Com 77% dos votos Rosely Boschini é reeleita presidente da CBL

Depois de uma disputa forte durante o período de “propaganda eleitoral”, chegou ao fim nesta tarde o processo de eleição da nova diretoria da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Ao encerrar as votações, o presidente da Assembléia, Eduardo Blusher (Editora Blusher), ressaltou: “Estão de parabéns as duas chapas, que se comportaram de maneira corretíssima no dia de hoje”.     Com um total de 238 votos, a chapa Trabalho&Seriedade, liderada por Rosely Boschini (Editora Gente), foi reeleita com 77,73% dos votos (185 votos). Além de São Paulo, as eleições ocorreram também no Rio de Janeiro, na sede do SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e em Belo Horizonte, na Câmara Mineira do Livro. Ao final da contagem dos votos, em sua palavra à assembléia, Armando Antongini, que encabeçou a chapa Mudança&Participação, declarou: “Não há vencidos ou vencedores. Quem ganhou hoje foi o livro e a literatura”.     A assembléia foi finalizada com a posse da nova diretoria e a presidente reeleita, Rosely, dirigiu-se ao grupo ressaltando a importância da união de todos para o contínuo crescimento e fortalecimento do livro e da literatura. “Acredito que a gente só vira o jogo – no Brasil e no mundo –

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Novo sistema federativo vai unificar ações de Cultura

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, vai apresentar aos Estados e municípios uma proposta de Sistema Nacional de Cultura. O anúncio foi feito durante o Fórum Nacional de prefeitas e prefeitos e o objetivo é articular e compartilhar as tarefas e recursos dos governos federal, estadual e municipal para o setor. “Todos os editais do Ministério estão caminhando para serem federalizados, isto é, a administração deles será divida com os estados e municípios”.  No ano passado, o Ministério não conseguiu envolver os municípios em muitos editais por causa das eleições. “Em ano eleitoral não é possível fazer convênios e repasses de recursos”, diz o ministro. Segundo ele, 2009 é o ano de ampliação da relação com os municípios em todas as áreas: Patrimônio, Ponto de Cultura, Mais Cultura e Artes. “Esse é o ano de trabalharmos com os municípios. Até junho, o MinC quer zerar as regiões sem bibliotecas”.   O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC), Luiz Fernando de Almeida, disse que pretende estabelecer um patamar diferenciado entre a relação do MinC e do Iphan com os municípios e instituir um processo novo de interlocução mais organizada com essa rede de cidades.  O prefeito de

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Polícia apreende livros do professor na Feirinha

Policias lotados na Delegacia de Combate ao Crime Tributário e Relações de Consumo realizam na manhã de ontem uma grande operação na Feira do Livro Usado localizada na Praça do Fripisa, centro de Teresina.Ao final eles apreenderam mais de mil livros do professor que estavam sendo comercializados pelos donos das bancas, apesar de ser proibido. A operação teve início por volta das 8 horas e contou com a presença de pelo menos 10 agentes daquela especializada sob o comando do delegado Roberto Carlos da Silva.   Todas as bancas foram vistoriadas onde os livros do professor foram encontrados, confiscados e levados para Delegacia Fazendária onde posteriormente deverão ser incinerados. Segundo informações obtidas na delegacia, a operação aconteceu depois que os policiais receberam várias denúncias de que o livro do professor estavam sendo vendidos livremente na feira, apesar de ser proibida a sua comercialização. Nenhum feirante foi preso, mas quase todos eles foram intimados a comparecer à delegacia para prestar depoimento no inquérito a ser aberto pelo delegado Roberto Carlos. Os representantes das editoras também deverão ser intimados a prestar esclarecimentos sobre o assunto, haja vista que havia livro de praticamente todas as editoras e de todas as matérias sendo vendidos.

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Escolas rurais receberão 444 mil obras paradidáticas

Alunos de mais de 30 mil escolas públicas rurais que estudam em classes multisseriadas serão beneficiados com a entrega de obras paradidáticas do projeto Escola Ativa. São quase 450 mil livros que servirão para melhorar a qualidade da educação na zona rural de todos os estados e do Distrito Federal. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fará a distribuição de 111 mil kits da Coleção Ziraldo. Cada kit é formado por quatro volumes, contendo contos, fábulas, lendas, mitos, textos instrucionais, biografias, poemas.   As coleções serão entregues nas secretarias estaduais de educação a partir do fim de março. Os 2.336 municípios beneficiados devem entrar em contato com o responsável pelo programa Escola Ativa no seu estado e consultar se o material já está disponível para retirada.     Foco – O projeto Escola Ativa é uma estratégia metodológica criada para combater a reprovação e o abandono da sala de aula pelos alunos das escolas rurais. Foi desenvolvido especificamente para as classes multisseriadas, onde alunos de diferentes idades e séries realizam suas atividades escolares na mesma sala de aula. Para garantir a melhoria da qualidade da educação no meio rural, o projeto utiliza módulos e livros didáticos e paradidáticos

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Dúvidas com grafia desafiam setor editorial

Em vigor desde o dia 1º de janeiro, o acordo ortográfico ainda traz dúvidas, que só serão sanadas de forma definitiva quando for publicado o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), em março, pela Editora Global – a elaboração ficou a cargo da Academia Brasileira de Letras.    Até lá, algumas editoras ainda aguardam as definições para ajustar as suas obras às novas regras. Apesar de a definição sair em março, o governo federal mantém o edital para a compra de livros didáticos, que deve receber as obras que concorrem até abril.    A estimativa da Câmara Brasileiro do Livro (CBL) é de que sejam necessários investimentos da ordem de R$ 30 milhões para a reedição dos livros, adaptando-os à nova ortografia – o cálculo leva em conta um universo de 45 mil títulos produzidos no ano passado, dos quais apenas 15 mil eram novos.     O mercado editorial movimenta cerca de R$ 3 bilhões e cresce, nos últimos anos, a taxas vegetativas. O governo ainda é o principal comprador, com quase um quarto do mercado. “O que vai fundamentar ou dar diretriz é a publicação do Volp. Mas os principais livros e os novos já estão saindo com

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Mil livros de professores são apreendidos em sebos de Niterói e no Rio

Foram apreendidos, na tarde desta quinta-feira 12 de fevereiro, mil livros do professor (que contém respostas das questões) em dois sebos em Niterói e um no Rio. De acordo com a Assossiação Brasileira de Editores de Livro (Abrelivro), o material tem a venda proibida. Os livros foram recolhidos e levados para a Delegacia de Repressão contra a propriedade imaterial, em São Cristóvão.         DRCPIM combate à venda de livros proibidos em Niterói e no Centro do Rio  Redação SRZD    Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) estão realizando, neste momento, uma operação de combate à venda de livros com vendagem proibida. Os livros são destinados exclusivamente ao uso de professores, pois trazem questões e respostas.Duas livrarias em Niteroi já foram vistoriadas e diversos livros foram apreendidos. Outros estabelecimentos estão sendo vistoriadas no centro do Rio.     De acordo com a titular da especializada, delegada Andrea Menezes, a ação faz parte de uma campanha da Associação Brasileira dos Editores de Livros (Abrelivros) contra o comércio ilegal do livro do professor. O material apreendido será apresentado na delegacia especializada, em São Cristóvão, na Zona Norte.        Antipirataria apreende cerca de

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Mercado Aberto: Papel

O setor de papel e celulose está em negociação com o governo federal para a edição de medidas para enfrentar a crise econômica. Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Bracelpa (associação do setor), apresentou as prioridades na área ao ministro Guido Mantega durante reunião na semana passada: ampliação das linhas de financiamento para as operações de pré-embarque de celulose, apoio nos seguros de crédito para exportação e redução dos impostos dos investimentos. Para o papel, o pleito é por coibição do desvio de papel declarado como imune e ampliação dos programas governamentais para aquisição de livros didáticos.

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Ineficiência e improviso: os males da Educação Pública

Um estudo feito pelo Movimento Todos pela Educação, divulgado no final de 2008, trouxe uma boa e uma má notícia. Do lado positivo, está o fato de que os indicadores melhoraram. Preocupante, no entanto, tem sido o ritmo do avanço. Das cinco metas estipuladas pelo movimento para o Brasil atingir uma educação comparável a de países ricos, o país só atingiu, em 2007, uma delas, a relativa ao número de número de jovens com Ensino Médio concluído até os 19 anos. Neste ritmo, dificilmente a educação brasileira alcançará níveis de primeiro mundo em 2022, ano do bicentenário da Independência e prazo estipulado para que o país atinja padrões de excelência.     Ao comentar os resultados do estudo, o diretor-executivo do Todos Pela Educação, Mozart Neves, disse que ainda falta uma política de Estado para o setor educacional. Em outras palavras, os governos, em especial dos estados e municípios, ainda precisam definir diretrizes de longo prazo, pautadas em metas e em estratégias de participação da sociedade, para que o país possa experimentar avanços qualitativos maiores. “Projetos deste tipo, nenhum governante tem coragem de acabar. Ele pode até aperfeiçoar algum ponto, mas as metas fundamentais e a filosofia são preservadas“, salientou.

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Dúvidas com grafia desafiam setor editorial

Em vigor desde o dia 1º de janeiro, o acordo ortográfico ainda traz dúvidas, que só serão sanadas de forma definitiva quando for publicado o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), em março, pela Editora Global – a elaboração ficou a cargo da Academia Brasileira de Letras. Até lá, algumas editoras ainda aguardam as definições para ajustar as suas obras às novas regras.     Apesar de a definição sair em março, o governo federal mantém o edital para a compra de livros didáticos, que deve receber as obras que concorrem até abril. A estimativa da Câmara Brasileiro do Livro (CBL) é de que sejam necessários investimentos da ordem de R$ 30 milhões para a reedição dos livros, adaptando-os à nova ortografia – o cálculo leva em conta um universo de 45 mil títulos produzidos no ano passado, dos quais apenas 15 mil eram novos. O mercado editorial movimenta cerca de R$ 3 bilhões e cresce, nos últimos anos, a taxas vegetativas. O governo ainda é o principal comprador, com quase um quarto do mercado.     A presidente da CBL, Rosely Boschini, diz que os livros que “concorrem à adoção“ são os primeiros que passam por adaptação. E lembra

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