Abrelivros elege sua nova diretoria

No fim da semana passada, a Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros) elegeu a sua nova diretoria e conselho fiscal para o biênio 2020 / 2021. José Ângelo Xavier de Oliveira (Moderna) encabeça a chapa eleita e que tem Paulo Serino (Saber) e Ricardo Tavares (FTD) como primeiro e segundo vice-presidentes, respectivamente. Jorge Yunes (Ibep / Nacional) é o primeiro diretor tesoureiro e Eduardo Mendonça (SM), o segundo tesoureiro. Vicente Avanso (Brasil) completa o time como diretor adjunto. O conselho fiscal será ocupado por Cristina Swiatovski (Opet), Patrícia Souza (Macmillan) e Tatiana Kelly Lima (Edebê / Salesiana). A posse da nova diretoria está marcada para o dia 1º de janeiro.

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MEC inicia capacitações para implementação de escolas cívico-militares

O Ministério da Educação (MEC) dá mais um passo para implementação das escolas cívico-militares. Deu início nesta terça-feira, 10 de dezembro, a primeira capacitação do programa que contará com 216 escolas até 2023 — somente no próximo ano serão 54. O modelo foi desenvolvido para promover um salto na qualidade educacional do Brasil.

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Novo Ensino Médio: como preparar os alunos para escolher itinerários formativos

O Novo Ensino Médio, criado em 2017, deverá ser realidade em todas as escolas brasileiras até 2021. Ficou estabelecido que 60% do currículo dos três anos do Ensino Médio será definido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em dezembro de 2018, e os outros 40% serão flexíveis, de acordo com o contexto e necessidades locais. Dentre as muitas mudanças previstas, a elaboração dos itinerários formativos, que é a parte flexível do currículo na nova proposta, tem mobilizado redes de ensino de todo o país. Mas, até que se ganhe forma de fato, uma dúvida cresce entre gestores e professores: como preparar os alunos para escolher o que vão fazer ao longo do Ensino Médio?

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Câmara aprova projeto que autoriza uso do Fust para banda larga nas escolas

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (9), o projeto de lei (PL 1481/07, do Senado) que permite o uso de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para a ampliação da banda larga em escolas públicas. Devido às mudanças, a proposta retorna ao Senado para nova votação.

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IBGE aponta que no Brasil tem mais municípios com videolocadoras do que com livrarias

O IBGE divulgou, no fim da semana passada, os resultados de uma pesquisa em que avalia o desempenho da economia do setor cultural brasileiro. Os dados são referentes a 2018. No ano passado, esse ramo ocupava, segundo apontou o estudo, 5,2 milhões de pessoas. Mais da metade era mulheres (50,5%), brancas (52,6%) e com menos de 40 anos (54,9%). O estudo mostrou ainda uma redução na proporção de empregados com carteira assinada. Em 2014, 45% dos trabalhadores estavam nessa condição. Em 2018, esse índice baixou para 34,6%. Na via contrária, houve aumento dos trabalhadores por conta própria (de 32,5% para 44,0%).

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Apanhadão: Livros didáticos novos viram lixo em escolas públicas brasileiras

O Fantástico apresentou ontem (8) uma reportagem sobre diversos livros didáticos novos que estão virando lixo e até papel higiênico em escolas do Brasil. A matéria começou apresentando dados do Pisa, onde o Brasil está estagnado há uma década entre os países com o pior nível de aprendizado na educação básica. Os livros descartados fazem parte do PNLD, que este ano distribuiu 126 milhões de livros para 35 milhões de alunos, mas o problema começa já na distribuição: em muitas escolas do país faltam livros para os alunos e em várias outras eles estão guardados. Segundo Helena Brandolt, coordenadora pedagógica de uma escola em Alegrete (RS), os professores fazem reuniões especiais com a coordenação pedagógica para a escolha dos livros, mas nunca recebem as obras que são escolhidas. Já o Secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Faisal Karam, disse que o desperdício acontece porque o MEC não leva em conta a evasão escolar. Auditorias do Tribunal de Contas da União e da Controladoria Geral da União também detectaram encalhes de livros em escolas do Paraná e do Piauí e o MEC garantiu que no próximo ano fará uma campanha para o uso adequado do livro didático.

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Estudantes brasileiros passam mais anos na escola, segundo ONU

O Programa das Nações Unidas Unidas para o Desenvolvimento apresenta na manhã desta segunda-feira (9) o Relatório de Desenvolvimento Humano 2019. No que diz respeito à Educação, estudantes brasileiros têm passado mais anos nas escolas. Nos últimos 28 anos, a média de anos de estudo no Brasil saltou de 3,8 para 7,8. No entanto, se comparado ao relatório anterior, o país se manteve estável.

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