Educacenso 2009: Matrícula na educação básica “perdeu” 652.416 alunos; queda era esperada

O Educacenso 2009 confirma a tendência de “ligeira queda” da matrícula na educação básica. De 2008 para 2009, houve diminuição de 1,2% no total de inscrições. Em termos numéricos, essa porcentagem significa 652.416 estudantes. As informações completas da edição 2009 do Censo da Educação Básica devem ser divulgadas ainda esta semana pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).   A queda segue o crescimento da população. Segundo dados Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE), a taxa de fecundidade atingiu o nível mais baixo da história (1,89 filhos por mulher), ficando abaixo do nível de reposição.   O levantamento do MEC contabilizou 52.580.452 alunos e 197.468 escolas, sendo o poder público responsável por 86,1% do alunado. A rede municipal é a mais signficativa e responde por 46,2% do total de estudantes, ou seja, 24.315.309 matrículas.   Segundo o Inep, o ensino fundamental também apresentou queda de 1,2% nas matrículas. As oscilações, no entanto, não chegam a 2% na maioria dos Estados brasileiros. Em apenas cinco unidades federativas há diminuição do número de matrículas em patamares acima de 2%: Paraíba (-3,5%); Ceará (-2,5%); Bahia (-2,3%); Minas Gerais (-2,3%); e Mato Grosso (-2,2%).   Fundamental

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Educacenso 2009: Matrícula na educação básica “perdeu” 652.416 alunos; queda era esperada

O Educacenso 2009 confirma a tendência de “ligeira queda” da matrícula na educação básica. De 2008 para 2009, houve diminuição de 1,2% no total de inscrições. Em termos numéricos, essa porcentagem significa 652.416 estudantes. As informações completas da edição 2009 do Censo da Educação Básica devem ser divulgadas ainda esta semana pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira).   A queda segue o crescimento da população. Segundo dados Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE), a taxa de fecundidade atingiu o nível mais baixo da história (1,89 filhos por mulher), ficando abaixo do nível de reposição.   O levantamento do MEC contabilizou 52.580.452 alunos e 197.468 escolas, sendo o poder público responsável por 86,1% do alunado. A rede municipal é a mais signficativa e responde por 46,2% do total de estudantes, ou seja, 24.315.309 matrículas.   Segundo o Inep, o ensino fundamental também apresentou queda de 1,2% nas matrículas. As oscilações, no entanto, não chegam a 2% na maioria dos Estados brasileiros. Em apenas cinco unidades federativas há diminuição do número de matrículas em patamares acima de 2%: Paraíba (-3,5%); Ceará (-2,5%); Bahia (-2,3%); Minas Gerais (-2,3%); e Mato Grosso (-2,2%). Fundamental de

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ABRELIVROS realiza coquetel de abertura de sua nova sede

A Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (ABRELIVROS) realizou, na noite de 26 de novembro, um coquetel de inauguração de sua nova sede, em São Paulo. O presidente da entidade, Jorge Yunes, recebeu representantes do setor editorial e governamental, entre eles, Rafael Torino, diretor de ações educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).       O novo local congrega salas de auditório, reunião, presidência, diretores, além de um espaço destinado aos funcionários responsáveis pelo atendimento. Yunes afirma que a nova sede representa mais um avanço para a entidade. “A ABRELIVROS vem crescendo muito, mostrando seu posicionamento e soluções em diversas questões que envolvem o setor de livros escolares e nossa nova casa é mais um símbolo dessa evolução”, conclui.   A nova sede da ABRELIVROS está situada na rua Funchal, nº 263, conjuntos 61/62, no bairro da Vila Olímpia, na Capital.     Sobre a entidade   A Abrelivros – Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares, é uma entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 1991, e que congrega as principais editoras de livros escolares do país.  Dentre seus principais objetivos está o de colaborar para o desenvolvimento educacional e cultural do país, através de

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ABRELIVROS realiza coquetel de abertura de sua nova sede

A Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (ABRELIVROS) realizou, na noite de 26 de novembro, um coquetel de inauguração de sua nova sede, em São Paulo. O presidente da entidade, Jorge Yunes, recebeu representantes do setor editorial e governamental, entre eles, Rafael Torino, diretor de ações educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).       O novo local congrega salas de auditório, reunião, presidência, diretores, além de um espaço destinado aos funcionários responsáveis pelo atendimento. Yunes afirma que a nova sede representa mais um avanço para a entidade. “A ABRELIVROS vem crescendo muito, mostrando seu posicionamento e soluções em diversas questões que envolvem o setor de livros escolares e nossa nova casa é mais um símbolo dessa evolução”, conclui.   A nova sede da ABRELIVROS está situada na rua Funchal, nº 263, conjuntos 61/62, no bairro da Vila Olímpia, na Capital.      

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ABRELIVROS realiza coquetel de abertura de sua nova sede

A Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (ABRELIVROS) realizou, na noite de 26 de novembro, um coquetel de inauguração de sua nova sede, em São Paulo. O presidente da entidade, Jorge Yunes, recebeu representantes do setor editorial e governamental, entre eles, Rafael Torino, diretor de ações educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).       O novo local congrega salas de auditório, reunião, presidência, diretores, além de um espaço destinado aos funcionários responsáveis pelo atendimento. Yunes afirma que a nova sede representa mais um avanço para a entidade. “A ABRELIVROS vem crescendo muito, mostrando seu posicionamento e soluções em diversas questões que envolvem o setor de livros escolares e nossa nova casa é mais um símbolo dessa evolução”, conclui.   A nova sede da ABRELIVROS está situada na rua Funchal, nº 263, conjuntos 61/62, no bairro da Vila Olímpia, na Capital.     Sobre a entidade   A Abrelivros – Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares, é uma entidade civil sem fins lucrativos, fundada em 1991, e que congrega as principais editoras de livros escolares do país.  Dentre seus principais objetivos está o de colaborar para o desenvolvimento educacional e cultural do país, através de

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A ciência descobre Lobato

Uma das principais pesquisadoras da obra de Monteiro Lobato, Marisa Lajolo, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, conquistou o prêmio Jabuti em 2009 por meio de uma obra nascida no âmbito de um Projeto Temático da FAPESP.   Vencedor do maior prêmio literário brasileiro deste ano, na categoria não-ficção, Monteiro Lobato: livro a livro – Obra infantil deriva do projeto Monteiro Lobato (1882-1948) e outros modernismos brasileiros, que durou de 2003 a 2007.   O livro é resultado do trabalho de vinte e oito pesquisadores. Cada um analisou uma obra infantil de Lobato: como ela foi escrita, as influências que o autor recebeu e a evolução de cada edição revista pelo autor.   Para isso, eles se debruçaram sobre diferentes acervos do escritor: na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, nos arquivos da antiga Companhia Editora Nacional (atual IBEPP) mas, principalmente o acervo documental doado à Unicamp pela família de Lobato. São quase dois mil itens que pertenceram ao autor, incluindo fotos, desenhos, livros, cartas e documentos editoriais e escolares.   Cada livro infantil de Lobato foi transformado em um capítulo da obra organizada por Lajolo e por João Luís Ceccantini, professor da Faculdade de Ciências

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Escolas terão de assinar termo para receber obras

Em uma iniciativa para combater o descarte indevido de livros didáticos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) mudou as regras de participação no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Com a publicação da Resolução do FNDE nº 60, do dia 20 último, as escolas públicas federais e as secretarias de educação estaduais, municipais e do Distrito Federal devem assinar termo de adesão ao programa para que as escolas indiquem os livros.     Até então, todas as escolas públicas recebiam o material, exceto aquelas que se manifestassem em contrário. O PNLD distribui gratuitamente obras para estudantes da educação básica da rede pública.   “Invertemos o procedimento”, afirma o diretor de ações educacionais do FNDE, Rafael Torino. “Agora, quem não aderir formalmente ao programa não receberá os livros didáticos.” O termo de adesão, que valerá para a distribuição das obras a partir de 2011, estará acessível na página eletrônica do FNDE em janeiro de 2010. O documento precisa ser firmado e devolvido até o fim de maio do ano que vem. A Resolução nº 60/2009 também confirma a distribuição de livros didáticos de inglês, espanhol, sociologia e filosofia. A partir de 2011, as obras de língua estrangeira serão distribuídas

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Correção de fluxo escolar terá investimento de R$ 78 milhões

Mais de 680 mil estudantes do ensino fundamental que estão em séries ou anos incompatíveis com a idade receberão atendimento específico durante o ano letivo de 2010, até superar a defasagem. Para vencer esse obstáculo em escolas de 1.147 municípios, o Ministério da Educação vai investir cerca de R$ 78 milhões.   A correção do fluxo escolar será feita com o uso de tecnologias educacionais desenvolvidas pelos institutos Ayrton Senna e Alfa e Beto e pelo Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação (Geempa). Todas elas pré-qualificadas pelo MEC.   No conjunto, as três entidades vão atender instituições de ensino dos 26 estados que pediram ajuda tecnológica para enfrentar o problema. Essas escolas registraram baixos índices de desenvolvimento da educação básica (Ideb) em 2005 e 2007. A média nacional do Ideb em 2005 foi de 3,8 pontos e em 2007, de 4,2 pontos, numa escala até dez.   De acordo com o coordenador-geral de tecnologias da educação da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Raymundo Carlos Machado Ferreira Filho, o Instituto Ayrton Senna será responsável pelo atendimento a 505 municípios e a 276,3 mil alunos. A tecnologia usada será o programa Acelera, Brasil. O Instituto Alfa

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Obras para neoleitores terão edição de 300 mil exemplares

O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira, 26, a relação dos vencedores do 3º Concurso Literatura para Todos. Cada escritor selecionado receberá um prêmio de R$ 10 mil, em dinheiro, e as obras, que integrarão a coleção Literatura para Todos, serão publicadas com tiragem de 300 mil exemplares.   O público-alvo dos livros premiados são os chamados neoleitores, jovens com mais de 15 anos e adultos que participam do programa Brasil Alfabetizado em todo o país e nas escolas públicas com turmas de educação de jovens e adultos (EJA). A premiação será no dia 4 de dezembro, no encerramento da 6ª Conferência Internacional de Jovens e Adultos (Confitea), evento que acontece de 1º a 4, em Belém. No gênero poesia foram premiados quatro autores: Maria Amélia de Amaral e Elói com a obra Poesia torta; Alexandre Jorge Marinho Ribeiro, com Poemas de pouco empenho; Adriano Bitarães Netto, com Poesia da indagação; e José Luís Tavares (de Cabo Verde, África), com À bolina ao redor do Natal. Dois autores venceram no gênero prosa: Mayrant Gallo, com Moinhos, e Carlos Augusto de Almeida, com Tempo de chuva. No gênero tradição oral venceu Marco Aurélio Pinotti Catalão, com No cravo e na ferradura;

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