Crise econômica faz milhares de alunos migrarem da rede privada para a pública
A crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus está provocando a migração de alunos da rede particular para a pública.
A crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus está provocando a migração de alunos da rede particular para a pública.
O afastamento dos alunos do ensino médio público do ambiente escolar durante a pandemia de coronavírus (COVID-19) pode a levar a um aumento do abandono e da evasão entre estes jovens. As duas situações já eram uma realidade no país por uma série de fatores como trabalho, pobreza, gravidez precoce, violência, problemas emocionais, clima escolar.
Nas transmissões ou nos grupos de WhatsApp, as perguntas sobre educação infantil sempre estão presentes. Com o isolamento social causado pela pandemia do coronavírus (COVID-19), professores desta etapa ficaram muito mais dependentes das famílias para promover o aprendizado e desenvolvimento das crianças. Criar a rotina de estudos não é fácil porque famílias precisam coordenar a vida profissional e os afazeres domésticos com uma infinidade de porquês por minuto vindos das crianças. Por mais que a tecnologia ajude, o distanciamento entre professor e aluno nestas horas traz uma série de dificuldades.
O Ministério da Educação (MEC) homologou parcialmente as diretrizes definidas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para orientar escolas e instituições de ensino durante e após a pandemia do novo coronavírus. O parecer, emitido no dia (1º), permite que atividades não presenciais sejam contadas no calendário do ano letivo, para cumprir a carga horária mínima obrigatória. Isso vale para todas as etapas de ensino, desde a educação infantil. A homologação foi publicada no Diário Oficial da União.
O Ministério da Educação autorizou hoje que escolas utilizem os sábados e o período de férias para cumprir a carga horária do ano letivo. O MEC homologou uma série de diretrizes feitas pelo Conselho Nacional de Educação para a reorganização das atividades de instituições de educação básica e ensino superior.
Em abril, o varejo de livros no Brasil perdeu 47,6% do seu faturamento, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. As lojas fechadas continuam impactando dura e negativamente o setor, mas, em maio, a queda foi menor, de 33%, na mesma base de comparação. Isso é o que diz o 5º Painel do Varejo de Livros no Brasil, relatório mensal realizado pela Nielsen e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).
O Diário Oficial da União trouxe, na sua edição desta segunda-feira (1º), a nomeação de Marcelo Lopes da Ponte como presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pela compra de livros para alunos e professores das redes públicas de ensino.
A plataforma on-line do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) está disponível para verificação dos resultados preliminares das escolas relativos ao ano de 2019, de forma individual. Para acessar as informações, é necessário o cadastro no Sistema Saeb, sendo possível o registro de apenas um representante legal por unidade de ensino. O sistema foi aberto às 18h do domingo, 31 de maio, e permanecerá acessível até o dia 15 de junho, para conferência e eventual interposição de recursos.
O Projeto de Lei 2979/20 permite o ensino a distância no Brasil em substituição ao presencial em caso de extrema necessidade, transitoriamente, mediante a garantia de acesso a todos os alunos à internet e aos equipamentos necessários para o atendimento escolar. Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, a substituição deverá perdurar “pelo prazo das situações excepcionais que o justifiquem”.