Parlamentares criam Frente da Educação; prioridade é financiamento

O financiamento da educação será prioridade da Frente Parlamentar Mista da Educação, criada hoje (10) no Congresso Nacional. Segundo a presidente da frente parlamentar, deputada Professora Dorinha Rezende (DEM-TO), os deputados e senadores que fazem parte do grupo terão primeiramente como foco a continuidade do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

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Ministro da Educação anuncia novos secretários

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou hoje (10) os novos secretários que vão compor a equipe do Ministério da Educação (MEC). Haverá mudanças na maior parte das secretarias. De acordo com nota divulgada pelo MEC, chefiará a Secretaria Executiva Antonio Paulo Vogel de Medeiros. O novo secretário executivo adjunto será Rodrigo Cota. A Secretaria de Educação Superior será chefiada por Arnaldo Barbosa de Lima Junior e a Secretaria de Educação Básica, por Janio Carlos Endo Macedo.

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Bolsonaro assina projeto de lei que pretende regulamentar a educação domiciliar no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (11) o projeto de lei que pretente regulamentar a educação domiciliar no Brasil. O texto não foi divulgado e ainda não está publicado no “Diário Oficial da União”. A proposta estava entre as prioridades dos 100 primeiros dias de governo, completados nesta quarta. Antes de entrar em vigor, o texto precisa tramitar no Congresso.

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Novo ministro da Educação defende tirar Bolsa Família de aluno agressor

Defensor do enfrentamento ao chamado “marxismo cultural”, o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, diz que ficará vigilante a “tudo que sair” da pasta, como livros didáticos, e estará atento a “sabotagens”. Ele nega, porém, que haverá perseguição no MEC. “Não sou caçador de comunistas”, disse em entrevista exclusiva ao Estado. Ele afirmou que trabalhará para entregar o que está no plano de governo e não fará, por ora, mudanças no Fies ou no Prouni. “Chega de solavanco.”

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Bolsonaro dá posse a Weintraub e diz esperar jovens mais bem preparados que os pais e avós

O presidente da República, Jair Bolsonaro, deu posse ao novo ministro da Educação, o economista e professor Abraham Weintraub, nesta terça-feira, 9. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto, em Brasília. “O que a gente quer do ministro da Educação? Que ele faça de nossos jovens, filhos e netos, melhores que seus pais e seus avós. É isso que eu espero e que toda a sociedade brasileira espera”, destacou o presidente.

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“A autocensura não é a prática da maioria dos autores de livros. Mas o medo de ser discriminado paira no ar”

Ricardo Vélez foi demitido do Ministério da Educação (MEC), mas suas declarações sobre os planos do Governo Bolsonaro de modificar materiais didáticos para negar o caráter ditatorial dos anos de chumbo no Brasil trouxeram à tona o clima de insegurança institucional que tomou conta do mercado editorial de livros escolares. O EL PAÍS apurou que, antecipando o novo posicionamento ideológico, autores de história pediram para fazer suavizar termos como ditadura e golpe de 64 na última versão dos livros que disputariam a licitação do PNLD 2020, voltado à compra de obras para os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano). A Associação Brasileira dos Autores de Livros Educativos (Abrale) afirma que as declarações recentes vindas de diversas partes do Governo sobre a elaboração de conteúdo didático preocupam o conjunto de autores de livros educativos. Porém, defende que é preciso entender o motivo de alguns autores optarem pela autocensura frente a um cenário adverso. “A autocensura dos autores, uma tônica hoje real em diversos setores da sociedade, apenas reflete uma situação de fragilidade e muito medo, de recusa do próprio trabalho intelectual, de sumir do ambiente escolar, de ser banido das relações de ensino e aprendizagem do qual participa ativamente”,

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Revisar ditadura nos livros de história exigiria novo currículo e novas evidências, dizem especialistas

Aplicar as mudanças anunciadas pelo ex-ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, aos livros didáticos de história que ensinam conceitos sobre o golpe militar de 1964 e a ditadura que durou até 1985 é um processo que precisa passar pela alteração da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, também, de conceitos considerados consenso dentro da historiografia. É o que dizem especialistas nas áreas de história e edição de livros didáticos consultados pelo G1.

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