O que se sabe sobre a volta das aulas presenciais no Brasil
Escolas públicas e particulares de todo o país estão fechadas e com as atividades presenciais suspensas desde meados de março devido à pandemia do novo coronavírus.
Escolas públicas e particulares de todo o país estão fechadas e com as atividades presenciais suspensas desde meados de março devido à pandemia do novo coronavírus.
Em todo o país, pouco menos da metade das escolas públicas (46,7%) tem acesso a saneamento básico – isso significa distribuição de água potável, coleta e tratamento de esgoto, drenagem urbana e coleta de resíduos sólidos. Entre as particulares esse percentual sobe para 89%. Além disso, 30% das escolas públicas e privadas no Brasil têm área verde em sua infraestrutura, como jardins, hortas e outros espaços recreativos.
O Brasil se livrou na semana passada de um ministro da Educação que nada se importava com Educação. Deixemos então Abraham Weintraub de lado, agora que ele finalmente se foi. E falemos do que as cidades brasileiras fizeram em suas redes de ensino durante a pandemia, mesmo sem qualquer articulação do governo federal.
Depois de 14 meses e uma coleção de polêmicas, Abraham Weintraub deixa o Ministério da Educação. A sua saída foi anunciada em um vídeo ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na tarde desta quinta-feira (19).
A gestão de Abraham Weintraub no Ministério da Educação (MEC) foi anunciada como técnica, e objetivava que os projetos educacionais do governo saíssem do papel. Passados 14 meses, especialistas analisam que o próximo ministro verá que muitos problemas urgentes não foram resolvidos, e outros foram criados.
Menos de 40% das redes de ensino municipais qualificaram ou estão dando formação aos seus professores para lecionar durante a pandemia de covid-19, com recursos de educação a distância – 61% das redes informam que não ofereceram qualquer treinamento.
Em vídeo publicado nas redes sociais nesta quinta-feira (18), o economista Abraham Weintraub anunciou sua saída do cargo de ministro da Educação, que ocupava desde abril de 2019. Na gravação, ele aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro.
Demitido após 14 meses à frente do Ministério da Educação, Abraham Weintraub deixou como marca a ruptura de diálogo do governo federal com professores, estudantes, redes de ensino e universidades, segundo avaliação de entidades educacionais.
A falta de articulação entre União, estados e municípios na área de educação para enfrentar a pandemia do coronavírus é uma das principais conclusões da Comissão Externa da Câmara dos Deputados que analisa as ações do Ministério da Educação (MEC). Boletim divulgado pelos integrantes do grupo aponta a ausência de uma política nacional para esse período, além da falta de regulamentação de um Sistema Nacional de Educação.