Internet nas escolas

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou os resultados da primeira edição da Pesquisa TIC Educação, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).   Segundo a pesquisa, 81% das escolas públicas urbanas possuem laboratório de informática. O acesso à internet ocorre a partir desses laboratórios, já que em 86% das escolas entrevistadas os computadores estão conectados à rede.   Para os diretores, professores e coordenadores pedagógicos da amostra, a infraestrutura, no entanto, não é suficiente para o ensino do uso do computador e navegação na internet aos alunos, o que torna a atividade menos frequente.   Segundo os educadores, o fator de limitação para o uso efetivo das tecnologias de informação e comunicação seria o número insuficiente de computadores conectados à internet e a baixa velocidade de conexão.   Fora do ambiente escolar a rede também é um instrumento pouco utilizado para organizar e mediar a comunicação entre professor e aluno e entre os alunos. Apenas 20% dos professores entrevistados utilizam a internet para esse tipo de atividade.   A principal barreira indicada pelos professores, para maior aproveitamento no uso das

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EUA: apenas 10% dos alunos acha importante escrever em papel

Um dia após o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgar os resultados de uma pesquisa sobre o uso da rede no processo educativo da rede pública de ensino, o site americano Education Database Online apresenta um infográfico que demonstra a frequência de acesso dos alunos locais à tecnologia e aos gadgets eletrônicos em geral.   As diferenças são evidentes, como era de se esperar, mas é curioso perceber que por lá também há discrepâncias de conceito, como o fato de que apenas 10% dos alunos acredita que anotações no caderno são importantes para os estudos.   De acordo com a pesquisa, 98% dos estudantes possuem algum tipo de dispositivo eletrônico e, segundo dados de um levantamento da Universidade de Maryland, a abstinência de uso da tecnologia por aproximadamente 24 horas levou vários jovens a apresentar sintomas similares aos da dependência de drogas e álcool.   No momento em que se discute o futuro do livro e a lenta adoção do ebook como formato de leitura, impressionantes 46% dos entrevistados apontou preferência pelo formato digital para suas leituras, ao passo que 82% deles utiliza os dispositivos eletrônicos para escrever. Enquanto a pesquisa do CGI.br afirmava que “apenas 20% dos professores

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Professor sabe menos de computador que o aluno

Os alunos sabem mais que os educadores sobre conteúdos digitais e ferramentas tecnológicas.   No País, 64% dos professores admitem a defasagem sobre o uso do computador em relação a suas turmas, segundo dados da primeira edição da pesquisa TIC Educação, realizada pelo Centro de Estudos sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).   Divulgado na ultima terça-feira, (9), o estudo pretende identificar o uso dos computadores e da internet nas escolas brasileiras e se o conteúdo aprendido se transforma em conhecimento. Foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos em 497 instituições de ensino da rede pública municipal e estadual. Conhecer o computador é um dos desafios para integrar as tecnologias da informação e da comunicação às atividades pedagógicas em sala de aula, de acordo com o estudo.   A distância entre o professor e o equipamento pode ser percebida em sua desconfiança com relação ao conteúdo oferecido pela internet – 31% deles não confiam nos dados disponíveis na web. Outros 35% creem que os   estudantes ficam sobrecarregados de informação e 31% pensam que os estudantes perdem o contato com a realidade.   Coordenador de

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Professora gaúcha descobre a importância do blog no ensino

Professora de literatura e língua portuguesa, Suely Aymone sempre buscou alternativas que tornassem menos artificiais as práticas de escrita dos alunos.   O blog, com a capacidade de atrair leitores e colaborar para a interação entre diferentes pessoas, despertou a atenção da professora do Instituto Estadual de Educação Elisa Ferrari Valls, em Uruguaiana (RS). Ela passou a usar a ferramenta tecnológica como um espaço de reflexão pessoal sobre o mundo e a vida e também como suporte de aprendizagem para os alunos do curso normal (formação de professores).   O interesse da professora surgiu no dia em que conheceu um blog criado pela educadora Marly Dagnese Fiorentin, o Blogosfera Marli, que reúne temas de educação e tecnologia.   “Eu me encantei. Era isso que procurava”, conta Suely, formada em letras, com especialização em ensino de língua portuguesa e em tecnologias em educação. Daí para a criação de seu primeiro blog foi um passo. Com o Ufa! Bloguei!, ela se propôs a “ensaiar — descobrir a linguagem dos blogs — para depois estrear”. Em seguida, veio o Espichando a Conversa, blog dos estudantes do curso normal. “Foi uma primeira tentativa de uso da web como mediadora de aprendizagem”, diz.   As

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Baixo número de computadores conectados a internet é barreira nas escolas, diz pesquisa

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou na ultima terça-feira (9) os resultados da pesquisa TIC Educação , realizada em 497 escolas públicas brasileiras, sobre os usos da internet no seu dia a dia.   O levantamento, feito pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), mostra que, apesar de 81% das escolas possuírem laboratório de informática, os problemas de infraestrutura são considerados o maior empecilho para uma maior utilização. Entre as principais barreiras, estão o baixo número de computadores conectados a internet e a velocidade de conexão.   De acordo com a pesquisa, 86% das unidades com laboratório de  informática possuem acesso à rede. Para Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br, é preciso superar o modelo atual. – Embora este modelo esteja consolidado como política pública, os resultados apontam a necessidade de superá-lo, por meio do incentivo da utilização pedagógica da tecnologia, já que o cotidiano do ensino-aprendizagem atualmente se desenvolve principalmente dentro da sala de aula e não no laboratório de informática – defende Barbosa.   O uso de computadores em sala de aula por parte dos alunos também é precário. Atividades em que

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Encyclopædia Britannica em português

A  Encyclopædia Britannica está lançando, em parceria com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior), do Ministério da Educação, o Escola Online, um portal de ensino online inteiramente em português para alunos do ensino fundamental de escolas públicas.   O portal, criado para atender as necessidades escolares de crianças de 5 a 11 anos de idade, é um site de referência e aprendizagem abrangente que inclui artigos enciclopédicos, dicionário, atlas mundial, atividades interativas, área de pesquisa e notícias. Também fornece ferramentas de estudo para ajudar os alunos com suas pesquisas e trabalhos de casa.    O projeto representa a estreia da Britannica no desenvolvimento de um produto completamente adaptado para o mercado da educação brasileiro e aberto ao ensino público.  

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“Valorizar o professor é o primeiro passo”

Enquanto na década de 80 o país esteve unido na luta pela redemocratização e nos dez anos seguintes se voltou para a estabilização da moeda e o controle da inflação, daqui para frente a prioridade deve ser a busca de uma educação de qualidade.   Para Mozart Neves Ramos é im­­por­­tante que o Brasil tenha uma “fe­­bre de educação”. O pesquisador esteve em Curitiba para dar uma palestra a gestores na Aymará Educação. Veja os principais trechos da entrevista concedida à Gazeta do Povo.   Em que pontos o Brasil já conseguiu avanços e quais são os principais desafios em relação à educação?   Se a gente olhar a fotografia atual da educação, é claro que ela está muito longe ainda da desejável. Mas se a gente olhar essa mesma fotografia há dez anos, a gente vai ver que o Brasil evoluiu muito. Hoje o país tem um sistema de financiamento, por meio do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação], que é um belo exemplo de regime de colaboração entre União, estados emunicípios.   Conseguimos fazer um sistema de avaliação nas escolas, que é a Prova Brasil. Sabemos hoje como

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Marcelino Freire estreia amanhã no ‘Metrópole’

Teve o estalo de se tornar escritor aos 9 anos de idade, quando já morava no Recife. Leu um poema de Manuel Bandeira (1886-1968) no livro escolar de um irmão e ficou fascinado.   Rapidez. Concisão. Dinamismo. Precisão. Bom humor. Acidez. São essas as promessas do escritor Marcelino Freire para sua coluna, que estreia amanhã no caderno Metrópole. Antenado com as redes sociais, Marcelino quer trazer para seu espaço a agilidade do Twitter e a interação do Facebook. “Sempre gostei das micronarrativas”, explica. “E quero interagir com os leitores, quero que eles participem também de meu espaço.”   Marcelino ainda pretende fazer de sua coluna, que será publicada quinzenalmente a partir de amanhã, um local para celebrar a diversidade de São Paulo e comentar os absurdos que percebe no cotidiano da metrópole. “Escreverei sobre as coisas que me afetam. Sem deixar de lado o meu afeto pela cidade”, trocadilha. “Sempre com atitude, humor e personalidade.”   Autor dos livros AcRústico (1995), eraOdito (1998 e nova edição em 2002), Angu de Sangue (2000), BaléRalé (2003), Contos Negreiros (2005), RASIF (2008) e o recém-lançado Amar É Crime, Marcelino é um dos mais elogiados autores da geração contemporânea. Vencedor do Prêmio Jabuti em

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Haddad diz que “nome novo” tem mais chances em SP

O ministro da Educação e pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad defendeu nesta manhã que o PT lance um “nome novo” nas próximas eleições municipais, independentemente de ser o escolhido para a cabeça de chapa do partido.   Já a principal oponente do ministro, a senadora Marta Suplicy, disse que a sigla precisa de um candidato com “raiz na cidade”.   Eles participaram do terceiro debate preparatório do PT para as eleições municipais em um centro comunitário de Sapopemba (zona leste de São Paulo), que contou com a presença de cerca de 300 pessoas. O evento também reuniu os outros três pré-candidatos à prefeitura: o senador Eduardo Suplicy e os deputados federais Jilmar Tatto e Carlos Zarattini.   “Entendo que o PT tem chance de ganhar com um nome novo, e não precisa nem ser o meu. Com um nome novo, com uma proposta nova e mais arejada, nós podemos ganhar”, disse Haddad.   Preferido do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff para a disputa, ele defendeu parcerias com o governo federal para implantação de programas sociais na capital.   Os apoiadores da candidatura do ministro dizem que a participação dele nos debates vai permitir

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