Consed e Câmara dos Deputados realizam seminário sobre os Planos de Educação

Com o objetivo de enfatizar a importância do compromisso do Poder Legislativo na elaboração e aprovação dos Planos Estaduais, Municipais e Nacional de Educação, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e a Unesco realizaram nesta quarta-feira, 4 de junho, o Seminário Plano Nacional de Educação: O Compromisso do Poder Legislativo.     O presidente do Consed e Secretário da Educação de São Paulo, professor Gabriel Chalita, participou da abertura e encerramento do evento, além de ser moderador do painel “O papel do Legislativo na elaboração e aprovação dos Planos de Educação“, que acontece às 14 horas.    O seminário também contou com a presença de representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Ensino (Undime), Unicef, União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale), União dos Vereadores do Brasil (UVB) e Confederação Nacional dos Municípios (CNM).    É importante lembrar que o Artigo 2o da Lei 10.172 de janeiro/2001, que estabelece que Plano Nacional de Educação, determina que o Distrito Federal, os Estados, e os municípios, elaborem planos estaduais e municipais em consonância com o nacional. Portanto, seminários e discussões desta natureza são fundamentais para a consolidação do processo democrático da elaboração

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Seminário de Ensino Médio aborda acesso e permanência na escola

Desencadear processo de construção coletiva de uma política de Ensino Médio que garanta condições de acesso e de permanência de jovens é uma das propostas do seminário Ensino médio: construção política, que será aberto pelo ministro da Educação, Cristovam Buarque, hoje, 4, às 17h30, no Hotel Nacional, ao lado do secretário de Educação Média e Tecnológica (Semtec/MEC), Antonio Ibañez Ruiz.    Segundo a diretora de Ensino Médio da Semtec, Marise Nogueira Ramos, a consolidação do Ensino Médio como etapa da Educação Básica e como direito de todos é um objetivo não somente do governo, mas de toda a sociedade brasileira. Para isso, além da necessidade de se garantir condições de acesso e de permanência de jovens e adultos nessa fase escolar, é preciso construir um projeto ético, político e pedagógico de ensino médio de qualidade, comprometido com as diferentes necessidades sociais e culturais da população.    Os participantes do evento vão problematizar a reforma do ensino médio e conhecer a síntese de uma série de oficinas realizadas em abril e maio na secretaria, que refletem idéias e conceitos de especialistas e educadores sobre questões como: reforma, juventude e política, gestão democrática, ensino noturno, formação de professores, livro didático e currículo,

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Mapa do Analfabetismo no Brasil

Indicadores do Inep, IBGE e PNUD estão reunidos no Mapa do Analfabetismo, que traz informações de todos os municípios brasileiros      A distribuição das pessoas que não sabem ler e escrever pelas diversas regiões do País mostra que existe uma elevada concentração desta população nas grandes cidades brasileiras. Em 125 municípios, de um total de 5.507, estão 25% dos analfabetos do País, e 586 cidades respondem pela metade dos analfabetos da população com 15 anos ou mais, segundo dados de 2000.    Entre os cem municípios com maior número de analfabetos estão 24 capitais. A cidade de São Paulo apresenta o maior número de pessoas que não sabem ler e escrever: 383 mil. Em seguida está o Rio de Janeiro, com 199 mil.    Estas informações estão no “Mapa do Analfabetismo no Brasil”, estudo produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, que traça um panorama da situação educacional de todos os municípios brasileiros. A publicação reúne indicadores produzidos em 2000 pelo IBGE, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e pelo Inep.    Acesse o Estudo

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Livro Escolar grátis anima o mercado de papel

Gasto com distribuição gratuita de livros duplica este ano e estimula toda a cadeia produtiva. O aumento nas encomendas do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), ambos do Ministério da Educação (MEC), está movimentando as indústrias do papel e do ramo editorial. Na Suzano/Bahia Sul as vendas do papel off-set, o mais utilizado nesses livros, cresceram 40% no 1 trimestre, disse o diretor de mercado interno e distribuição, Carlos Pontinha. A Ripasa informou aumento de 25% até agora nesse segmento. Os dois programas devem absorver cerca de 60 mil toneladas de papel este ano, aproximadamente 50% mais do que em 2002, calcula o diretor de marketing da Editora Saraiva e presidente da Associação Brasileira dos Editores de Livros (Abrelivros), Wander Soares. Segundo ele, as editoras já compraram parte do papel e estão providenciando a compra restante. A previsão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do MEC, é desembolsar R$ 575 milhões com livros didáticos neste ano, segundo o diretor de ações educacionais, José Humberto Matias Paula. No ano passado foram R$ 266 milhões. Serão adquiridas pelo PNLD, segundo o FNDE, 115,9 milhões de unidades, considerando-se 4 milhões de dicionários, 100%

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O Ensino Médio: proposições que traduzem vontades de seus atores

A pesquisa “Ensino Médio: Múltiplas Vozes“, concluída recentemente pela Unesco no Brasil, em parceria com o Ministério da Educação, revela uma radiografia em profundidade da situação da educação de nível secundária no Brasil. A necessidade dessa radiografia se justifica pela importância deste nível de aprendizagem no processo de formação e de preparação dos jovens para vida, para continuar seus estudos, para o exercício da cidadania e ingresso futuro no mercado de trabalho.    Vale destacar também a reforma do ensino médio, a qual prevê a renovação e melhoria da infra-estrutura dos prédios escolares, bem como a adoção de um currículo que contemple a interdisciplinaridade e o estabelecimento de vínculos entre os conteúdos curriculares e as demandas políticas, econômicas e sociais.     Esse quadro cria uma situação nova, em que a escola, em tese, torna-se mais democrática, ampliando as possibilidades de jovens – antes excluídos – avançarem nos estudos além da educação básica, conseguirem um bom emprego e exercerem plenamente a cidadania. Porém, dentro deste contexto, novos desafios e problemas se apresentam, compondo um quadro em que o investimento na qualidade de ensino torna-se urgente e prioritário.     A pesquisa constatou, por meio de depoimentos de alunos, professores e

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Notícias do MEC

Sistema de Ensino precisa de 250 mil professores    Para atender à demanda por professores das turmas de Ensino Médio e de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental do País, que exigem formação superior em licenciatura, o sistema escolar precisa de mais 250 mil docentes atuando nas salas de aula. O alerta está no levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) a pedido da Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico do Ministério.       De acordo com o estudo, para atender a demanda atual, são necessários 235 mil professores no Ensino Médio e 476 mil nas turmas de 5ª a 8ª série, totalizando 711 mil docentes. Mas nos últimos anos se formaram 457 mil nos cursos de licenciatura. Esse número não atende sequer à demanda do segundo ciclo do Ensino Fundamental e o déficit chega a 254 mil professores.      Para realizar o levantamento, técnicos do Inep levaram em conta a demanda de professores de acordo com o número de turmas existentes no País e a grade horária curricular estimada para o Ensino Fundamental e Médio. Além disso, calcularam a quantidade de estudantes que terminaram o curso de licenciatura nos últimos 12 anos

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Cristovam pretende criar movimento educacionista

O ministro da Educação, Cristovam Buarque, convidou hoje, 21, escritores, livreiros e editoras a criar no Brasil o Movimento Educacionista, que transpõe os partidos políticos, para fazer uma campanha nacional pela educação em todos os níveis. Cristovam Buarque recebeu as entidades que representam editores e livreiros de todo o País para abrir uma agenda de discussão de vários temas, entre eles, a qualidade e a produção dos livros didáticos e de literatura comprados pelo MEC e distribuídos nas escolas públicas de Ensino Fundamental.      E para ampliar os programas de distribuição de livros didáticos e de literatura já implantados pelo governo federal, o ministro anunciou que, até o final de 2006, vai criar três novos programas: a biblioteca do professor, a mala do livro e a distribuição de livros didáticos para os alunos do ensino médio das escolas públicas. No encontro, o ministro ouviu dos editores, autores e livreiros que os programas atuais devem ser mantidos e ampliados. Os autores reivindicam maior participação na escolha dos livros e da abertura para autores novos e pouco conhecidos; as livrarias pediram para participar da entrega dos livros, como forma de revitalizar o mercado nos pequenos municípios; e a Liga Brasileira de

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EDUDATABRASIL – Sistema de Estatísticas Educacionais

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC) torna disponível o Sistema de Estatísticas Educacionais (Edudatabrasil). O objetivo deste sistema de consulta é oferecer um novo instrumento para que a sociedade possa acompanhar melhor a evolução dos indicadores educacionais do País. O Edudatabrasil pretende facilitar a consulta de informações, tanto por parte dos pesquisadores como dos gestores e do público em geral, ao oferecer um amplo leque de alternativas para a leitura do banco de dados do Inep.    As informações atuais levantadas pelo Instituto estão apresentadas no sistema, assim como dados de anos anteriores, o que possibilita a construção de séries históricas. O sistema reúne dados de matrícula, docentes, infra-estrutura e indicadores de eficiência e rendimento educacional de todos os níveis de ensino. As variáveis estão disponíveis com detalhamento até a esfera municipal e podem, ainda, ser analisadas em diferentes dimensões, de acordo com o interesse do usuário.  Acesse o EDUDATABRASIL

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Biblioteca na escola: onde estais que não te encontro

De acordo com o Dicionário Aurélio, a biblioteca, do ponto de vista etimológico da palavra, remete à definição de um “lugar onde se guardam livros“ (do grego bibliothéke) ou de uma “estante“ (do latim bibliotheca). Na condição de depositária de informações escritas (biblíon + téké = livro + caixa/depósito – veja-se Dicionário Houaiss), as bibliotecas surgiram no Oriente Médio, entre 3.000 e 2.000 a.C.; se desenvolveram ao longo dos séculos III (fundação, pelos gregos, da Biblioteca de Alexandria) e I a.C. (disseminação, entre os romanos, das bibliotecas particulares), dando origem ao comércio de copistas, ao aparecimento de livrarias e ao estabelecimento de bibliotecas públicas, estas marcadamente na Roma do século II d.C.     Com a invenção da imprensa, no século XV (em 1455, Gutenberg imprime a Bíblia), e a expansão comercial, os livros tornaram-se relativamente mais acessíveis e o hábito da leitura aumentou, pelo menos entre os pouco alfabetizados. Logo mais adiante, ao longo dos séculos XVII e XVIII, a Europa se viu em meio a difusão de suas bibliotecas nacionais, agora também caracterizadas por conter obras de literatura popular, administradas por livreiros. Contudo, é somente no início do século XIX, que o Brasil vem a ter sua Biblioteca

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