Alunos e professores da rede pública de ensino serão beneficiados com 11,3 milhões de livros

A Secretaria de Estado da Educação investiu aproximadamente R$ 60 milhões na aquisição de 11,3 milhões de exemplares de gêneros como poesia, teatro e  narrativa, destinados a estudantes e professores da rede pública de ensino.     O objetivo do projeto é a valorização da leitura e o enriquecimento cultural das comunidades. Dos livros adquiridos, cerca de 5,7 milhões serão destinados a alunos do Ensino Fundamental, 4,9 milhões ao Ensino Médio e 700 mil a professores. A previsão é de que os livros comecem a ser distribuídos a partir de maio deste ano.  

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Comissão sobre ensino especial ouve duas secretarias da Educação

A comissão especial criada para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 347/09, que garante atendimento educacional especializado e continuado às pessoas com deficiência na rede regular de ensino, ouve nesta terça-feira (6/04) representantes da Secretaria de Educação Especial do Acre, Cláudia de Paoli; e da Secretaria Especial do Rio Grande do Norte, Joiran Medeiros da Silva.   A PEC altera a redação do artigo 208 da Constituição para deixar explícita a dispensa de limite de idade para o atendimento educacional especializado, assegurando o acesso em todos os níveis de ensino, sem discriminação de faixa etária.   A audiência, proposta pelo deputado Paulo Delgado (PT-MG), será realizada às 14 horas no plenário 9.  

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Câmara lança nesta terça-feira o Parlamento Jovem 2010

A Câmara lança hoje o programa Parlamento Jovem 2010. O programa é um evento anual que oferece a possibilidade de estudantes do ensino médio de todo o País participarem de uma jornada parlamentar como deputados por uma semana.    Os estudantes – com idade entre 16 e 22 anos – poderão se inscrever no programa até 26 de agosto. A lista com os selecionados será divulgada no dia 4 de outubro, e o Parlamento Jovem acontece de 8 a 12 de novembro.   O lançamento do programa está marcado para as 10h30, no auditório do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara (Cefor). Participarão do evento o deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), autor da proposta de criação do programa; a secretária executiva do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Nilce Rosa da Costa; a diretora da Coordenação de Relações Públicas da Câmara, Cinthia Nunan Baptista Kriemler, e o diretor do Cefor, Rogério Ventura Teixeira.   Projetos de lei   Para se inscrever, os estudantes deverão apresentar um projeto de lei que será pré-selecionado pelas secretarias de Educação estaduais. A proposta, que deverá  ser apresentada na escola do estudante que deseja se inscrever, deve tratar de temas nas áreas de Agricultura

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Material não passa por avaliação do ministério

Associação diz ter pedido ao MEC que avalie apostilas, mas ainda não houve resposta. Defensores do sistema afirmam que método poupa parte do trabalho pedagógico e facilita acompanhamento dos pais.   Os tradicionais livros didáticos perdem cada vez mais espaço para as apostilas elaboradas por redes de ensino privado. Levantamento feito pela Folha mostra que ao menos um terço dos colégios particulares já adota esse sistema de ensino em substituição ou complemento dos livros. Dos 18 grupos identificados, apenas três -Etapa, Expoente e Ser- não quiseram divulgar seus números. Com as informações dos 15 demais sistemas, foi possível calcular que ao menos 7.000 escolas (33% do total de 21 mil instituições particulares de ensino fundamental e médio do país) trabalham com as apostilas.   Ao entregar para o professor um material estruturado e com planos de aula a serem seguidos, poupa-se parte do trabalho de coordenação pedagógica. Fica também mais fácil para pais e alunos acompanharem se o conteúdo previsto está, de fato, sendo transmitido. Especialista afirmam, porém, que o sistema pode tirar a autonomia do professor e, em alguns casos, dar pouca margem para trabalhar conteúdos regionais em escolas fora do Sul e Sudeste, onde se concentram os grupos

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Livro digital promete democratizar acesso, defende entidade

Dados do Observatório do Livro e da Leitura indicam que pelo menos 3% dos leitores brasileiros são adeptos de mídias digitais. O número corresponde a 4,7 milhões entre os 95 milhões das pessoas que têm o hábito de ler.   Segundo a entidade, a tecnologia pode representar a democratização da leitura, porém o mercado ainda mostra-se receoso.   “O livro digital pode trazer uma contribuição formidável para a sociedade na medida em que o livro se torne mais acessível às massas”, explicou o diretor do Observatório do Livro e da Leitura, Galeno Amorim durante o encerramento do 1º Congresso Internacional de do Livro Digital no Brasil, realizado em São Paulo.   Segundo ele, no Brasil 77 milhões de pessoas não têm o hábito de ler livros por razões econômicas e sociais. “É importante ressaltar que o livro digital é uma oportunidade tanto para os ricos quanto para os pobres: se por um lado vamos democratizar o livro para todas as classes, também vamos disponibilizar títulos que não estão mais disponíveis no mercado.”   No momento, a nova tecnologia ainda desperta incertezas no mercado. O gerente de Comunicação e Serviços da Câmara Brasileira de Livros (CBL), Nilson Hashizumi, disse que mesmo

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Conae – Lula elogia articulação realizada para a Conferência Nacional de Educação

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, elogiou a articulação entre sociedade civil, instituições sociais, órgãos públicos e movimentos sociais para a realização da Conferência Nacional de Educação (Conae), que terminou na quinta-feira (1/4).    O pronunciamento foi feito durante a plenária final, que vota as últimas propostas para o texto final da Conferência, que vai subsidiar o Plano Nacional de Educação (PNE).   “Pais, estudantes e gestores estão reunidos desde domingo para debater os rumos da educação”, afirmou o presidente. Ele lembrou que o processo de realização da Conferência começou meses antes do evento, nas edições municipais e estaduais. “Aproximadamente 401 mil pessoas participaram diretamente o processo. É uma alegria ver todos os níveis comprometidos com a educação”, afirmou.   Antes da etapa nacional, aconteceram 1.891 conferências municipais, 27 estaduais e 337 conferencias livre, mobilizando 3 milhões de pessoas. Cerca de 4 mil de líderes sociais, professores, alunos, pais e representantes de instituições sociais participaram dos colóquios e das plenárias.   As propostas aprovadas farão parte do texto final da Conferência, que vai subsidiar o Plano Nacional de Educação – uma série de normas que determinam as diretrizes do ensino público entre 2011 e 2020.   Nos dois

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Apesar das incertezas, é hora de começar

Na quarta-feira (31), o dia dedicado às ideias brasileiras sobre o assunto mais comentado do momento no mercado editorial internacional, dúvidas, repetições, insegurança e uma revelação tímida.    Da plateia do 1º Congresso Internacional do Livro Digital, veio a informação de que o Submarino corre para não ficar atrás das livrarias Cultura, Saraiva, Gato Sabido e Singular na venda de e-book. Marcílio Pousada, presidente da Saraiva, disse que esse é o momento de colocar a mão no bolso para fazer o negócio acontecer. Jorge Carneiro, diretor do Grupo Ediouro, comentou que existe uma tendência de esperar definições nos Estados Unidos.“Se pudermos ir começando e adotando um modelo que preserva o valor do livro, é melhor ir começando”.   Silvio Meira, do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, insistiu no que já havia sido dito: a tecnologia não precisa estar pronta para começarmos a usá-la. E fez uma previsão: “O modelo de livro do futuro vem do Facebook, do Google e dessas redes- e não através do pessoal que está digitalizando livro. Trata-se do modelo de formação de comunidades e não mais de disseminação de informação”. Sérgio Valente, da DM9DDB, deu a deixa… Se existem 162 milhões de celulares

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Livros escolares, uma atenção toda especial

Responsáveis por um terço da receita do mercado editorial brasileiro e por metade dos livros vendidos a cada ano no País, as editoras de livros escolares têm acompanhado com especial interesse a discussão sobre o futuro do livro digital.    Vários estados americanos já decretaram o fim dos seus programas de aquisição de livros de papel. No lugar, só conteúdo digital e gratuito. Por lá, a questão afetiva não pesou. Foi uma decisão puramente monetária, para enfrentar o desastre da crise econômica.         Ser ou não ser digital, eis a questão!   Só se falou numa coisa na semana que passou no mundo do livro no Brasil: o livro digital! As mesas de debates e os corredores do Congresso Internacional do Livro Digital, encerrado na quarta (31/3), em São Paulo, foram palcos da mais densa e instigante confabulação a respeito já ocorrida no País. Não se sabe exatamente para onde ir. Mas uma coisa é certa: não dá pra ficar de fora!         Livro digital, demanda nova no Parlamento   A julgar pelo que tem acontecido pelo mundo afora, Câmara Federal, Senado e Assembleias Legislativas terão muito que debater, estudar e aprovar na forma

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Conae – Livros didáticos e escolas terão de incluir temática LGBT

Os temas sobre orientação sexual e homossexualidade terão de aparecer nos livros didáticos e nas salas de aula. Pelo menos, foi essa a decisão da Conae (Conferência Nacional de Educação), que acontece em Brasília até quinta-feira (1º).    Segundo o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, o movimento LGBT está satisfeito com a conferência. “Saímos vitoriosos. Se o país cumprir o que foi aprovado, a homofobia na escola está com os dias contados”, afirma.   A Conae pretende traçar diretrizes para a educação do país, que podem ser incorporadas no Plano Nacional de Educação. É este plano que define o que será prioridade no ensino brasileiro nos próximos dez anos.   Além da presença nos livros escolares, a temática LGBT deverá ser ensinada nas faculdades e cursos de formação de professores. Além disso, de acordo com Reis, a conferência definiu que o livro didático não poderá ter conteúdos que discriminam homossexuais. “É o fim das piadas sobre gays nos livros”, diz.   Propostas LGBT na conferência    O movimento LGBT levantou três propostas na Conae: o fim da homofobia na escola; que travestis possam usar o nome feminino nas salas de aula;

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