Undime realiza videoconferência de lançamento da pesquisa Ações das Secretarias Municipais de Educação durante a pandemia da Covid-19 e a importância da Busca Ativa Escolar

Com o objetivo de coletar informações sobre a oferta de atividades não presenciais, a previsão de retorno das aulas e a preparação para a volta no contexto da pandemia da Covid-19, a Undime, com apoio da Fundação Itaú Social e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), realizou um levantamento envolvendo 4.272 redes municipais, o que corresponde a 77% do total de municípios do país.

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Encontro on-line discutiu soluções inovadoras para o Programa Nacional do Livro e do Material Didático

Na quarta-feira, dia 2 de setembro, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) realizou o primeiro Café do Conhecimento em formato digital. Desta vez, o tema foi o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e os novos conceitos e desafios para a distribuição digital. O encontro on-line contou com a presença da equipe da Diretoria de Ações Educacionais (DIRAE), técnicos do FNDE, representantes de escolas, professores, editoras, órgãos de controle e convidados especialistas da área educacional.

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A 4 meses do fim do ano e com desafios da pandemia à frente, MEC só executou 48% do dinheiro que tem para este ano

O Ministério da Educação ainda precisa dar destino a R$ 26,5 bilhões de seu orçamento de 2020. Faltando 4 meses para o fim do ano, só foram pagos R$ 68,7 bilhões (48%) até agosto dos R$ 142,8 bilhões totais aprovados para a área. Outros R$ 47,6 bilhões estão “prometidos” (empenhados) para serem aplicados, mas ainda aguardam execução. A análise é do Thiago Alves, professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) e pesquisador do Laboratório de Dados Educacionais, com dados da Controladoria-Geral da União (CGU).

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Por que taxar os livros pode gerar retrocesso social e econômico no país

“Eu continuo firmemente pensando em modificar o mundo e acho que a literatura tem uma grande importância”, afirmou o célebre escritor Jorge Amado em janeiro de 1988 no extinto Jornal da Tarde. É de se intuir que o autor de Gabriela Cravo e Canela, Tereza Batista Cansada de Guerra, Capitães da Areia (com esse você provavelmente já esbarrou em uma lista de obras obrigatórias) e outros grandes clássicos da literatura nacional se referisse, nessa frase, ao papel social de seus próprios livros, que tinham como pano de fundo importantes debates políticos.

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Reabertura das escolas no Brasil: como começar a pensar o planejamento?

Em meio à retomada do comércio e das atividades em inúmeras áreas, surge a pergunta: quando e como devem ser reabertas as escolas no Brasil? A discussão é inevitável já que com muitos pais e responsáveis retomando os trabalhos presenciais, a demanda de ter apoio para acompanhar os estudos e os filhos (especialmente os menores) também ganha destaque.

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IPA se manifesta contrária à tributação do livro

A International Publishers Association (IPA) divulgou nesta quarta-feira (02) um documento em que pede ao governo brasileiro para desistir de tributar o livro, com a implantação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que consta na reforma tributária em análise no Congresso. Pela proposta, o livro deixará de ser isento da contribuição que substituirá o PIS/Cofins dos quais é isento desde 2004. “Os livros são ativos estratégicos que impulsionam a economia do conhecimento, facilitam a mobilidade social ascendente, bem como o crescimento pessoal, e trazem benefícios sociais, culturais e econômicos generalizados”, diz o documento.

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Precisamos investir na leitura, não taxar livros

Recentemente Paulo Guedes, Ministro da Economia, propôs, através de um projeto de lei, tributar livros em 12%. Na prática, o projeto visa mudar um artigo contido na nossa Constituição Federal, que determina isenção de impostos sobre livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão. A justificativa do atual ministro para essa iniciativa foi a de que os livros são apenas consumidos hoje por uma elite que poderá continuar comprando mesmo com o aumento.

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Educação de olho no futuro

São Paulo tem o orgulho de dizer que é o primeiro estado do Brasil a ter um currículo de ensino médio alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e à reforma do ensino médio. Um documento moderno, inovador, focado naquilo que é o ponto central de tudo: o aprendizado dos jovens.

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