Escolas começam a registrar o rendimento dos estudantes

O sistema Educacenso abre nesta terça-feira, 1º de fevereiro, o prazo para que as 194.939 escolas de educação básica do país informem pela internet o movimento e o rendimento individual dos alunos no fim do ano letivo de 2010.     O sistema eletrônico de envio estará aberto até 11 de março. A escola deve informar se o estudante matriculado foi aprovado ou não em 2010, se foi transferido ou se abandonou os estudos. Anualmente, o Censo Escolar da Educação Básica faz a coleta dados — a referência é a última quarta-feira de maio. No início do ano posterior, as escolas informam o movimento e o rendimento dos alunos. Este ano, os dados serão divulgados na página eletrônica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), em 14 de março. Até o dia até 31 do mesmo mês, o sistema será reaberto para que as escolas procedam às necessárias retificações. A divulgação final está prevista para 12 de abril.O lançamento dos dados deve ser feito no módulo Situação do Aluno, na página eletrônica do Educacenso.

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Banda larga já chega a 91% das escolas públicas urbanas do País

O Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE) oferece conexão gratuita à internet a 91,6% das escolas públicas urbanas do Brasil. Até 31 de dezembro de 2010, 57.586 instituições de ensino contavam com a conexão em banda larga, de acordo com o último balanço divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).   A meta é que o projeto atenda todas as 62.864 escolas até o fim deste ano. O programa é uma parceria do Ministério das Comunicações, Ministério da Educação (MEC), Anatel e operadoras de telefonia.   O levantamento revela que São Paulo é o estado com o maior número de escolas beneficiadas: 7.099 unidades. Em seguida vêm Minas Gerais (6.839), Bahia (5.645), Rio de Janeiro (4.847) e Paraná (3.836). Durante todo o ano passado, foi garantida internet gratuita a 14.588 instituições federais, estaduais e municipais situadas em zona urbana.   Até o fim de 2011, as 5.278 escolas públicas urbanas que ainda não possuem banda larga deverão ser contempladas, devido a um acordo feito entre a Anatel e as teles.Outras instituições de ensino que vierem a surgir nos próximos anos também deverão receber internet, já que a vigência do programa vai até 2025, com compromisso de ampliação periódica da velocidade

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MEC deve elaborar ‘expectativas de aprendizagem’ para cada série do fundamental

O Ministério da Educação (MEC) deve realizar consultas públicas nacionais para elaborar “expectativas de aprendizagem” para cada série ou bloco do ensino fundamental.   A proposta é fixar o que seria ideal que os alunos aprendessem em cada etapa, para que as escolas elaborem seus currículos a partir desse levantamento. A ideia está prevista nas novas diretrizes nacionais para o ensino fundamental, aprovadas pelo MEC em dezembro do último ano. O documento não traz prazo para realização da consulta pública. A proposta era atualizar as últimas diretrizes, em vigor desde 1998, tomando como ponto de partida o ensino fundamental de nove anos. “As expectativas de aprendizagem vão dizer o que uma criança tem o direito de aprender em uma determinada etapa”, explica o relator das novas diretrizes, Cesar Callegari, que é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE). Cada escola fica responsável por determinar se trabalhará as expectativas por séries ou blocos de séries. Ela também fica responsável por elaborar seu currículo, a partir das expectativas de aprendizagem, garantindo a participação dos pais e da comunidade.   “O currículo não é uma receita, mas uma construção coletiva, por isso os pais e a comunidade devem ser protagonistas”, avalia Callegari. “Com

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Livro sobre PNLL está disponível para download

Lançado em dezembro de 2010, o livro PNLL: Textos e História traz documentos, artigos e realizações do Plano Nacional do Livro e Leitura, além do texto do Plano com as contribuições e atualizações feitas em 2010.     Os documentos que constam no livro contam um pouco da história do PNLL, apresentando a Lei do Livro, as declarações de Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, que declaram o ano de 2005 como o Ano Vivaleitura, as Diretrizes Inciais do PNLL, entre outros.   Os Artigos foram escritos por 24 articulistas e dão uma visão sobre o que foi, o que é e o que representa o PNLL para o futuro. São autores, escritores, editores, associações e especialistas que apresentam, cada um, seu ponto de vista e seu envolvimento com a história do Plano.   Por fim, o livro traz as principais realizações do PNLL: a construção do Mapa do PNLL, os Fóruns, Seminários, Bienais, e o projeto para fomentar os planos estaduais e municipais de livro e leitura.   Trazendo uma visão bastante única sobre o PNLL e sua história, o livro publica alguns depoimentos dos projetos integrantes do Mapa de Ações sobre sua relação com o PNLL.   Para

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Livro sobre PNLL está disponível para download

Lançado em dezembro de 2010, o livro PNLL: Textos e História traz documentos, artigos e realizações do Plano Nacional do Livro e Leitura, além do texto do Plano com as contribuições e atualizações feitas em 2010.         Os documentos que constam no livro contam um pouco da história do PNLL, apresentando a Lei do Livro, as declarações de Cochabamba e Santa Cruz de La Sierra, que declaram o ano de 2005 como o Ano Vivaleitura, as Diretrizes Inciais do PNLL, entre outros.   Os Artigos foram escritos por 24 articulistas e dão uma visão sobre o que foi, o que é e o que representa o PNLL para o futuro. São autores, escritores, editores, associações e especialistas que apresentam, cada um, seu ponto de vista e seu envolvimento com a história do Plano.   Por fim, o livro traz as principais realizações do PNLL: a construção do Mapa do PNLL, os Fóruns, Seminários, Bienais, e o projeto para fomentar os planos estaduais e municipais de livro e leitura.   Trazendo uma visão bastante única sobre o PNLL e sua história, o livro publica alguns depoimentos dos projetos integrantes do Mapa de Ações sobre sua relação com o PNLL.

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Quinze milhões de alunos estudam em escolas sem biblioteca no país

Na volta às aulas, milhões de alunos de todo o país vão estudar este ano em escolas onde não há laboratório de ciências, biblioteca, laboratório de informática ou quadra de esportes.   O Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC) mostra que, no ano passado, 27 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio (70% do total) frequentavam estabelecimentos sem laboratório de ciências.   A inexistência de bibliotecas era realidade para 15 milhões (39%), enquanto 9,5 milhões (24%) estavam matriculados em escolas sem laboratório de informática, e 14 milhões (35%), em unidades sem quadra esportiva. Os dados foram divulgados pelo MEC em dezembro e consideram tanto a rede pública quanto a privada.   No ensino médio, menos da metade das escolas tinha laboratório de ciências. Nas séries finais do ensino fundamental, a situação era mais grave: só 23% delas estavam equipadas. Nas séries iniciais do fundamental, apenas 7% dos estabelecimentos tinham laboratório de ciências.   “Os alunos possivelmente terão prejuízo na formação” – Falando em nome do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a secretária de Mato Grosso, Rosa Neide Sandes de Almeida, diz que as deficiências na infraestrutura prejudicam a aprendizagem. Ela culpa a falta de investimentos em

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Parceria tenta melhorar aulas de ciências no país

Governo fará convênio com instituto de Israel para pesquisa e treinamento. Um dos objetivos do método israelense é fazer estudantes se interessarem pela carreira de cientista.  A israelense Zahava Scherz veio ao Brasil com uma tarefa nada fácil: ensinar professores a melhorarem as aulas de ciências. Diretora do Instituto Davidson, um braço do prestigioso Instituto Weizmann de Ciência, que fica em Israel, ela é uma das autoras do método conhecido como LSS (Learning Skills for Science ou aprendizado de habilidades para a ciência).   Depois de uma palestra ministrada por ela na USP, anteontem, a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão ligado ao Ministério da Educação, afirmou que pretende assinar convênio com o Weizmann. A troca de experiências possibilitada pela parceria terá dois focos: melhorar o ensino de ciências nas escolas brasileiras-com programas como o LSS, entre outros- e fomentar pesquisas.   O principal objetivo do LSS é fazer com que estudantes de educação básica desenvolvam habilidades de investigação e se interessem pela carreira de cientistas. A primeira escola a adotar o método na América Latina é o colégio judaico Renascença, em São Paulo. Em 2011, alunos do 6º ano do fundamental seguirão o programa. Leia entrevista

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Parceria tenta melhorar aulas de ciências no país

Governo fará convênio com instituto de Israel para pesquisa e treinamento. Um dos objetivos do método israelense é fazer estudantes se interessarem pela carreira de cientista.    A israelense Zahava Scherz veio ao Brasil com uma tarefa nada fácil: ensinar professores a melhorarem as aulas de ciências. Diretora do Instituto Davidson, um braço do prestigioso Instituto Weizmann de Ciência, que fica em Israel, ela é uma das autoras do método conhecido como LSS (Learning Skills for Science ou aprendizado de habilidades para a ciência).   Depois de uma palestra ministrada por ela na USP, anteontem, a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão ligado ao Ministério da Educação, afirmou que pretende assinar convênio com o Weizmann. A troca de experiências possibilitada pela parceria terá dois focos: melhorar o ensino de ciências nas escolas brasileiras-com programas como o LSS, entre outros- e fomentar pesquisas.   O principal objetivo do LSS é fazer com que estudantes de educação básica desenvolvam habilidades de investigação e se interessem pela carreira de cientistas. A primeira escola a adotar o método na América Latina é o colégio judaico Renascença, em São Paulo. Em 2011, alunos do 6º ano do fundamental seguirão o programa.

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Direitos autorais: mudança de rumo

A visão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, sobre o tema do direito autoral suscita debates no próprio PT, comenta a coluna Avant Première.   Após tirar do site do ministério a menção ao Creative Commons, que promove o licenciamento de conteúdo gratuito, houve questionamentos de José Dirceu e Paulo Teixeira, líder do partido na Câmara. O projeto de reformulação da Lei do Direito Autoral, encaminhado à Casa Civil pela gestão anterior, também retornará para análise, a pedido da ministra.  

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