CNE aprova diretrizes para escolas durante a pandemia

O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira, 28 de abril, as diretrizes para orientar escolas da educação básica e instituições de ensino superior durante a pandemia do coronavírus. Os 21 conselheiros votaram, em plenário virtual, um documento que traz orientações e sugestões para todas as etapas de ensino, da educação infantil à superior. O parecer foi elaborado com a colaboração do Ministério da Educação (MEC).

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Tratado de Marrakesh em consulta pública

Assinado em 2015 e promulgado no Brasil em 2018, o Tratado de Marrakesh tem como objetivo facilitar o acesso a obras publicadas às pessoas cegas, com deficiência visual ou com outras dificuldades para aceder ao texto impresso. A proposta é criar condições para a disseminação de obras intelectuais em formatos acessíveis, no esforço de combater a carência de livros – e de outras obras – vivenciada pelas pessoas com deficiência em todo o mundo.

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Como flexibilizar a aprendizagem durante a quarentena

Com alunos distantes, aulas interrompidas e provas suspensas ou canceladas, professores em quarentena por causa da pandemia do novo coronavírus (COVID-19) têm a oportunidade de explorar maneiras criativas de oferecer experiências significativas de aprendizagem para seus alunos. Com estratégias mais flexíveis, é possível continuar a apoiar a evolução e desenvolvimento dos estudantes mesmo em meio ao distanciamento social. Com recursos emocionais e materiais limitados, o que deve ser priorizado durante este período?

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Conselho define hoje calendário escolar durante pandemia

O Conselho Nacional de Educação, ligado ao MEC (Ministério da Educação) define nesta terça-feira (28) o texto com as orientações para as escolas de todo o país durante esse período de pandemia por causa do coronavírus. Também serão apresentadas sugestões para o ensino superior. A votação será realizada em plenário virtual.

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GfK aponta queda de 18,3% do faturamento apurado com a venda de livros no mês de março

A GfK e a Associação Nacional de Livrarias (ANL) fecharam o seu relatório mensal que acompanha o varejo de livros no Brasil. De acordo com o instituto de pesquisa, a venda de livros em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento caiu 18,3% em valor e 15,7% em volume. O período analisado é de 2 a 29 de março e a queda é referente à comparação com igual período de 2019. Lembrando que as maiores cidades brasileiras determinaram o seu fechamento na semana do dia 23, ou seja, a interseção entre o intervalo do monitoramento e o período de isolamento é de apenas uma semana. Em números absolutos, a GfK fala que foram vendidas 3,1 milhões de cópias, o que redundou em faturamento de R$ 140 milhões.

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Apanhadão: como pequenas livrarias estão enfrentando mais essa crise

O Globo fez uma análise sobre as últimas listas dos mais vendidos. É que clássicos da literatura passaram a superar outros títulos vendedores como A sutil arte de ligar o foda-se, título mais vendido de 2018 e 2019. Para entender o novo cenário, o jornal conversou com editores da Record, Companhia das Letras, Intrínseca, a agente literária Lucia Riff e o livreiro Daniel Louzada. “Como é natural que as empresas reduzam a produção, quem possui uma variedade maior de publicações consegue reagir ao presente e encontrar, no catálogo, títulos que tenham ressonância com o presente. Assim, navegam melhor na crise”, resumiu o publisher da Companhia, Otávio Marques da Costa.

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