghton Mifflin e McGraw Hill.   Por enquanto, não há anúncio de nenhuma espécie de descontos especiais para estudantes que queiram comprar iPads, o que

Ler mais

Para especialista, ritmo de ampliação dos investimentos em educação diminuiu

O levantamento mostra um pequeno crescimento em relação a 2009 – eles passaram de 5% para 5,1% do PIB (Produto Interno Bruto). Mas, para o sociólogo e coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, os números indicam uma diminuição no ritmo do aumento dos recursos para o setor.   O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) divulgou na ultima quinta-feira, (19), os dados sobre o investimento público direto em educação em 2010.   “O esperado era 0,2%, essa era a média dos últimos cinco anos. Isso significa que o ritmo dos investimentos diminuiu o que é preocupante. Os dados mostram que acendeu uma luz amarela”, disse. O número divulgado hoje pelo Inep significa que somando todos os recursos gastos por municípios, Estados e a União, em educação, o total investido é equivalente a 5,1% do PIB brasileiro.   Desde o início da série histórica produzida pelo instituto, o patamar do investimento público em relação ao PIB passou de 3,9%, em 2000, para 5,1%, em 2010. Isso representa que, em uma década, o Brasil ampliou em 1,2 ponto percentual do PIB os recursos aplicados em educação.   De 2002 a 2005, observou-se um período de queda

Ler mais

O ano da virada

2012 pode até ser mais um ano letivo, mas com certeza não será um ano letivo qualquer… ao menos para as editoras escolares. No mercado escolar, 2012 será o ano em que faremos contato com a educação do futuro, com a educação do século 21.   Após longa e tenebrosa primavera, eis que finalmente consigo retomar estas cartas do front… Mil desculpas aos leitores, mas mudanças pessoais e profissionais me impediram de atualizar a coluna nos últimos meses. Uma das novidades desse período foi que deixei de ser editora executiva na Moderna para assumir a gerência de pesquisa e desenvolvimento de conteúdos digitais nas Edições SM, onde estou desde novembro. Mas agora o verão chegou, assim como 2012, e cá estamos nós, às vésperas de mais um ano letivo. E o grande “game changer” no cenário brasileiro será, para variar, o governo federal. Como esta coluna adiantou em agosto do ano passado, o MEC anunciou há alguns meses o primeiro edital do Programa Nacional do Livro Didático a incluir conteúdo digital – o PNLD 2014.  O motivo da mudança, segundo Rafael Torino, diretor de ações educacionais do FNDE, é que “os conteúdos multimídia oferecem novas possibilidades de trabalho aos professores e de aprendizado

Ler mais

Leitores não acreditam que e-books superem os livros

Editores e organizadores de feiras de livros pelo mundo acreditam que e-books (livros eletrônicos) devem superar os livros até 2018.   Apesar da aposta, não se acredita no fim definitivo do livro em papel. O blog Cidadão Repórter, por meio de uma enquete no portal A Tarde On Line, perguntou aos leitores: você acredita que os e-books (livros digitais) irão superar os livros?   Dos 331 votos recebidos, 75,23% deles disseram que não, pois nada supera o prazer de folhear um livro. Já 13,6% concordam e acreditam que a ascensão dos e-books é uma consequência da era digital. Outros 11,18% acham que pode ser que os e-books superem os livros, pois é uma maneira mais rápida e cômoda de ler.  

Ler mais

País perde 400 mil alunos no ciclo básico

O Censo da Educação Básica de 2011, que começa a ter as primeiras informações divulgadas hoje, (19), pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que o total geral de matrículas nas escolas públicas e privadas do país caiu em relação a 2010, queda concentrada nos anos iniciais do ensino fundamental.   Nessa etapa (1ª a 4ª séries), o país perdeu quase 400 mil alunos na passagem de 2010 para 2011, fechando o ano passado com 16,360 milhões de matrículas. No total, o Brasil fechou 2011 com 50,972 milhões de matrículas em todos os ciclos da creche ao ensino médio, passando por educação de jovens e adultos e portadores de deficiência e cursos técnicos. O número representa queda de 1,1% em relação ao ano anterior, quando as matrículas somaram 51,479 milhões.   No total do ensino fundamental, a queda de alunos matriculados chegou a 2,1%, somando 600 mil, dos quais 400 mil na primeira etapa.   “É um dado natural, a população brasileira de seis a dez anos vem caindo há cinco anos. O importante é notar que também está havendo uma correção do fluxo escolar nesse ciclo, com mais crianças na escola na idade certa”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad.

Ler mais

Governo oficializa Mercadante no lugar de Haddad na Educação

O governo federal anunciou na ultima quarta-feira (18) a primeira mudança ministerial de 2012. O ministro da Educação, Fernando Haddad, deixa o cargo para concorrer à Prefeitura de São Paulo nas eleições desse ano. Ele será substituído por Aloizio Mercadante, que ocupava o Ministério da Ciência e Tecnologia. No lugar de Mercadante entra Marco Antônio Raupp, que era presidente da Agência Espacial Brasileira.   “A presidenta da República, Dilma Rousseff, agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros. Da mesma forma, ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões”, afirma nota oficial do governo.   A posse e a transmissão de cargo dos novos ministros acontece no próximo dia 24 de janeiro.    Essa é a primeira mudança na composição do primeiro escalão do governo. Nos últimos meses, criou-se em Brasília expectativa de uma reforma ministerial nos primeiros meses do ano. O processo ainda deve incluir substituição de ministros e talvez extinção de algumas pastas.   A ministra-chefe da Secretaria de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes

Ler mais

Os dois nós de Mercadante

Tido como certo no Ministério da Educação, Mercadante terá pelo menos duas batalhas à vista na pasta: a recuperação da imagem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), abalada depois de uma longa série de problemas e falhas na realização do teste, que hoje é a principal porta de entrada para o ensino superior público, e o duro embate em torno do piso salarial dos professores da rede pública. Dois dos nomes mais cotados para mudar de pasta no segundo ano do governo Dilma Rousseff, os ministros da Comunicação, Paulo Bernardo, e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, reuniram-se ontem com a presidente a poucas semanas do anúncio da reforma ministerial. Na quinta-feira, durante um almoço em São Paulo, Dilma acertou peças do xadrez ministerial com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a dança das cadeiras na Esplanada. Já falando na condição de substituto de Haddad na Educação, Mercadante deve estabelecer como bandeira colocar um tablet nas mãos de cada aluno da rede pública de ensino do país. Os calos que o aguardam na pasta, porém, exigirão atenção imediata do novo ministro. “A questão do piso salarial é uma das mais urgentes a serem resolvidas no MEC”, avalia

Ler mais

Desenvolvimento do país depende da educação, diz presidenta

‘A Educação é a principal ferramenta para a conquista dos sonhos de cada um e também para que o Brasil continue crescendo, distribuindo renda’, diz Dilma Rousseff   A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (16) que o desenvolvimento do país depende da educação. No programa semanal Café com a Presidenta, ela destacou a democratização do acesso ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade para Todos (Prouni). Juntas, as iniciativas contabilizam mais de 300 mil vagas abertas desde o início do ano.   “O desenvolvimento do país depende da educação e por isso esses programas são tão importantes, são tão estratégicos para o jovem, para a sua família e, sobretudo, para o Brasil”, disse. “Nossa intenção é garantir a todos os jovens que queiram frequentar a universidade uma chance, uma oportunidade”, completou. Dilma lembrou que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) permite que o estudante financie até 100% da mensalidade, com juros de 3,4% ao ano. O programa prevê ainda que o aluno só comece a pagar o empréstimo um ano e meio após o término da faculdade. O prazo é três vezes mais que a duração do curso.   Além disso, segundo

Ler mais

Dilma pede a Haddad que adie saída e pode deixar reforma para fevereiro

A presidente Dilma Rousseff pediu para o ministro Fernando Haddad (Educação) esperar um pouco mais antes de deixar o governo para se candidatar à Prefeitura de São Paulo. Até ontem, a expectativa era que o ministro sairia no dia 16.   A presidente não tem um compromisso com datas para fazer a reforma ministerial, mas é provável que ela fique para depois do Carnaval, embora o PT de São Paulo pressione para que Haddad deixe o cargo o mais breve possível para se dedicar à campanha eleitoral.   Assessores da presidente, por outro lado, ainda não descartam a possibilidade de a reforma ocorrer até 31 de janeiro. O certo é que não será na próxima semana. A natureza da reforma mudou desde o momento em que foi pensada para ser realizada ao final do primeiro ano de governo Dilma. À época, pensava-se na reforma ministerial para dar um salto de qualidade na gestão do governo; hoje, a presidente deverá levar em consideração, também, as eleições municipais de outubro.   A reforma em gestação no Palácio do Planalto ainda é localizada – a substituição dos ministérios vagos (Trabalho), dos ministros que serão candidatos às eleições (Fernando Haddad e, possibilidade que já

Ler mais
Menu de acessibilidade