Haddad pede mais verbas para cumprir metas do PDE

Mais dinheiro para a educação. Foi o que defenderam o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, diante de cerca de dois mil prefeitos, durante o encontro de comemoração do primeiro ano do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O evento ocorreu na segunda-feira, 19, no Alvorada Park Hotel, em Brasília.    “O governo não consegue construir todas as creches de que os municípios precisam”, disse o presidente em relação ao Proinfância – uma das ações previstas no PDE, que destina recursos à construção, ampliação e reforma de creches e pré-escolas públicas de educação infantil. Na solenidade de hoje, 496 municípios receberam ordens de pagamento que somam R$ 363,4 milhões para a construção de 515 creches, em todo o país.    “Quando a primeira creche estiver funcionando, vamos chamar os ministros da área econômica e os parlamentares para ver que é preciso investir mais”, disse o presidente.    O ministro Haddad lembrou a proposta de emenda constitucional nº 96, da senadora Ideli Salvatti, que prevê o fim da Desvinculação das Receitas da União (DRU) de maneira gradual e tramita no Congresso. A desvinculação, hoje, retira cerca de R$ 7 bilhões anuais do

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Portugal aceita unificação ortográfica

Portugal aprovou na sexta, 16, o acordo que unifica a ortografia em todos os países de língua portuguesa. Segundo decisão do parlamento português, as mudanças deverão entram em vigor dentro de seis anos.    Apesar dos protestos de intelectuais e políticos promovidos nas últimas semanas, apenas 3 dos 230 parlamentares votaram contra. A principal crítica ao acordo, levantada pelo partido Centro Democrático Social (CDS), é que ele representa uma concessão aos “interesses brasileiros“. “A língua portuguesa é o maior patrimônio que Portugal tem no mundo“, afirmou o deputado Mota Soares.    Uma das iniciativas que geraram maior mobilização foi um abaixo-assinado na internet, iniciado no dia 2 de maio, que recolheu mais de 35 mil assinaturas. Mas dois deputados que encabeçaram a petição na internet contra o acordo – Zita Seabra e Vasco Graça Moura – não estavam no plenário na hora da votação. Zita alegou que, como é editora, havia conflito de interesses.    O QUE MUDA    Segundo o acordo – assinado em Lisboa em 1990 e já ratificado pelo Brasil e outros dois países de língua portuguesa -, a norma escrita em Portugal terá 1,42% das suas palavras modificadas. No Brasil apenas 0,43% das palavras mudam.   

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MEC treinará professor para a reforma ortográfica

Após ser informado de que o parlamento português havia aprovado o acordo ortográfico, o ministro Fernando Haddad (Educação) deu ordem para a Secretaria de Educação Básica, do próprio do ministério, estabelecer um cronograma para o treinamento dos professores da educação básica. O MEC estuda a elaboração de uma cartilha com o novo vocabulário.    Na opinião do presidente da ABL (Academia Brasileira de Letras), Cícero Sandroni, o acordo é bom para os dois países. “São 10 milhões de pessoas em Portugal e mais de 180 milhões no Brasil, e os livros portugueses não são bem-vindos no Brasil. Para eles, é um mercado enorme, e para nós também será ótimo“, afirmou.    Para o ex-presidente da ABL, Marcos Vilaça, “a simplificação do emprego do idioma vai possibilitar o incremento das relações culturais“.    Professores ligados ao ensino fundamental e médio consultados pela Folha disseram acreditar que não haverá grandes dificuldades de adaptação à reforma ortográfica, já que ela não altera de forma profunda o português utilizado no Brasil.    “As mudanças não serão grandes e algumas já deveriam ter ocorrido anteriormente. O trema, por exemplo, praticamente nem se usa. Além disso, os meios de comunicação estão divulgando bem e os professores

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Abertas as inscrições para o seminário Retratos da Leitura

O Instituto Pró-Livro acaba de abrir as inscrições para o seminário nacional de apresentação dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, maior estudo feito até hoje no país sobre o comportamento leitor da população. Entre os conferencistas, alguns dos mais destacados especialistas dentro e fora do país.    O encontro será no dia 28/5, em Brasília, e o número de vagas é bem limitado. Para garantir a sua, clique aqui.  

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Segundo Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico Aprovado nesta manhã

Proposta do Governo foi aprovada com os votos favoráveis do PS, PSD e BE. 2014 é a data de entrada em vigor do acordo.    Foi debatida e votada na Assembleia da República (AR), esta sexta-feira de manhã, em reunião plenária, a ratificação do Segundo Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.    Em debate na AR esteve o conteúdo do Segundo Protocolo Modificativo do Acordo, redigido e assinado em S. Tomé e Príncipe, em 2004. O protocolo apenas estipula a adesão de Timor-Leste ao Acordo Ortográfico e a entrada em vigor do documento mediante a ratificação de somente três estados.    Deste modo, como salientou o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, “é solicitado à AR a aprovação que determina a entrada em vigor já, salvaguardando o previsto período de adaptação de seis anos, ou apenas   esperar mais“, uma vez que o acordo já vigora dado que Brasil, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe já ratificaram este Segundo Protocolo.    Durante a sessão na AR, a proposta do Governo foi aprovada com os votos a favor do Partido Socialista, Partido Social-Democrata, Bloco de Esquerda e de sete deputados do CDS-PP. O Partido Comunista, os Verdes

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Acordo Ortográfico: Manifesto contra supera 33.000 assinaturas

O Manifesto contra o Acordo Ortográfico, online desde o passado dia 02, já reuniu mais de 33.000 assinaturas, hoje entregues ao presidente da Assembleia da República, informou em comunicado o primeiro signatário do documento, Vasco Graça Moura.     Esta nova diligência dos signatários do documento – Manifesto em defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico, de seu nome completo – ocorreu na véspera do debate sobre o Acordo, agendado para sexta-feira na Assembleia da República.    Além das assinaturas, refere o comunicado, foram também «entregues diversos pareceres e documentos que salientam e demonstram as fragilidades técnicas, científicas e políticas do Acordo» e uma lista de 154 personalidades «representativas dos meios académico, cultural e artístico» que assinaram a petição.    Entre os signatários figuram Álvaro Siza Vieira, António Lobo Antunes, Manuel Alegre, João Cutileiro, Miguel Sousa Tavares, Carlos Pinto Coelho, Joaquim Letria, Pedro Tamen, Gastão Cruz, Luísa Costa Gomes, Teolinda Gersão e José Gil. 

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Só 7 das 5.183 escolas estaduais de SP possuem padrões de ensino internacionais

Somente 7 das 5.183 escolas estaduais paulistas possuem qualidade de ensino equivalente ao verificado em países como Finlândia e Coréia, duas potências mundiais quando o assunto é educação. Duas delas são do ensino médio e outras cinco, escolas de 5ª a 8ª série do ensino fundamental.     Apenas elas atendem às metas estipuladas pelo Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo), um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede que administra. Ele leva em conta dois dados: o Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e a taxa de alunos que estudam em séries indicadas para a sua idade –e que podem sofrer variação caso haja repetência e evasão, por exemplo.     Segundo a Secretaria de Estado da Educação, o índice é individualizado e não foi criado para estimular uma disputa entre as melhores ou piores escolas da rede, mas sim para averiguar as condições de cada unidade de ensino e estabelecer metas de melhorias a curto e longo prazos. Cada escola terá uma espécie de boletim. Ele pode ser consultado no site da própria Secretaria de Estado da Educação.  

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Retratos da Leitura no Brasil sai dia 28

Está marcado para o dia 28/5 o seminário nacional para apresentação dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro. Maior estudo feito até hoje no país sobre o comportamento leitor da população, seu anúncio reunirá, em Brasília, ministros, autoridades da área, dirigentes das entidades do livro, especialistas em leitura, pesquisadores, gestores de projetos e membros de ONGs que atuam com o tema. A pesquisa teve o apoio da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) e Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros).    Deve ser um dos mais importantes acontecimentos do mundo do livro no Brasil em 2008, quando se comemora os 200 anos da indústria do livro no país.   

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Família envolvida na educação

Cartilhas informativas serão distribuídas a famílias de todo o país, explicando como ajudar seus filhos no processo educativo. O guia foi lançado nesta quinta-feira, 8, junto com o plano de mobilização de igrejas cristãs pela educação.    A cartilha, ilustrada pelo cartunista Ziraldo, tem linguagem simples e direta e convoca as famílias a se envolver na educação das crianças, acompanhando a freqüência e o desempenho na escola, participando de conselhos escolares, verificando se a escola é bem organizada, entre outras ações.    “Estamos convocando toda a sociedade civil organizada – igrejas, sindicatos, órgãos do governo, empresários – para se mobilizar e ajudar a difundir a educação como um valor social”, ressaltou o ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo ele, a intenção é despertar um sentimento nacional pela educação. “E se os meios de comunicação são importantes para mobilizar a sociedade, o corpo-a-corpo talvez o seja ainda mais. Falar, olhando nos olhos: Vamos garantir que seu filho se eduque”, incentivou.    Igrejas – O plano de mobilização de igrejas cristãs pela educação visa definir uma estratégia comum de envolvimento social por uma educação de qualidade. A iniciativa tem a participação de entidades como o Conselho Latino Americano de Igrejas (Clai), Conferência

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