UNE cobra de Dilma empenho em aprovação do PNE

Os presidentes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) se reuniram na ultima quarta-feira, (31), com a presidente Dilma Rousseff para cobrar mais empenho do governo na aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita em uma comissão especial na Câmara dos Deputados.   Também apresentaram à presidente uma lista de 43 reivindicações, que inclui mais investimento em educação, fim do superávit primário e meia-entrada nos jogos da Copa do Mundo de 2014. Entre as propostas defendidas estão a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 50% do fundo social do pré-sal para a área de educação, duas das principais bandeiras de movimentos sociais nas discussões do PNE.   O encontro da presidente com os estudantes foi acompanhado pelos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Fernando Haddad (Educação), que devem servir como interlocutores para responder às demandas.   “Estamos preocupados em chegarmos ao início de 2012 sem o PNE aprovado. Além disso, achamos que o plano não é suficiente para as demandas do nosso País”, disse o presidente da UNE, Daniel Iliescu. “É tímida a proposta, diante das possibilidades que o Brasil vai viver nesta década”.   De acordo com os estudantes, a

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Abrelivros realiza um ciclo de debates durante a XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro

A Abrelivros – Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares promove um ciclo de debates durante a XV edição da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, que contará com os vários especialistas e autoridades da área de educação, entre eles, o Ministro da Educação Fernando Haddad.   Os debates são gratuitos e abertos ao público. Para inscrição basta enviar um e-mail para contato@abrelivros.org.br.

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Governo quer ter 32 mil escolas com ensino em período integral até 2013

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou na noite da ultima terça-feira (30), na Bahia que, a pedido da presidente da República, Dilma Rousseff, a pasta estuda como viabilizar a antecipação da meta de aumentar a rede pública de ensino para atender os alunos em período integral.   “Com o [programa] Mais Educação, já estamos com 15 mil escolas [atendidas], a presidente pediu um estudo para anteciparmos as metas de 2014, nós pretendíamos chegar em 32 mil escolas até 2014. A presidente está ansiosa para que nós atinjamos esta meta em 2013 e liberamos verba para chegar a 40 mil, 45 mil escolas em 2014”, declarou o ministro durante sua exposição no 4º Fórum Nacional Extraordinário de Dirigentes Municipais de Educação.  A idéia do programa é oferecer atividades fora do horário de aula, permitindo que os estudantes permaneçam na unidade educacional por período integral  fazendo outras atividades de cunho cultural, esportivo, entre outras.   Segundo dados do MEC, o programa teve início em 2008, com a participação de 1.380 escolas em 55 municípios em todos os Estados do país, e beneficiava 386 mil estudantes. Em 2009, houve a ampliação para 5.000 escolas em 126 municípios, e em 2010, a meta era

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“O Ideb não deve ser um rótulo na escola”, diz presidenta do Inep

A presidenta do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), Malvina Tuttman, disse que a prova para ingresso de professores na carreira, que começa a ser aplicada no ano que vem, buscará apaixonados pela profissão. Ela mesma se declara uma.   Em palestra no 4º Fórum Nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), disse às 905 secretárias presentes que aceitou o convite para o atual cargo quando o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que queria uma professora a frente do órgão. Ao iG, ela disse ainda que pretende voltar a dar aulas quando se aposentar, mas defendeu também boa remuneração.   “Não é um sacerdócio”, afirmou. A semanas de ser colocada à prova pelo primeiro Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) de sua gestão, ela falou ainda dos custos e das mudanças para o teste que será feito por 5,4 milhões de candidatos e deu sua opinião sobre o projeto de expor o Ideb em placas na porta da escola. Leia íntegra:   A sra. pediu às dirigentes municipais que façam adesão à prova que será aplicada a professores em fevereiro e março como forma de testar para a avaliação de docentes para ingresso nas redes. O

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Abrelivros promove debates na Bienal

Durante a XV Bienal do Livro, que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 1 e 11 de setembro, a Abrelivros promove um ciclo de debates em seu próprio estande (Pavilhão Verde, L19).   No primeiro dia de evento, o tema será “A educação no Brasil – conquistas e desafios”, às 16h30. No dia 2, às 11h, o tema será “As políticas públicas de educação e o uso de conteúdos digitais”, e às 15h, acontece o debate “Inovação Tecnoeducativa – Pesquisa em inovação em educação da Organização dos Estados Ibero-Americanos”. Depois, no sábado, dia 3 de setembro, às 15h, os participantes conversam sobre o tema “Avaliações e indicadores nacionais de educação”, e às 15h, sobre “Formando leitores do século XXI”. Por fim, no dia 9 de setembro, às 15h, acontece o debate “Novas diretrizes curriculares do ensino médio”. Os eventos são gratuitos e as vagas, limitadas.   As inscrições devem ser feitas por e-mail. Para outras informações, clique aqui.

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Docentes debatem em seminário o ensino da língua portuguesa

As práticas didáticas de formação dos docentes no âmbito do ensino da língua portuguesa são o tema do seminário A escrita sob foco: uma reflexão em várias vozes. Cerca de 400 educadores estão reunidos, em Brasília, para debater, até a próxima quarta-feira, 31 de agosto, as possibilidades do ensino da língua com enfoque na escrita.   Na abertura do seminário, nesta segunda-feira, 29, a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, disse que o seminário é momento de diálogo entre os educadores que mudaram a sua prática pedagógica a partir da participação na Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro. Para Pilar, os professores devem registrar a sua prática para fortalecer a troca de experiências.   “É importante pedir para vocês registrarem o que fizeram de transformador na sala de aula, para que outros professores tenham acesso”, afirmou.   A professora Ana Maria de Carvalho Leite, que leciona no ensino fundamental e médio de Manhumirim (MG), entende a olimpíada como um concurso que estimula tanto os alunos quanto os professores. “A equipe pedagógica se une pela olimpíada e a escola fica toda envolvida na competição”, observou. Para Ana Maria, o seminário servirá para enriquecer e

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Comissão do Plano Nacional de Educação realizará seminário em SP

A Comissão Especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) promoverá nesta quinta-feira (1º) mais um seminário estadual, desta vez em São Paulo.O objetivo da comissão é colher sugestões sobre o PNE, que contém as metas e diretrizes para a área de educação no período de 2011 a 2020.   O presidente da comissão, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), afirmou que mais de 130 sugestões já foram apresentadas por entidades da sociedade civil. Ele disse que a previsão é votar a proposta até setembro.   Segundo o deputado, a comissão também recebeu mais de 500 emendas que propõem o aumento, de 7% para 10%, do percentual mínimo do Produto Interno Bruno (PIB) para financiamento da Educação.   Foram convidados: – um representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI);– o físico e professor da USP Luiz Carlos de Menezes; – a educadora Guiomar Namo de Mello;– o consultor da Unesco Célio da Cunha. O seminário será realizado às 9 horas, na Vila Olímpia. Local – Escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI)Rua Olimpíadas, nº 242 – 10º andar   Audiência Nesta terça-feira (30), a comissão discutirá o Plano Nacional de Educação com o secretário-executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim.

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Alunos de baixa renda recebem menos conteúdo

Apenas uma em cada seis escolas públicas do País que recebem alunos de classes sociais mais baixas consegue cumprir mais de 80% do conteúdo previsto para o ano letivo. Já entre as unidades escolares onde estudam as crianças de nível social mais elevado, essa taxa sobe para 45,2% – ou seja, metade das escolas que têm as matrículas de alunos com melhores condições socioeconômicas conseguem cumprir quase todo o currículo.   Os dados fazem parte de um tabelamento dos microdados da Prova Brasil 2007 feito pelo pesquisador Ernesto Martins Faria, do site Estudando Educação (estudandoeducacao.com). Os dados de 2009 ainda não foram divulgados e não há previsão de publicação.   Faria levou em conta os questionários socioeconômicos que compõem a avaliação (mais informações nesta página). Foram consideradas todas as 47.976 escolas que fizeram a prova. Delas, 11.994 têm alunos com condições socioeconômicas precárias matriculados.   A maior parte dessas escolas se situa nas Regiões Norte e Nordeste do País. Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins têm pelo menos uma escola pública com esse perfil. Para Faria, a situação é

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Escolas privilegiam alfabetização do que o ensino da matemática, avalia secretária do MEC

Os alunos do 3° ano do ensino fundamental têm mais dificuldade em matemática do que em leitura – apenas 42% dominam a adição e a subtração e conseguem solucionar problemas envolvendo, por exemplo, notas e moedas. Os resultados foram medidos por meio de uma avaliação aplicada a 6 mil estudantes, de escolas públicas e privadas, das 27 capitais.   Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, nos últimos anos os governos municipais, estaduais e federal, além das próprias escolas, focaram mais a questão da alfabetização nos primeiros anos do ensino fundamental, quando 56% têm o domínio adequado da leitura, o que pode explicar o resultado inferior em matemática. “O diagnóstico tem que ser olhado com muito cuidado, e tem que servir para iluminar as nossas políticas. Em relação a matemática, é como se ele fosse um sinal laranja”, disse.   A Prova ABC é uma iniciativa do movimento Todos Pela Educação, do Instituto Paulo Montenegro/Ibope, da Fundação Cesgranrio e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).   O objetivo é aferir o nível de aprendizado das crianças no início da vida escolar, após os três primeiros anos de estudo. Do total

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