Bolsonaro quer direcionar recursos da educação para obras

“Ninguém quer o bem público que não está de acordo com o seu”. A frase atribuída ao pensador suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) traz à tona um problema grave da administração pública brasileira. Desde que percebeu que gastos trazem popularidade, o presidente Jair Bolsonaro está em busca de recursos para garantir uma agenda mais afinada com promessas de ganhos eleitorais. Encaminhado ao Congresso Nacional pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, como uma “mensagem do senhor presidente da República”, um projeto de lei pede o remanejo de mais de 6 bilhões de reais para, entre outros projetos, dar vazão a obras com dinheiro público.

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Faturamento com a venda de livros no varejo cresce 10,6% em setembro, aponta GfK

A GfK e a Associação Nacional de Livrarias (ANL) divulgaram o relatório mensal que acompanha o varejo de livros no Brasil. De acordo com o instituto de pesquisa, entre os dias 31 de agosto e 27 de setembro, foram vendidas 3,8 milhões de unidades, o que redundou em faturamento R$ 160 milhões. Ao comparar esses números com os apurados em igual período de 2019, a GfK encontrou crescimento de 8,1% em volume e de 10,6% em valor.

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Governo Bolsonaro quer acabar com aumento real de piso salarial de professor

O governo Jair Bolsonaro quer vincular o reajuste do piso salarial dos professores da educação básica à inflação, o que elimina o ganho real garantido pela lei atual. A proposta do governo é alterar a Lei do Piso na regulamentação do Fundeb. A lei, de 2008, vincula reajuste anual à variação do valor por aluno do Fundeb, o que reflete em aumentos acima da inflação, mas pressiona as contas de estados e municípios. O governo quer que a atualização seja só pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Caso a regra já valesse, o reajuste em 2019 seria de 4,6%. O último aumento pela Lei foi de 12,84%, quando o piso chegou a R$ 2.886,24. No Dia do Professor (15), o governo fez propaganda nas redes sociais com este índice como se fosse realização da gestão, apesar de ser lei. “Maior reajuste salarial para professores da educação básica desde 2012”, diz mensagem da Secretaria de Comunicação. A proposta de Bolsonaro consta em posicionamento do governo, obtido pela Folha, sobre o projeto de regulamentação do Fundeb da Câmara. O fundo direciona à educação básica recursos de uma cesta de impostos acrescidos de complementação da União. O governo quer que o

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Brasil, o País da Matemática. Para todos?

O Brasil é um país cheio de contradições, e uma das muitas está na Matemática. Há matemáticos formados no País que se tornam referência internacional na área. E há milhares de jovens que terminam a escola incapazes de fazer as operações básicas do dia a dia.

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Pesquisa mostra aumento da confiança de professores para ensino online

Pesquisa com professores que lecionam em 26 estados e no Distrito Federal, em 118 cidades brasileiras, mostra que 82,4% deles se sentem extremamente ou muito confiantes com relação ao seu preparo técnico para o ensino online, enquanto, no início da pandemia do novo coronavírus, 52,9% se sentiam totalmente despreparados, ou muito pouco preparados tecnicamente, quando as aulas virtuais se iniciaram em março, como forma de evitar a disseminação do vírus.

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Covid-19: maioria das cidades diz que não há condições sanitárias para retomar aulas presenciais em 2020

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que diante das dificuldades para adoção dos protocolos sanitários e da complexidade do cenário decorrente da pandemia da Covid-19, 82% das cidades consultadas acreditam não haver condições para retomar as aulas presenciais este ano, mais de seis meses após o fechamento das escolas. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (15), data em que o Dia do Professor é celebrado. Apenas 17% dos municípios acreditam ser possível retomar as atividades presenciais ainda em 2020 e somente 4,9% têm uma data definida para o retorno. A CNM consultou 3.988 municípios, 71,6% do total do país, nos quais estão 31,4 milhões de estudantes da educação básica, sendo 14,6 milhões de alunos das redes municipais. Na avaliação de Claudia Costin, diretora do Centro de Políticas Educacionais da FGV/RJ e ex-secretária municipal de Educação do Rio, três motivos principais explicam essa resistência dos municípios: a falta de uma coordenação nacional do MEC; e a falta de confiança das famílias por conta, principalmente, do discurso negacionista do governo federal no começo da pandemia. — Em todos os países que voltaram às aulas, mesmo aquelas repúblicas federativas, teve participação do ministério da Educação nesse processo. Só há duas

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Cinco livros brasileiros ganham destaque na maior biblioteca de livros infantis e juvenis do mundo

Todos os anos, a Internationale Jugendbibliothek (IJB), maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo, localizada em Munique (Alemanha), apresenta na Feira do Livro de Frankfurt a White Ravens, lista que serve como referência mundial na indicação das melhores obras publicadas no ano. Nesta edição, a seleção avaliou 200 livros em 36 idiomas e publicados em 56 países. Cinco obras brasileiras foram selecionadas nesse ano:

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