Modelo de biblioteca

Na cerimônia oficial do Dia Estadual da Leitura, realizada no último domingo, 12 de outubro, na Casa das Rosas, em São Paulo, Adriana Ferrari, representando João Sayad, secretário estadual da Cultura, anunciou que o projeto da Biblioteca Modelo de Incentivo à Leitura está em andamento.     O governador José Serra já assinou o decreto que entregou à Secretaria de Cultura um espaço de 4.000 m² no Parque da Juventude (Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 – São Paulo/SP) que pretende abrir as portas com 15 mil títulos, além de revistas, jornais, DVD’s, CD’s e Games.     O plano é ampliar esse espaço gradativamente e o objetivo é que mensalmente novos títulos sejam adquiridos. “Queremos que o visitante encontre na biblioteca os mesmos livros que estão sendo lançados e vendidos nas melhores livrarias”, comenta Adriana Ferrari.     As principais listas de Mais vendidos e uma equipe que analisará permanentemente o que está sendo produzido e comentado no mercado editorial brasileiro e mundial serão as principais fontes de informação na escolha do que será adquirido regularmente para o acervo. A proposta da Biblioteca Modelo é integrar as diversas mídias num ambiente completo, onde o visitante possa interagir com os livros

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Ainda falta definição sobre a formação do professor

Todas as escolas do país deverão ter aulas de música dentro da área de artes em três anos. A obrigatoriedade do conteúdo deve impulsionar o mercado de trabalho para os licenciados em música.    A lei nº 11.769, sancionada em agosto passado, porém, não exige que os professores tenham formação específica na área de música. O receio era que não houvesse número suficiente de profissionais com essa formação -no país, há 42 cursos para formar professores de música, com 1.641 vagas no total, segundo o último Censo da Educação Superior, de 2006.    Só que, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, para dar aula na educação básica, é preciso ter licenciatura, e essa exigência deverá ser levada em conta quando o tema for discutido pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).    “A lei está aí para ser cumprida e, particularmente, acho-a muito positiva. A questão é quem vai dar a aula“, afirma Regina Vinhaes Gracindo, conselheira do CNE. “Ainda não discutimos a lei no conselho, mas, na minha percepção, é muito importante que o professor seja especializado ou, se for de outra área, que tenha uma formação continuada em música, no caso do professor de educação artística, ou

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Meta de alfabetização em estados e municípios ultrapassa as projeções

Novos alunos ingressarão na alfabetização de jovens e adultos ainda este ano. A meta de atendimento proposta por estados e municípios que aderiram ao programa Brasil Alfabetizado — cerca de dois milhões de pessoas com 15 anos ou mais — ultrapassou as projeções do Ministério da Educação para 2008, de 1,3 milhão. O prazo para adesão em 2008 encerrou-se no dia 11.     Dos 1.254 parceiros que aderiram ao programa (1.231 municípios e 23 estados), 1.150 já geraram projetos de alfabetização de jovens e adultos. A maioria dos planos plurianuais de alfabetização está em análise e 466 já foram aprovados. Para estes, os recursos devem ser repassados em breve, e as aulas devem ter início ainda este ano.    Os estados e municípios estão na fase de cadastro de turmas, de alfabetizadores e de alfabetizandos. Até agora, foram cadastrados 8.809 professores, 22.419 alunos e 4.155 turmas, de acordo com as informações dos próprios parceiros.    O foco do Brasil Alfabetizado em 2008 são municípios com taxa de analfabetismo superior a 25%. O programa cria oportunidades de atendimento a pessoas com 15 anos ou mais que não conseguiram se alfabetizar. Em seguida, oferece ingresso em turmas de educação de jovens

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Crise financeira não afeta negócios em Frankfurt

A Feira do Livro de Frankfurt terminou neste domingo contrariando receios de que a crise financeira pudesse provocar uma queda brusca nos investimentos da indústria editorial. Ainda não há um balanço das vendas de direitos efetuadas durante o evento, mas até sábado 299.112 pessoas haviam passado pelos pavilhões da Reineckstrasse, um aumento de 5,6% em relação ao ano anterior.     Também participaram desta 60º edição da Feira 510 agentes literários, um aumento de 8,2% em comparação a 2007. Antes que os números fossem divulgados, alguns editores já usavam indicadores menos ortodoxos para descartar boatos sobre uma diminuição do movimento, entre eles o tamanho da fila do táxi na hora de ir embora e o tempo necessário para conseguir um drinque à noite no Frankfurter Hof, hotel onde se reúnem os principais autores e empresários da Feira.     Editores brasileiros se disseram satisfeitos, apesar do problema no envio dos livros que deixou as prateleiras do estande nacional vazias no primeiro dia (uma das caixas da remessa tinha uma inscrição de “perigo, líquido corrosivo”, o que fez com que todo material ficasse retido na alfândega em Madri).   

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Educação tem 40 novas tecnologias

As secretarias estaduais e municipais de educação terão à disposição, ainda este ano, mais de 40 novas tecnologias educacionais, recursos pedagógicos que podem ser utilizados para melhorar a qualidade do ensino. Os objetos pré-qualificados em 2008 vão integrar o Guia de Tecnologias Educacionais, criado em 2007. Constam do guia, 19 objetos pré-qualificados em 2007 e aqueles produzidos pelo Ministério da Educação.    Das 135 tecnologias inscritas na Chamada Pública nº 1/2008, a Secretaria de Educação Básica (SEB) pré-qualificou 41 e está analisando outras 15, cujos idealizadores entraram com recurso. De acordo com o coordenador-geral de Tecnologias da Educação da SEB, Cláudio Fernando André, o processo de qualificação tem três etapas. A primeira é a de pré-qualificação e inserção no guia. A segunda, o acompanhamento de sua aplicação pelo Ministério da Educação. A terceira, a certificação, se a tecnologia for aprovada no teste prático. Até hoje, nenhuma foi certificada.    O Ministério da Educação não adquire as tecnologias, nem as indica, mas quando uma delas ganha espaço no guia significa que foi analisada e pré-qualificada por especialistas. A finalidade do guia é orientar os sistemas e ajudá-los na escolha dos objetos adequados.    Cláudio André explica que nos planos de ações

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Editoras brasileiras fecham negócios

Na Feira do Livro de Frankfurt, que teve início nesta quarta-feira, dia 15, a qualidade do conteúdo editorial nacional e da produção gráfica é um dos trunfos das editoras brasileiras. Esse diferencial já pôde ser sentido nas primeiras reuniões com editores e empresários estrangeiros. No estande do Brasil, organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), em parceria com a Apex-Brasil e com outros órgãos do setor, várias editoras já venderam direitos autorais das obras de seu catálogo, caso da Melhoramentos, Pallas e Loyola.     O diretor geral da Melhoramentos, Breno Lerner, confirmou que esteve com representantes da editora russa AABBYY para negociar a venda dos direitos autorais do Dicionário Michaellis. De acordo com Lerner, duas empresas espanholas estão ‘disputando a tapas’ os direitos de alguns títulos. Ele também confirmou a venda para uma empresa do Japão da licença do livro Flicts, de Ziraldo. A obra também despertou o interesse dos chineses, que levaram no pacote O Menino Maluquinho, também de Ziraldo, e o clássico romance infanto-juvenil Meu pé da Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos.     O diretor e editor da Loyola, Danilo Mandon, já participou de outras edições da Feira de Frankfurt, mas expondo em um

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Livreiros tentam antecipar como será a livraria do futuro

O livro não acabará. Porém, como será a livraria do futuro? Os livros impressos dividirão o espaço com outros formatos de conteúdo? Será que, em alguns anos, os consumidores irão à livraria e poderão ver o livro sendo impresso na hora? Já existem equipamentos que permitem a impressão de apenas uma cópia, uma ferramenta interessante para imprimir obras fora de catálogo, não? Jorge Yunes, presidente do Instituto Pró-Livro e da Abrelivros, acredita que há um crescimento do livro sob demanda. “Há máquinas digitais que fazem pequenas tiragens, até uma única cópia, algo impensável há algum tempo”, diz ele.     Um exercício que algumas editoras têm feito no varejo, nesse sentido, é fazer um teste pré-lançamento. Imprime-se uma tiragem menor da obra antes dela chegar oficialmente às prateleiras das livrarias para sentir a demanda no ponto-de-venda. Assim, o risco da primeira tiragem – geralmente uma decisão no escuro – diminui. Porém, ainda é muito difícil fazer um exercício de imaginação sobre como será a livraria do futuro. “Até porque acho que as livrarias físicas continuarão existindo com muito vigor. Mas considero inevitável que a tecnologia esteja presente nas livrarias. Editar um livro ou trecho de um livro, oferecer conteúdo digital,

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Frente defende mais recursos no Orçamento para incentivo à leitura

A Frente Parlamentar Mista da Leitura vai trabalhar para que deputados e senadores apresentem emendas ao Orçamento da União de 2009 destinando recursos para projetos de estímulo à leitura em todo o País. A proposta foi feita pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) nesta quarta-feira (15), durante a primeira reunião de trabalho da Frente. “Esse é o momento de articularmos junto aos parlamentares para que as áreas da educação e cultura sejam fortalecidas no próximo ano“, afirmou o presidente da Frente, deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR).    Ex-ministro da Educação, Buarque disse que a Frente Parlamentar da Leitura poderá atuar de forma efetiva para dar prioridade aos programas de leitura dentro da rede pública de ensino, fortalecendo também a educação.    Marcelo Almeida destacou que a primeira contribuição da Frente será a luta pela criação do Fundo Pró-Leitura. Este será o principal tema do 1º Seminário de Incentivo à Leitura no Brasil, que a Frente promove no próximo dia 29 de outubro, Dia Nacional do Livro. O Fundo, que será formado por 1% do faturamento anual do setor editorial brasileiro, vai gerar cerca de R$ 40 milhões por ano para financiar as ações previstas no Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). 

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MEC põe escola pública na rede

Você sabe quantas crianças da sua cidade dependem de transporte escolar? Qual foi o valor repassado para a merenda no último ano? E quantos computadores estão conectados à internet nos colégios? Essas e outras questões agora podem ser acompanhadas de perto por pais, alunos, professores, pesquisadores, prefeitos e governadores dos quatro cantos do país.     O Ministério da Educação (MEC) lançou, esta semana, o Novo Mapa da Educação Brasileira, que reúne, num link do site www.mec.gov.br , uma radiografia completa da rede pública de ensino nas 853 cidades mineiras e nos mais de 5,5 mil municípios do Brasil.     O novo sistema deixa, ao alcance de um clique, informações como o número de habitantes, escolas, alunos matriculados e professores contratados em cada cidade. Além disso, é possível conferir o aproveitamento dos municípios no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e ainda conhecer melhor cerca de 40 ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).     Segundo a assessoria de comunicação do MEC, o mapa é mais uma ferramenta a ser utilizada para que o Brasil atinja sua principal meta: alcançar, até 2022 – ano do bicentenário da Independência – índices educacionais compatíveis com os dos países

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