Novo ministro da Educação defende tirar Bolsa Família de aluno agressor

Defensor do enfrentamento ao chamado “marxismo cultural”, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, diz que ficará vigilante a “tudo que sair” da pasta, como livros didáticos, e estará atento a “sabotagens”. Ele nega, porém, que haverá perseguição no MEC. “Não sou caçador de comunistas”, disse em entrevista exclusiva ao Estado. Ele afirmou que trabalhará para entregar o que está no plano de governo e não fará, por ora, mudanças no Fies ou no Prouni. “Chega de solavanco.”

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Bolsonaro dá posse a Weintraub e diz esperar jovens mais bem preparados que os pais e avós

O presidente da República, Jair Bolsonaro, deu posse ao novo ministro da Educação, o economista e professor Abraham Weintraub, nesta terça-feira, 9. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. “O que a gente quer do ministro da Educação? Que ele faça de nossos jovens, filhos e netos, melhores que seus pais e seus avós. É isso que eu espero e que toda a sociedade brasileira espera”, destacou o presidente.

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“A autocensura não é a prática da maioria dos autores de livros. Mas o medo de ser discriminado paira no ar”

Ricardo Vélez foi demitido do Ministério da Educação (MEC), mas suas declarações sobre os planos do Governo Bolsonaro de modificar materiais didáticos para negar o caráter ditatorial dos anos de chumbo no Brasil trouxeram à tona o clima de insegurança institucional que tomou conta do mercado editorial de livros escolares. O EL PAÍS apurou que, antecipando o novo posicionamento ideológico, autores de história pediram para fazer suavizar termos como ditadura e golpe de 64 na última versão dos livros que disputariam a licitação do PNLD 2020, voltado à compra de obras para os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A Associação Brasileira dos Autores de Livros Educativos (Abrale) afirma que as declarações recentes vindas de diversas partes do Governo sobre a elaboração de conteúdo didático preocupam o conjunto de autores de livros educativos. Porém, defende que é preciso entender o motivo de alguns autores optarem pela autocensura frente a um cenário adverso. “A autocensura dos autores, uma tônica hoje real em diversos setores da sociedade, apenas reflete uma situação de fragilidade e muito medo, de recusa do próprio trabalho intelectual, de sumir do ambiente escolar, de ser banido das relações de ensino e aprendizagem do qual participa ativamente”,

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Revisar ditadura nos livros de história exigiria novo currículo e novas evidências, dizem especialistas

Aplicar as mudanças anunciadas pelo ex-ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, aos livros didáticos de história que ensinam conceitos sobre o golpe militar de 1964 e a ditadura que durou até 1985 é um processo que precisa passar pela alteração da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, também, de conceitos considerados consenso dentro da historiografia. É o que dizem especialistas nas áreas de história e edição de livros didáticos consultados pelo G1.

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MEC universaliza impressão de livros didáticos em Braille

Pela primeira vez, o Ministério da Educação vai garantir que os mesmos livros didáticos utilizados em sala de aula por professores de todo o país, em 2019, terão impressão equivalente em tinta e em Braille. Isso significa mais inclusão para os estudantes cegos, além de ampliar as possibilidades de interação com os pais, professores e colegas de classe. A medida é um forte componente que garante visibilidade para essas pessoas, especialmente, na celebração do Dia Nacional do Sistema Braille, em 8 de abril.

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