MEC distribui 905 laptops para secretarias municipais de Educação

O Ministério da Educação começou a distribuir 905 laptops para os secretários municipais de Educação que estarão reunidos em Brasília até sexta-feira (6). Os computadores portáteis contêm instruções sobre os programas do MEC.     Além da distribuição dos computadores, o MEC e a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) dará palestras aos secretários dos estados de Goiás, do Maranhão, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e do Piauí sobre o funcionamento do aparelho.    De acordo com a assessoria do ministério, cada computador portátil custou entre R$ 1.200 e R$ 1.500 para o governo federal. Os secretários que receberem os computadores terão prazo de 60 dias para enviar ao MEC cópia do documento que declare o laptop como patrimônio da Secretaria Municipal de Educação.    Para o secretário executivo do MEC, Henrique Paim, a distribuição dos laptops é uma maneira de levar a inclusão digital aos municípios. “O laptop envolve todo o trabalho que estamos fazendo de informatização. Essa ação visa a atingir o gestor de educação. Estamos distribuindo os laptops que contêm um conjunto de informações necessárias para o trabalho das secretarias. Como são muitas informações, é mais interessante que fique dentro de um equipamento

Ler mais

27 de fevereiro – Dia Nacional do Livro Didático

No dia em que se comemora a importância do livro didático no Brasil, a Abrelivros mostra quais os processos que compõem a produção do material indispensável à educação.     A complexidade da edição e produção do livro didático, muito maior do que a de outros tipos de obra, assim como as altas tiragens necessárias à sua viabilização, exige investimentos vultosos e aumenta significativamente o risco desse ramo editorial. Em conseqüência, as editoras organizam-se como empresas modernas. Dispõem de profissionais de alto nível, de complexa estrutura organizacional, de ampla rede de distribuição e de tecnologia sofisticada.     A liberdade de escolha dos educadores estimula uma competição que resulta na disponibilidade de várias opções para professores e alunos e beneficia a melhoria da qualidade. Por isso, editores, autores e professores em sua imensa maioria veem o livro didático com respeito, reservando-lhe importante papel de apoio no processo educacional.    Produção do livro didático    Presente no dia-a-dia de alunos e educadores, o livro didático é fruto de um trabalho em conjunto que envolve diferentes equipes e profissionais das editoras. A equipe editorial é responsável por conceber e desenvolver as obras e é dividida em profissionais do texto, de arte e

Ler mais

Adoção da reforma ortográfica em Portugal continua indefinida

Enquanto o Brasil avança na adoção das novas regras da escrita, Portugal ainda não conseguiu definir um cronograma para a aplicação do acordo ortográfico no país. Existe apenas a promessa de que o período de transição comece ainda no primeiro semestre deste ano.   Isso significa que os editores portugueses não sabem quando devem ter seus livros escritos de forma diferente da atual e não existe indicação de quando os estudantes vão começar a aprender a escrever de acordo com as novas regras.   Segundo Rui Nunes, assessor de imprensa do Ministério da Educação, ainda não foi tomada nenhuma medida para o ensino das novas regras ortográficas. Ele afirma que deverá ser feita a formação dos professores para se adaptarem às mudanças, mas não há previsão de quando isso vai ocorrer.   No Ministério da Cultura, as preocupações são de natureza política. O governo quer que Portugal publique as normas do acordo em diário oficial junto com São Tomé e Príncipe e Cabo Verde e que se forme a prometida comissão que vai elaborar o vocabulário ortográfico comum.   “Brasil foi precipitado’     A necessidade da existência de uma comissão responsável por elaborar um vocabulário ortográfico comum –que normatize

Ler mais

Alunos cegos ainda enfrentam dificuldades nas escolas pela falta de material adaptado

Apesar de considerar que o sistema braille já está universalizado no país, Regina Caldeira, da Comissão Brasileira do Braille e da Comissão Latino-Americana para Difusão do Braille, alerta que a aceitação obrigatória de crianças cegas nas escolas não é suficiente. Para ela, é preciso que o deficiente visual seja tratado dentro das mesmas condições que o aluno que enxerga – com livros transcritos, equipamentos adaptados e professores devidamente orientados.     Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Regina lembrou o bicentenário de aniversário de Louis Braille, criador do sistema. Quase 200 anos após o surgimento do braille, ela avaliou que o mercado brasileiro de publicações parece não estar preparado para atender a demanda de livros transcritos.    O caminho a ser percorrido pelas editoras, segundo Regina, é longo. Ela mesma considera a transcrição de livros para o braille uma tarefa difícil – além dos caracteres, é preciso trabalhar todas as vantagens disponíveis na leitura e na escrita visual, que incluem ilustrações, gráficos, mapas e simbologias.    “É um pouco mais demorado que a produção de livros comuns. Isso faz com que nem sempre a criança cega que está na escola tenha o livro a tempo como as

Ler mais

Registro dos Debates

Já está disponível no site do Ministério da Cultura, no link Direitos Autorais, o material audiovisual completo dos quatro seminários do Fórum Nacional de Direito Autoral realizados em 2008. Além dos vídeos, a página traz também textos e gráficos apresentados pelos palestrantes.    No material disponibilizado pode-se ter uma visão de tudo o que foi discutido sobre o tema até agora, com a opinião de amplos setores envolvidos na cadeia do direito autoral, que abrange artistas, associações de gestão coletiva, acadêmicos, consumidores, autores e demais titulares de obras intelectuais protegidas.    A página eletrônica traz também o debate internacional sobre o tema, através da participação de especialistas de 35 países que estiveram presentes no Seminário Internacional, realizado em Fortaleza, em novembro de 2008.    O Fórum Nacional de Direito Autoral é um espaço para a discussão das questões mais prementes da sociedade no que se refere à situação atual do direito de autor em nosso país. Tem como objetivos subsidiar a formulação da política autoral do Ministério da Cultura (MinC), bem como definir a necessidade ou não da revisão da legislação existente sobre a matéria e também redefinir o papel do Estado nessa área.    O debate vem sendo realizado

Ler mais

Justiça suspende compra de apostilas 6.000% mais caras que livros didáticos

A juíza Marisa Vasconcelos, da 1ª Vara da Justiça Federal em Taubaté, concedeu liminar obrigando a Prefeitura de Taubaté a comprar, sem licitação, apostilas que custariam até 6.000% mais caras que os livros do Programa Nacional do Livro Didático.    Com a decisão, a prefeitura não poderá efetuar qualquer pagamento à Expoente Soluções Comerciais e Educacionais, responsável pelo fornecimento das apostilas desde 2006 para as escolas municipais que deverá, agora, depositar eventual verba já recebida.    Para a juíza, o administrador tem o dever constitucional de ser zeloso com os recursos público, além de ter que ser razoável às necessidades da população e sempre evitar desperdícios.     Assim, segundo a magistrada, o prefeito de Taubaté não se pautou por esses princípios ao dispensar livros didáticos fornecidos gratuitamente pela União, prorrogando um contrato oneroso e fora da previsão legal    A decisão atendeu ao pedido feito pelo Ministério Público Federal em uma ação cautelar. Segundo a Procuradoria, a prefeitura pagaria R$ 10,5 milhões, verba da União, para renovar o contrato com a Expoente.    O autor da ação, procurador da República João Gilberto Gonçalves Filho, alega que o prefeito Roberto Peixoto, no fim de 2008, prometera fazer uma licitação. Ele

Ler mais

Unesco quer sensibilizar gestores sobre importância do acesso à leitura e à escrita

O livro Alfabeto da Esperança: Escritores pela Alfabetização, originalmente publicado em inglês, reúne textos sobre a importância da leitura e da escrita na vida de uma pessoa. Quinze escritores de diferentes nacionalidades contribuíram para a publicação lançada em 18 de fevereiro à noite pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em Brasília.   O livro faz parte do programa Escritores pela Alfabetização. Promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) no âmbito da Década das Nações Unidas para a Alfabetização (2003 – 2012) a iniciativa tem o objetivo de desenvolver um ambiente sustentável de alfabetização para todos. Segundo dados da Unesco, 776 milhões de cidadãos não têm acesso à leitura e à escrita, dois quais dois terços são mulheres.  O especialista em educação da Unesco no Brasil, Timothy Ireland, disse que o objetivo é sensibilizar os responsáveis pelas políticas de alfabetização “sobre a imensa importância de se criar possibilidades para que as pessoas que não tem acesso à leitura e à escrita passem a ter”.  A versão em português ganhou textos de João Ubaldo Ribeiro e do senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Na original, apenas o escritor Paulo Coelho constava da seleção.    Questionado sobre

Ler mais

Menos de dois em cada dez alunos da 8ª série têm conhecimento adequado de matemática

Menos de dois em cada dez alunos da 8ª série possuem conhecimentos adequados em matemática, aponta levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo movimento Todos pela Educação. Apesar de reconhecer que os percentuais de aprendizado no país ainda são baixos, o movimento registrou melhora na disciplina em todas as 26 capitais brasileiras para a 4ª série.   Os dados foram calculados a partir do resultado da Prova Brasil de 2007. A avaliação é feita pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) a cada dois anos em todas as escolas da rede pública da zona urbana do país com mais de 20 alunos em cada série.   Na 8ª série, o levantamento indica que 15 capitais registraram resultados abaixo do esperado e que em 11 delas houve redução do percentual de alunos com aprendizado considerado adequado em matemática.   O levantamento alerta ainda que, no Brasil, menos de três em cada dez alunos da 4ª série aprenderam o que é esperado para a sua série na mesma disciplina.   Os dados de aprendizado fazem parte do acompanhamento da Meta 3 do Todos Pela Educação, por meio do qual o movimento defende que, até 2022, 70% ou mais dos alunos

Ler mais

Haddad propõe ampliação gradual da obrigatoriedade do ensino até 2014

O ministro da Educação, Fernando Haddad, propôs nesta quarta-feira (18) que a ampliação do ensino obrigatório para a população entre 4 e 17 anos de idade ocorra gradualmente a partir deste ano até sua total implementação em 2014. Hoje, o ensino é obrigatório para a faixa entre seis e 14 anos.    Durante audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Câmara dos Deputados, Haddad defendeu que os R$ 9 bilhões anuais que a pasta deixa de arrecadar, por causa do fim da desvinculação das receitas da união (DRU), sejam destinados para garantir a obrigatoriedade do ensino para essa faixa etária. As informações são do Ministério da Educação.    “É preciso aproveitar o fim da DRU para estender e garantir direitos”, disse o ministro. De acordo com Haddad, as mais baixas taxas de atendimento na educação infantil e no ensino médio estão concentradas entre os 20% mais pobres da população. “É evidente que isso não é falta de interesse das famílias mais pobres, e, sim, falta de direito assegurado”.     Entre os 20% mais pobres, 78% dos jovens com idade entre 15 e 17 anos freqüentam o ensino médio, contra 94% dos jovens nessa mesma faixa etária

Ler mais
Menu de acessibilidade