063

Inovar para educar

Pesquisa analisa iniciativas ousadas e revela como o uso de tecnologias pode ter diferentes e produtivos impactos no processo de ensino. Em continuidade à programação do segundo dia na Bienal do Livro, a Abrelivros recebeu em seu estande Marcia Padilha, coordenadora do IDIE – Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa da OEI e Mila Gonçalves, coordenadora de Educação e Cultura da Fundação Telefônica. Gabriela Dias, editora executiva de conteúdo Digital da Editora Moderna, conduziu o debate.   Nessa sessão, intitulada “Inovação Tecnoeducativa – Pesquisa sobre Inovação em Educação da Organização dos Estados Ibero-Americanos – OEI e Fundação Telefônica”, foram apresentados os resultados dessa pesquisa, que mapeou no Brasil iniciativas educativas inovadoras que aliam tecnologia à aprendizagem.   Foram apresentadas as metodologias e os resultados da pesquisa. Dos 64 projetos identificados, 26 se caracterizaram como realmente inovadores. Os critérios determinados pela pesquisa levaram em conta a integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) às tendências da área, como tecnologias móveis e meios sociais.   A pesquisa foi feita em escolas públicas e privadas, levando em conta a utilização de telas digitais: TV, videogame, internet e celular. Foram analisadas iniciativas em que a inovação vai além do aparato. Ou

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Inovar para educar

Pesquisa analisa iniciativas ousadas e revela como o uso de tecnologias pode ter diferentes e produtivos impactos no processo de ensino. Em continuidade à programação do segundo dia na Bienal do Livro, a Abrelivros recebeu em seu estande Marcia Padilha, coordenadora do IDIE – Instituto para o Desenvolvimento e a Inovação Educativa da OEI e Mila Gonçalves, coordenadora de Educação e Cultura da Fundação Telefônica. Gabriela Dias, editora executiva de conteúdo Digital da Editora Moderna, conduziu o debate.   Nessa sessão, intitulada “Inovação Tecnoeducativa – Pesquisa sobre Inovação em Educação da Organização dos Estados Ibero-Americanos – OEI e Fundação Telefônica”, foram apresentados os resultados dessa pesquisa, que mapeou no Brasil iniciativas educativas inovadoras que aliam tecnologia à aprendizagem.   Foram apresentadas as metodologias e os resultados da pesquisa. Dos 64 projetos identificados, 26 se caracterizaram como realmente inovadores. Os critérios determinados pela pesquisa levaram em conta a integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) às tendências da área, como tecnologias móveis e meios sociais.   A pesquisa foi feita em escolas públicas e privadas, levando em conta a utilização de telas digitais: TV, videogame, internet e celular. Foram analisadas iniciativas em que a inovação vai além do aparato. Ou

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046

Conteúdos digitais: novos aliados do ensino

Para gestores públicos de educação, deve-se investir em equipamentos e na formação do professor para bem utilizar as novas tecnologias.    O estande da Abrelivros na Bienal do Livro do Rio de Janeiro atraiu bastante público logo na primeira sessão do ciclo de debates promovido pela entidade. Dezenas de pessoas foram assistir à mesa intitulada “As políticas públicas de Educação e o uso de conteúdos digitais”, com Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC e Rafael Parente, subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. O debate foi moderado por Ana Raslton, diretora de Tecnologia de Educação e Formação de Educadores da Abril Educação.   Uma das primeiras questões levantadas no debate foi a questão da convivência entre o conteúdo impresso e o digital. Sergio Gotti lembrou que o livro impresso ainda é uma eficaz forma de tecnologia de que dispomos. Já Rafael Parente foi além: para ele, todas as crianças já deveriam receber tablets com conteúdo digital, em vez dos tradicionais cadernos e livros impressos. O subsecretário reconheceu, no entanto, que essa mudança deverá ser lenta e gradual.   Para ambos os debatedores, a oferta

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Conteúdos digitais: novos aliados do ensino

Para gestores públicos de educação, deve-se investir em equipamentos e na formação do professor para bem utilizar as novas tecnologias.    O estande da Abrelivros na Bienal do Livro do Rio de Janeiro atraiu bastante público logo na primeira sessão do ciclo de debates promovido pela entidade. Dezenas de pessoas foram assistir à mesa intitulada “As políticas públicas de Educação e o uso de conteúdos digitais”, com Sérgio Gotti, diretor de Formulação de Conteúdos Educacionais da Secretaria de Educação Básica do MEC e Rafael Parente, subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. O debate foi moderado por Ana Raslton, diretora de Tecnologia de Educação e Formação de Educadores da Abril Educação.   Uma das primeiras questões levantadas no debate foi a questão da convivência entre o conteúdo impresso e o digital. Sergio Gotti lembrou que o livro impresso ainda é uma eficaz forma de tecnologia de que dispomos. Já Rafael Parente foi além: para ele, todas as crianças já deveriam receber tablets com conteúdo digital, em vez dos tradicionais cadernos e livros impressos. O subsecretário reconheceu, no entanto, que essa mudança deverá ser lenta e gradual.   Para ambos os debatedores, a oferta

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01_Ruy_Mendes_Gonalves_presidente_da_Abrelivros_de_15-04-91_at_02-05-94

COMUNICADO

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ruy Mendes Gonçalves, ex-presidente da Abrelivros e do Grupo Saraiva, ocorrido nessa madrugada de sábado, 3 de setembro de 2011.     Ruy Mendes Gonçalves foi o primeiro presidente da Abrelivros, no período de abril de 1991 a maio de 1994, tendo prestado inestimável contribuição à entidade, bem como ao grupo Saraiva por mais de quarenta e dois anos como Conselheiro e Diretor, a maior parte dos quais na condição de seu principal executivo.   O corpo será velado hoje, 3/9, no Hospital Albert Einstein, bem como a cerimônia de cremação, que será realizada no Crematório Horto da Paz (Rua Horto da Paz 191, Potuverá), Itapecerica da Serra, provavelmente às 16h de hoje. Em 1991, Ruy Mendes Gonçalves foi a pessoa que, ao somar esforços com outros executivos da época, percebeu a importância de se criar uma instituição específica, que representasse e defendesse os interesses do setor do livro didático no Brasil. Foi então criada a Abrelivros. Em 2009, aos 73 anos, lançou uma autobiografia em homenagem ao sexto filho, o caçula, então, com 3 meses. Em “O Serelepe”, lições de vida se misturam às lições de administração. Em 2010, lançou

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01_Ruy_Mendes_Gonalves_presidente_da_Abrelivros_de_15-04-91_at_02-05-94

COMUNICADO

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento de Ruy Mendes Gonçalves, ex-presidente da Abrelivros e do Grupo Saraiva, ocorrido nessa madrugada de sábado, 3 de setembro de 2011.     Ruy Mendes Gonçalves foi o primeiro presidente da Abrelivros, no período de abril de 1991 a maio de 1994, tendo prestado inestimável contribuição à entidade, bem como ao grupo Saraiva por mais de quarenta e dois anos como Conselheiro e Diretor, a maior parte dos quais na condição de seu principal executivo.   O corpo será velado hoje, 3/9, no Hospital Albert Einstein, bem como a cerimônia de cremação, que será realizada no Crematório Horto da Paz (Rua Horto da Paz 191, Potuverá), Itapecerica da Serra, provavelmente às 16h de hoje. Em 1991, Ruy Mendes Gonçalves foi a pessoa que, ao somar esforços com outros executivos da época, percebeu a importância de se criar uma instituição específica, que representasse e defendesse os interesses do setor do livro didático no Brasil. Foi então criada a Abrelivros. Em 2009, aos 73 anos, lançou uma autobiografia em homenagem ao sexto filho, o caçula, então, com 3 meses. Em “O Serelepe”, lições de vida se misturam às lições de administração. Em 2010, lançou

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Ministro_1

“A tecnologia deve incrementar o livro”

Na palestra que abriu a programação da Abrelivros na Bienal do Livro, ministro Fernando Haddad anunciou perspectivas do Governo para a Educação.     Após acompanhar a presidente Dilma Rousseff na cerimônia de abertura da XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro, o ministro da Educação Fernando Haddad proferiu a palestra “Educação no Brasil: conquistas e desafios”, evento promovido pela Abrelivros em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros – SNEL. Num auditório lotado de profissionais da área do livro e da leitura, o ministro foi recepcionado por Jorge Yunes, diretor-presidente da Abrelivros, e Emerson Walter Santos, diretor da entidade. No início de sua fala, Haddad afirmou que as políticas públicas não favoreceram a educação no Brasil ao longo do século XX, de modo que a valorização da educação e da leitura são medidas recentes. “Não temos tradição nessa matéria”, explicou, dando o exemplo do que aconteceu no pós-Guerra, quando o país, diferente de outras nações, não investiu maciçamente na formação do cidadão. Ao deixar de lado a educação como uma prioridade, o Brasil impediu que se forjasse uma unidade nacional tendo a formação e a cultura como valores. No entanto, o ministro ressaltou que a partir

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Estande do FNDE na Bienal do Livro do Rio atrai o público infantil

Com uma expectativa de público de 650 mil pessoas, começou ontem, 1º de setembro, a XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro. A exemplo dos anos anteriores, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) marca sua presença em um estande de 200 metros quadrados, localizado no pavilhão 4 verde, do Riocentro, com atrações diversificadas.   Logo na entrada tem uma imensa luminária com refletor que projeta no chão uma sopa de letras misturadas que ao pisar formam palavras. De cara, atraiu a criançada que pulava sem parar para descobrir as próximas palavras a serem reveladas.   No outro extremo, um painel permite que as crianças brinquem com nomes de objetos, de pessoas, de lugares e de tudo que a imaginação liberar. Ainda nesse mesmo painel, é possível construir um cenário com objetos que formam árvores, crianças, rio e assim produzir uma paisagem de acordo com a vontade do criador.   Paralelamente, no auditório, há uma programação diária com autores de livros que fazem parte do acervo do Programa Nacional Biblioteca da Escola, distribuídos nas escolas públicas brasileiras. Ontem, quinta-feira, (1) o jovem escritor angolano Ondjaki leu para a caravana de alunos do Instituto Nossa Senhora da Glória, do município

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MEC vai distribuir tablets para alunos de escolas públicas em 2012, diz ministro

O Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets – computadores pessoais portáteis do tipo prancheta, da espessura de um livro – a escolas públicas a partir do próximo ano.   A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 1.º de setembro, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15.ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.   Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. “Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental.”   O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. “Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria.”   Haddad não soube precisar o volume de

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