Os livros resistirão às tecnologias digitais

Diferentemente dos que prevêem o fim da leitura e dos livros por causa dos computadores, Chartier – acha que a internet pode ser uma poderosa aliada para manter a cultura escrita. “Além de auxiliar no aprendizado, a tecnologia faz circular os textos de forma intensa, aberta e universal e, acredito, vai criar um novo tipo de obra literária ou histórica.   Dispomos hoje de três formas de produção, transcrição e transmissão de texto: a mão, impressa e eletrônica e elas coexistem”.O francês Roger Chartier – é um dos mais reconhecidos historiadores da atualidade. Professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France, ambos em Paris, também leciona na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e viaja o mundo proferindo palestras.   Sua especialidade é a leitura, com ênfase nas práticas culturais da humanidade. Mas ele não se debruça apenas sobre o passado. Interessa-se também pelos efeitos da revolução digital. “Estamos vivendo a primeira transformação da técnica de produção e reprodução de textos e essa mudança na forma e no suporte influencia o próprio hábito de ler”, diz.   No fim de junho, Chartier – esteve no Brasil para lançar seu livro Inscrever

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Roger Chartier: “Os livros resistirão às tecnologias digitais”

Diferentemente dos que prevêem o fim da leitura e dos livros por causa dos computadores, Chartier – acha que a internet pode ser uma poderosa aliada para manter a cultura escrita. “Além de auxiliar no aprendizado, a tecnologia faz circular os textos de forma intensa, aberta e universal e, acredito, vai criar um novo tipo de obra literária ou histórica.    Dispomos hoje de três formas de produção, transcrição e transmissão de texto: a mão, impressa e eletrônica e elas coexistem”.O francês Roger Chartier – é um dos mais reconhecidos historiadores da atualidade. Professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France, ambos em Paris, também leciona na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e viaja o mundo proferindo palestras   Sua especialidade é a leitura, com ênfase nas práticas culturais da humanidade. Mas ele não se debruça apenas sobre o passado. Interessa-se também pelos efeitos da revolução digital. “Estamos vivendo a primeira transformação da técnica de produção e reprodução de textos e essa mudança na forma e no suporte influencia o próprio hábito de ler”, diz.   No fim de junho, Chartier – esteve no Brasil para lançar seu livro Inscrever

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Escolas não podem mais vender livros em Goiânia

Um pouco antes da virada do ano, em 27 de dezembro, o prefeito de Goiânia Paulo Garcia sancionou uma lei que proíbe “a comercialização de livros didáticos, paradidáticos, literários e técnicos, bem como materiais escolares e afins, nas instituições de ensino fundamental, médio e superior”.   As livrarias festejam, e os pais, acostumados com a conveniência de comprar o material ali mesmo na escola, vão ter que gastar um pouco mais de tempo batendo perna atrás do material didático. Para ler a lei na íntegra,  clique aqui .    

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Os livros resistirão às tecnologias digitais

Diferentemente dos que prevêem o fim da leitura e dos livros por causa dos computadores, Chartier – acha que a internet pode ser uma poderosa aliada para manter a cultura escrita. “Além de auxiliar no aprendizado, a tecnologia faz circular os textos de forma intensa, aberta e universal e, acredito, vai criar um novo tipo de obra literária ou histórica.   Dispomos hoje de três formas de produção, transcrição e transmissão de texto: a mão, impressa e eletrônica e elas coexistem”.O francês Roger Chartier – é um dos mais reconhecidos historiadores da atualidade. Professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France, ambos em Paris, também leciona na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e viaja o mundo proferindo palestras.   Sua especialidade é a leitura, com ênfase nas práticas culturais da humanidade. Mas ele não se debruça apenas sobre o passado. Interessa-se também pelos efeitos da revolução digital. “Estamos vivendo a primeira transformação da técnica de produção e reprodução de textos e essa mudança na forma e no suporte influencia o próprio hábito de ler”, diz.   No fim de junho, Chartier – esteve no Brasil para lançar seu livro Inscrever

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Governo quer baratear preço dos tablets

O governo está estudando incluir os tablets no programa “computador para todos” para baratear o preço dos dispositivos móveis. A afirmação foi feita nesta sexta-feira pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante entrevista no programa “Bom dia, ministro”, da NBR.   Paulo Bernardo disse que se reúne nesta sexta-feira com a Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica (Abinee) e pretende iniciar as conversas sobre este tema. Ele lembrou ainda que o governo “está fazendo uma revisão de sua política industrial e inclusive das condições tributárias, pois se você pode dar isenção para equipamentos, está na hora de nós discutirmos isto”.   O ministro destacou que para os computadores de mesa e notebooks foi feito um grande programa, com financiamentos do governo e corte de impostos, que barateou muito os produtos.   – Como resultado o Brasil vendeu mais de 14 milhões de computadores produzidos aqui. Se nós incluirmos os tablets neste programa, e é isto que está sendo discutido, acho que podemos barateá-los bastante – afirmou o ministro.   Paulo Bernardo contou que foram feitas sondagens junto as empresas, uma delas a Positivo Informática, para estudar como o programa poderia ser implantado. Ele afirmou que qualquer medida que seja adotada e

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Gastos com educação são os que mais contribuem para crescimento do PIB

Nenhum gasto público social contribui tanto para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) quanto os que são feitos em educação e saúde. Cada R$ 1 gasto com educação pública gera R$ 1,85 para o PIB. O mesmo valor gasto na saúde gera R$ 1,70.   Para a redução da desigualdade social, os gastos que apresentam maior retorno são aqueles feitos com o Bolsa Família, que geram R$ 2,25 de renda familiar para cada R$ 1 gasto com o benefício; e os benefícios de prestação continuada – destinados a idosos e portadores de deficiência cuja renda familiar per capita seja inferior a 25% do salário mínimo –, que geram R$ 2,20 para cada R$ 1 gasto. Além disso, 56% desses gastos retornam ao caixa do Tesouro na forma de tributos.   Os dados referem-se ao ano de 2006 e constam do estudo Gasto com a Política Social: Alavanca para o Crescimento com Distribuição de Renda, divulgado hoje (3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).De acordo com o órgão, é a primeira vez que um estudo como esse é feito no Brasil, em função da dificuldade de se juntar os elementos necessários para o desenvolvimento da pesquisa.   “O gasto

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Câmara Mineira do Livro tem nova diretoria

A Câmara Mineira do Livro elegeu em 28 de janeiro a nova diretoria para o biênio 2011/2012. Zulmar Wernke, que ocupou o cargo de vice-presidente na última gestão, passa agora a comandar a instituição, cujo objetivo é fortalecer o mercado livreiro de Minas.   Para tal, vai atuar junto aos órgãos públicos e privados para promover o livro e investir na qualificação dos profissionais do setor. Uma das novidades para 2011 é a realização do 1º Salão do Livro Infantil. A ideia é que o evento seja bienal. Assim, em um ano Belo Horizonte sediará a Bienal do Livro e no ano seguinte, o salão. Diretoria 2011/2012: Presidente: Zulmar Wernke (Editora Vozes)Vice-Presidente: Heloísa Carreira dos Reis (Clássica Distribuidora de Livros)Primeiro Tesoureiro: Cristina Maria Carreira dos Reis (Clássica Distribuidora de Livros)Segundo Tesoureiro: Luiz Cláudio Rodrigues (Editora Fórum)Secretário: Leomar Claúdio Korth (Livro Mercado) Conselho Fiscal: Guilherme Ribeiro Machado (Boa Viagem Distribuidora)Marcus Telles Cardoso de Carvalho (Leitura)José de Alencar Mayrink (Editora Lê)

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Deputados começam este mês a analisar metas e diretrizes para 2011-2020

O exame das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020 começa este mês na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.   Durante cinco sessões ordinárias, os parlamentares podem apresentar emendas ao Projeto de Lei nº 8.035/2010, enviado ao Congresso Nacional em 15 de dezembro do ano passado pelo então presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.   Pelas regras do Parlamento, depois de examinado na comissão da Câmara, o projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça. Se aprovado nas duas instâncias legislativas, é enviado a comissões correspondentes do Senado Federal.   O PNE 2011-2020 tem dez diretrizes, que preveem, entre outras iniciativas, a erradicação do analfabetismo, a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação, a gestão democrática da educação e a difusão dos princípios de equidade e do respeito à diversidade.   O plano define metas e prazos para que elas sejam alcançadas. A meta número um é a universalização do atendimento escolar — até 2016, de crianças de quatro e cinco anos de idade e de adolescentes de 15 a 17 anos; até 2020, de crianças de até três anos (ampliação

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No ensino fundamental brasileiro, 23 em cada 100 estudantes estão atrasados

No ensino fundamental brasileiro, 23 a cada 100 estudantes estão atrasados nos estudos. No ensino médio, etapa final da educação básica, o cenário é ainda pior: 34 a cada 100 estudantes sofreram defasagem ao longo da vida escolar.   Os dados foram fornecidos pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) ao movimento Todos Pela Educação, e se referem ao ano de 2009.   A distorção idade-série pode ocorrer quando a criança entra atrasada no sistema de ensino ou ainda quando abandona os estudos e retoma. Mas, segundo o professor da FE-USP (Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo) Ocimar Munhoz Alavarse, o atraso escolar pode ser explicado em boa medida pela reprovação.   “O único percentual aceitável para a distorção idade-série é 0%. O ideal seria que ninguém reprovasse. Todas as crianças deveriam estar oito ou nove anos no Ensino Fundamental”, afirma. “As altas taxas de reprovação e de repetência não estão produzindo os efeitos de aprendizagem esperados.”   Para a professora Inês de Almeida, da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília), o processo ensino-aprendizagem é complexo e não pode se resumir apenas à reprovação por notas.   “Ao longo do tempo que

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