Mais Cultura vai levantar vôo!

O Ministério da Cultura deve publicar, nos próximos dias, uma leva de editais para quem quiser participar dos seus programas de revitalização de bibliotecas públicas, instalação de pontos de leitura e formação de agentes mediadores de leitura. Tudo isso faz parte do Mais Cultura, anunciado no ano passado pelo presidente Lula e pelo ministro Gilberto Gil.  Os números chamam a atenção: serão apoiados 600 pontos de leitura com algo em torno de R$ 25 mil cada um. 400 bibliotecas públicas serão revitalizadas com R$ 55 mil cada e o pacotaço prevê, ainda, atividades para formação de pelo menos mil agentes de leitura.

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Apoio à Flip

A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que começou nesta quarta-feira e segue até o domingo, está contando com um apoio especial nesta 6º edição. A Imprensa Oficial do Estado de São Paulo está participando do evento com uma série de ações. Entre elas, está a impressão do material gráfico e apoio às mesas “A poesia envenenada de Dom Casmurro“, com Roberto Schwarz, que abriu a Festa, e “Papéis avulsos“, com Ana Maria Machado, Luiz Fernando Carvalho e Sergio Paulo Rouanet. O bate-papo com as atrizes Maria Della Costa e Betty Faria, “Momento Coleção Aplauso“ também será promovido nesta sexta-feira, dia 4, às 16h, no Hotel Coxixo (Rua do Comércio, 362). Ambas tiveram suas vidas contadas em livros da Coleção, que já lançou mais de 120 títulos.     TV Cultura com canal de televisão em Paraty  Nesta edição da Flip, pelo fato do sinal da TV Cultura não pegar na cidade de Paraty, pela primeira vez, durante todo o evento, a emissora disponibilizará sua programação, 24 horas, no Canal 51 – UHF. Moradores e turistas na cidade podem assim assistir, em primeira-mão, as gravações ao vivo dos programas Roda Viva, que entrevistará Tom Stoppard e Inês Pedrosa, e Letra

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Nova ortografia da língua portuguesa entra em vigor em 2009

Passados 18 anos de sua elaboração, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa promete finalmente sair do papel. Ou melhor: entrar de vez no papel. O Brasil será o primeiro país entre os que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) a adotar oficialmente a nova grafia, já a partir do ano que vem.     As regras ortográficas que constam no acordo serão obrigatórias inicialmente em documentos dos governos. Nas escolas, o prazo será maior, devido ao cronograma de compras de livros didáticos pelo Ministério da Educação.     As mudanças mais significativas alteram a acentuação de algumas palavras, extingue o uso do trema e sistematiza a utilização do hífen. No Brasil, as alterações atingem aproximadamente 0,5% das palavras. Nos demais países, que adotam a ortografia de Portugal, o percentual é de 1,6%.     Entre os países da CPLP, já ratificaram o acordo Brasil, Portugal, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Ainda não definiram quando irão ratificar o documento Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste.     A assinatura desses países, porém, não impede a entrada em vigor das novas regras em todos os países, pois todos concordaram que as mudanças poderiam ser adotadas com a assinatura

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ABL prepara novo vocabulário ortográfico

Um novo Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) está sendo elaborado para a ABL (Academia Brasileira de Letras). Esta será a quinta edição da publicação, que registra a forma oficial de escrever as palavras no Brasil.     Segundo Evanildo Bechara, responsável na entidade pelo setor de lexicografia e lexicologia (ramo da lingüística que estuda a origem das palavras e seus significados), o trabalho deve ser concluído até novembro.     O Volp deverá conter cerca de 370 mil verbetes. A expectativa é de que ponha fim a um dos pontos que permanecem controversos em relação ao acordo ortográfico da língua portuguesa: o uso do hífen.     “Apresentei uma leitura palatável do emprego do hífen. Estamos preparando um sistema que basta a pessoa ver a natureza do primeiro e do segundo elemento, a letra que termina um e começa o outro, para saber se levará hífen ou não“, afirma Bechara.     O acadêmico acredita que futuramente será possível reduzir o número de exceções à regra que foram mantidas no acordo. Um dos pontos que causam mais dúvidas é a que determina que as palavras podem prescindir do hífen quando a palavra tiver perdido o sentido de composição, critério

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Reforma ortográfica sacode as editoras e gira milhões

A reforma que unifica a ortografia portuguesa nos países lusófonos -Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste – ainda não tem uma data oficial de implantação no Brasil, mas já é responsável por uma corrida contra o tempo e investimentos da ordem de milhões de reais pelas editoras, principalmente as que trabalham com livros didáticos e têm até o próximo dia 2 para apresentar as provas para seleção das obras que serão adquiridas pelo Ministério da Educação (MEC) para uso em sala de aula em 2010 e já devem estar adequados às novas normas.       O diretor editorial do grupo Ibep e Companhia Editora Nacional, Antonio Nicolau Youssef, estima em R$ 3,5 milhões os gastos extras com a contratação de revisores e descarte do estoque antigo de livros didáticos. “Investimos R$ 850 mil exclusivamente na montagem de uma equipe extra com 16 revisores e um guia de reformulação para adequarmos as obras que serão inscritas no Programa Nacional de Desenvolvimento na Escola (PNDE)”, detalha.      Segundo Nicolau, o volume de descarte de livros que se tornarão obsoletos dependerá da performance de venda dos títulos em 2009. “Nossa estimativa é ter

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Ideb: 40% das escolas não atingiram meta para 8ª série

Os avanços na Educação Básica do País, mostrados nos últimos dias com os números mais recentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ainda deixam para trás boa parte do alunos dos anos finais do ensino fundamental. Na 8ª série, quase 40% das escolas não conseguiram atingir a meta estabelecida em 2006 pelo Ministério da Educação e um quarto dos municípios pioraram a sua situação quando se compara o Ideb de 2007 e 2005. Entre os 100 que estão em pior situação este ano, 58 caíram em relação ao primeiro Ideb.    Os números divulgados pelo MEC mostram que o avanço ainda se concentra nas séries iniciais. É na 4ª série que os resultados dos municípios e das escolas são melhores. Hoje, há 739 escolas brasileiras dessa série com Ideb 6 – considerado um nível compatível com escolas de países desenvolvidos -, mais do que com Ideb ruim. São apenas 542 com Ideb abaixo de 2. Na 8ª, a situação é inversa: apenas 43 escolas – a maioria delas da rede federal de ensino – têm média 6 ou superior. Na ponta de baixo da tabela, com Idebs abaixo de 2, concentram-se 1.042 – ou 7,3% de todas as

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Banco internacional facilita busca de conteúdos educacionais

Vídeos, animações, jogos, textos, áudios e softwares educacionais. Na era da tecnologia, levar esses recursos para a sala de aula significa deixar as escolas mais dinâmicas e criativas. Com este objetivo, o Ministério da Educação lançou na quarta-feira, 18, o Banco Internacional de Objetos Educacionais para auxiliar o trabalho do professor.     No banco, os professores encontrarão recursos educacionais para todos os níveis de ensino, do fundamental ao superior. A busca dos conteúdos é simples e pode ser feita de diversas maneiras: título, data, autor, assunto, tema, idioma, país e tipo de recurso. “Temos mais de 900 conteúdos multimídia publicados e outros seis mil produzidos pelas melhores universidades do mundo sendo avaliados por uma equipe de 200 especialistas”, disse o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky.     A publicação dos recursos no banco é validada por um Comitê Editorial Internacional, representado por professores e especialistas do Brasil e dos países parceiros. No momento, há seis universidades brasileiras participando do projeto: Universidade de Brasília (UnB), Estadual de São Paulo (Unesp), Federal Fluminense (UFF), Federal de São Carlos (Ufscar), Federal de Santa Catarina (UFSC) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).     Realizado em parceria com o

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7 medidas testadas – e aprovadas

Entender como países em destaque nos rankings de ensino chegaram ao topo é o que mais impulsiona hoje as pesquisas na área de educação. Nenhuma delas foi tão longe quanto um recente estudo da consultoria McKinsey coordenado pela egípcia Mona Mourshed, doutora em desenvolvimento econômico pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e estudiosa das reformas educacionais em dezenas de países.     Durante um ano, uma equipe comandada por ela entrevistou mais de 200 pessoas e visitou 120 escolas em vinte países. Justamente aqueles com resultados mais extraordinários na educação, caso de Cingapura, Coréia do Sul e Finlândia. O maior mérito do trabalho é chamar atenção para práticas comuns a esses países, todas testadas com sucesso na sala de aula.     Na semana passada, Mona esteve em São Paulo para falar sobre o estudo a representantes do Ministério da Educação (MEC) e de secretarias de ensino. Ela diz: “Estou certa de que outros países podem se beneficiar dessas práticas a curto prazo e sem gastar muito“. Em entrevista a VEJA, a consultora fala de sete medidas aplicadas com sucesso nos países que estudou – e que podem ajudar também a elevar o nível do ensino no Brasil.  

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Deputados agora falam em livro ecológico facultativo

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados resolveu dar outro rumo ao projeto de lei do deputado Eliene de Lima (PP-MT) que previa a obrigatoriedade do uso de 30% de papel reciclado na produção de livros no país. Pressionada, a relatora Rebecca Garcia (PP-AM) achou melhor recuar. E mudar a essência da proposta do colega de bancada.     Agora, em vez da obrigatoriedade do reciclado, as empresas que utilizarem a matéria-prima ecologicamente correta seriam beneficiadas com juros bancários menores nos empréstimos em bancos oficiais, pontua Galeno Amorim. O prazo para apresentação de emendas ao substitutivo da relatora começou a contar a partir desta segunda-feira, dia 16.   

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