Escolhas…
Quantas vezes somos questionados sobre os caminhos ou opções que permearão nosso futuro profissional. Tantos são os questionamentos, que em muitos casos, as dúvidas sobre que carreira seguir e/ou que caminhos percorrer, acabam se tornando dilemas divagados por um longo período. – Mas quem disse que uma resposta eficaz é a necessariamente absoluta? Acredito veementemente que algumas das mais importantes perguntas que deveríamos fazer a nós mesmos seriam: – Esta escolha profissional me trará felicidade? Estarei satisfeito com as atividades que estarei executando? Os esforços serão compensados pelos ganhos? Estarei me sentindo útil? Estarei sendo desafiado a crescer como profissional e como pessoa? Terei uma vida mais equilibrada em termos pessoais e familiares? Estarei em uma posição sustentável por longo prazo? Conheço vários gestores que escolheram ser poderosos apenas no puro significado da palavra, mas que são regressos e insuficientes nas administrações que realizam; gestores que não compreenderam que os indicadores de seus resultados também estariam expressos nas relações com seus colaboradores e que de tão cegos simplesmente trocaram a decência da liderança influenciadora pelo ineficiente autoritarismo; gestores que só conhecem o equilíbrio financeiro e os fluxos de caixa, mas que nem se deram conta da irrefutável necessidade