Governo de SP fará `entrevista de emprego` com dirigentes de escola
Com discurso de foco na gestão, o governo João Doria (PSDB) vai implementar um novo sistema de seleção de cargos de chefia na educação em São Paulo.
Com discurso de foco na gestão, o governo João Doria (PSDB) vai implementar um novo sistema de seleção de cargos de chefia na educação em São Paulo.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou em resposta a um pedido feito por meio da Lei de Acesso à Informação que `até o momento não há nenhum fato concreto` sobre a chamada Lava Jato da Educação. O pente fino em eventuais casos de corrupção na pasta havia sido anunciado como uma prioridade do ministro Ricardo Vélez Rodríguez há quase um mês e meio.
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, disse que as diversas mudanças na pasta são de cunho administrativo, e não político. Ele rejeitou as acusações de influência do pensador Olavo de Carvalho nas demissões e nomeações nos três primeiros meses de governo. Vélez Rodrígues participou de audiência pública na Comissão de Educação da Câmara, na quarta-feira, 27. Durante mais de cinco horas, o ministro respondeu a questionamentos de cerca de 50 deputados.
Questionado por deputados da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, afirmou nesta quarta-feira (27) que as cotas nas universidades permanecerão “enquanto houver desigualdade”. Segundo ele, depois elas “desaparecerão naturalmente”. Ele também falou que o Fundo de Financiamento Infantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni) “têm que continuar”.
O presidente Jair Bolsonaro respondeu pelas redes sociais sobre a informação que circulavam na noite desta quarta-feira (27) de que o ministro da Educação, Ricardo Vélez, teria sido demitido.
O alto escalão do MEC anda abalado esta semana: depois de Tania Leme de Almeida, secretária de Educação Básica, e Marcus Vinicius Rodrigues, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), deixarem seus cargos é a vez Paulo César Teixeira pedir a conta. A carta de exoneração foi enviada na terça-feira (26/03) em solidariedade à saída de Rodrigues – que o havia convidado para o cargo.
“Comandar o MEC é um abacaxi do tamanho de um bonde”. Foi assim que o ministro Ricardo Vélez Rodríguez definiu sua tarefa à frente do Ministério da Educação. Nem três meses no posto de ministro, Ricardo Vélez comentou suas decisões diante da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27/03). Falando por quase cinco horas, ele tocou em temas tão distintos quanto o tiroteio em Suzano, Pablo Escobar, cocaína como produto de exportação até a “puxada de tapete” de Marcos Vinicius Rodrigues, antes de ser exonerado da presidência do Inep, autarquia responsável pelo Enem.
O general Francisco Mamede de Brito Filho, da reserva ativa do Exército e que já atuou como chefe do Estado Maior do Comando Militar do Nordeste, deve ser o novo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Ele atualmente é o chefe de gabinete no órgão. O general entraria no lugar do engenheiro Marcus Vinicius Rodrigues, que foi demitido ontem pelo ministro Ricardo Vélez Rodríguez.
Marcus Vinicius Rodrigues, ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foi exonerado do cargo na última terça-feira (26). Em entrevista ao Bom Dia Brasil, ele afirmou que não há comunicação dentro do Ministério da Educação (MEC).