MEC estuda cooperação educacional entre Brasil e EUA

O ministro da Educação Cristovam Buarque recebeu, na sexta-feira, 07/02, a visita da embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Donna J. Hrinak. No encontro foi discutida a elaboração de uma proposta de expansão da cooperação educacional entre os dois países, a ser apresentada no encontro de cúpula Brasil-Estados Unidos, ainda este ano.     A cooperação entre os dois países, que foi assinada em 1997 e prorrogada por duas vezes, tem vigência até dezembro de 2005. Entre as áreas prioritárias da cooperação estão as ligadas à tecnologia em Educação, ao fortalecimento do desenvolvimento profissional de professores e administradores de escolas e os   padrões, avaliações e indicadores educacionais.     Já foram realizadas diversas missões de técnicos, professores e administradores educacionais, do Brasil e dos EUA, para promover o intercâmbio de informações sobre seus sistemas educacionais e contribuir para o aperfeiçoamento profissional dos dois países.

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Acordo de proteção ao pensamento e à educação

O alto comissário de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, assinou na semana passada um acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) para promover os direitos dos intelectuais, escritores, jornalistas, cientistas, professores e artistas em todo o mundo. Outro objetivo do acordo é garantir que mulheres possam ter as mesmas oportunidades de acesso à educação que os homens.     A iniciativa, assinada em Paris, faz parte de projeto do brasileiro de dar maior atenção às violações contra a liberdade de expressão desses profissionais.     O acordo concluído entre as duas entidades ainda responde ao pedido do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, de incluir o tema de direitos humanos em todos os temas da agenda internacional.  

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Deputado propõe comissão especial sobre juventude

O deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) propôs a criação de uma comissão especial de política pública para a juventude em virtude da situação dos mais de oito milhões de jovens brasileiros que têm apenas dois anos de escolaridade e não encontram a oportunidade do primeiro emprego.     Em ofício ao presidente da Câmara, deputado João Paulo (PT-SP), Lopes pede apoio para viabilizar a instalação da comissão. “Vou buscar apoio também do Colégio de Líderes, pois a Câmara não pode ficar à margem dos esforços para a inclusão da juventude“, justificou.     O petista citou dados que revelam que 80% da violência ocorrida no país é praticada por jovens na faixa etária de 16 a 24 anos. “É uma clara demonstração da inexistência de políticas para a juventude, já que a violência está diretamente ligada à exclusão“, concluiu.  

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Ministério da Cultura estuda reestruturação

Após essa fase, equipe ministerial inicia a implantação prática dos projetos no setor     BRASÍLIA – O orçamento é pequeno, a estrutura, precária. Mesmo com poucos recursos, o Ministério da Cultura tem planos ambiciosos para sua atuação. Quer romper com o modelo de gestão liberal que marcou os últimos anos e retomar o poder sobre a produção cultural no País. “Vamos interferir de maneira marcante na política cultural. Mas não de uma forma autoritária ou burocrática. Será um ajuste no mecanismo para corrigir os desvios que apareceram pelo caminho“, afirma o secretário-executivo do ministério, Juca Ferreira.     Para isso é preciso dinheiro, e o ministério hoje recebe 0,28% do orçamento – o equivalente a R$ 264.811.252. Como não há esperança de fazer a verba aumentar, novas fontes de recursos estão sendo discutidas. Uma delas é a criação da Loteria Cultural, um concurso federal em que parte considerável da renda iria para os cofres do ministério. Por enquanto, fala-se de 40% a 50% dos lucros obtidos.      A criação de uma política industrial cultural também deverá afetar a área editorial. Ferreira considera inexplicável o fato de os livros brasileiros terem preços tão altos, o que torna a leitura

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Problemas da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo.

Para ex-titulares da pasta da Educação e representantes de professores, ingerência e ações assistenciais prejudicam trabalhos    Ex-secretários criticam pressão e marketing   Uma secretaria de governo com muito dinheiro, prestígio e visibilidade -a vitrine da administração da maior cidade do país.  Em vez de ajudar, essa privilegiada condição tem atrapalhado a vida da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo.  A pasta teve três secretários em dois anos e está há um mês com uma secretária interina -especula-se que a decisão sobre o novo nome possa sair nesta semana.  Dois dos ex-secretários avaliam que na raiz dos problemas estão pressões por ações assistenciais rápidas e grandiosas e “olho gordo“ por causa das verbas -a secretaria concentra quase um terço dos recursos da prefeitura, e muita gente quer se intrometer na sua gestão, inclusive para fazer marketing e obter efeitos eleitorais.  Representantes de professores, diretores e supervisores da rede corroboram essa análise e ainda reclamam de outros pontos.  A Secretaria Municipal da Educação discorda da avaliação.   Leia mais Outro lado: Criança precisa de roupa e material, afirma secretaria   Não adianta ter uma boa escola, se a criança não tem roupa nem material para usar. Esse é o resumo da

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Congresso Educador e Feira Educar acontecem em maio

A 10ª edição do Educador – Congresso Internacional de Educação será realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, de 14 a 17 de maio. O evento, que acontece paralelamente à Educar – Feira Internacional de Educação, deve reunir aproximadamente 22 mil congressistas de todo o país.     Destinado aos profissionais da área, especialmente mantenedores, diretores e gestores de ensino privado, o Congresso deste ano tem como tema “Idealismo Empreendedor – Excelência nas Instituições de Ensino”. A proposta, segundo o diretor da organizadora do evento PromoFair, Carlos Soares, é intercambiar informações no campo da pesquisa e do desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, além de oferecer conteúdo técnico para facilitar a administração de estabelecimentos de ensino da educação infantil ao ensino superior.     As palestras acontecerão simultaneamente em cinco auditórios e contam com as presenças dos educadores internacionais Pierre Levy, Steen Larsen, José Maria Gasalla, Francis Imbert e Michel Develay. Entre os palestrantes nacionais estão Gustavo Boog, José Eduardo Cardozo, Leandro de Lajonquiére, Mário Sérgio Cortella e Paulo Gaudêncio.     As inscrições devem ser feitas até o dia 5 de maio pela internet ou pelo telefone 0800 888 6001.  

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Ministros da Educação do Mercosul se reúnem no Paraguai

Será em Assunção (Paraguai), a próxima reunião de ministros da Educação dos países do Mercado Comum do Cone Sul (Mercosul). Os seminários e as reuniões técnicas e preparativas para esse encontro começam em março, em Assunção, para discutir temas, programas e áreas de cooperação ligados à Educação Fundamental, Média e Superior do Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile e Bolívia.     Políticas de Promoção do Êxito Escolar, Sistema de Informação e Comunicação e Educação Especial também serão abordados nestas reuniões.     Dia 14 de abril, será realizado um encontro sobre o Mercosul Educacional e a Feira do Livro, em Buenos Aires (Argentina). A reunião dos ministros acontecerá em junho.     “O presidente Lula disse que o Mercosul é prioritário e também achamos importantíssimo o Mercosul Educacional“, explica a chefe da Assessoria Internacional do Ministério da Educação, Vitória Alice Cleaver. Segundo ela, a mudança de presidentes dos países do Mercosul não provocou a descontinuidade no Mercosul Educacional.     Há mais de 10 anos se trabalha nessa área, inclusive, escolas dos países ligados a este mercado comemoram no dia 26 de março o Dia Mundial do Mercosul.     No Brasil, nesta data no ano passado, o MEC distribuiu

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MEC divulga valor mínimo do Fundef por aluno para este ano

Estados e municípios devem gastar este ano, no mínimo, R$ 446,00 por aluno matriculado da 1ª a 4ª série e R$ 468,30 para estudantes da 5ª a 8ª série do ensino fundamental. Os novos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef/MEC) foram anunciados no dia 27 pela secretária de Educação Fundamental, Maria José Feres.     A secretária comunicou também que o ministro da Educação, Cristovam Buarque, vai constituir um grupo de trabalho, com prazo de 60 dias, para examinar as possibilidades reais de aumentar o valor anual do mínimo por aluno ainda em 2003. Pela lei que criou o Fundo, lembra Maria Feres, o recurso por aluno/ano deveria ser a média nacional que, em 2003, está estimada em R$ 733,00.    – Nosso desafio é apontar alternativas para chegar ao cumprimento da lei e acabar com a distorção que se acumula há muito tempo. Não será de um dia para o outro e não será este ano, mas estamos agindo, disse a secretária.    De acordo com Maria José Feres, entre os impedimentos que o ministro da Educação encontrou para cumprir a lei do Fundef de imediato, estão o orçamento

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Declaração de Porto Alegre

O Comitê de Organização do Fórum Mundial de Educação (FME) apresentou, no encerramento do evento (19 a 22/01/03), a Declaração de Porto Alegre. O documento enfoca, entre outras coisas, o compromisso de elaborar uma Plataforma Mundial de Educação. Conheça a seguir a íntegra do documento:    Declaração de Porto Alegre    FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO     PREÂMBULO     A segunda edição do Fórum Mundial de Educação, realizada em Porto Alegre (RS), Brasil, às vésperas do Fórum Social Mundial, reunindo um número de educadoras, educadores e estudantes superior a 15 mil pessoas, representando mais de 100 países, de todos os continentes, comprova a expansão e a vitalidade do movimento social que defende a educação pública, laica e gratuita de qualidade para todas as mulheres e homens do Planeta.  Um ano após a realização do primeiro Fórum Mundial de Educação, neste segundo momento de organização coletiva de nossa reflexão sobre os limites e as potencialidades, sobre os recuos e os avanços, sobre as dificuldades e as vitórias de uma educação libertadora e inclusiva, capaz de promover a cidadania ativa, intermulticultural e planetária, retomamos a análise crítica do contexto dominado pela hegemonia do projeto neoconservador e neoliberal e ratificamos nossos compromissos

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