Brasil investe só 1/5 do aplicado em educação por países da OCDE

O Brasil investiu somente cerca de 1/5 do aplicado por países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) no ensino fundamental. A conclusão é do estudo Education At A Glance 2010.   Segundo a publicação, o Brasil investe, em média, US$ 19.516 por estudante do fundamental em todo o ciclo, contra US$ 94.589 (em média) dos países membros da OCDE. Fazem parte da organização países da Europa, Estados Unidos, Chile, México e Japão. O ano utilizado como base é 2007.   Os números levam em conta salários de professores, capacitações de aprendizagem, materiais e instalações de ensino e o número de estudantes matriculados no sistema educacional.   Entretanto, a organização diz no estudo, publicado em setembro, que o Brasil está entre os seis países onde mais houve crescimento no que diz respeito a investimentos na área. Em 2007, ano utilizado como base para os comparativos econômicos, o que foi alocado para a educação correspondeu a 16,1% dos investimentos públicos sociais, em todos os níveis de ensino combinados.   Entre 2000 e 2007, afirma a OCDE, houve um aumento de 66% neste percentual. Além do Brasil, estão na lista Chile, Dinamarca, Holanda, Eslováquia e Suécia. Em 2007, segundo a

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PNLL ajuda a nortear fundo voltado para o setor editorial

Para nortear as atividades do fundo voltado para o setor editorial, foram utilizados os preceitos do Plano Nacional do Livro e Leitura, afirma José Castilho, presidente da Editora Unesp e integrante do comitê do fundo.     De acordo com a coluna Avant-Première, foram definidos dois eixos de ação, concentrados na modernização e abertura de bibliotecas e na formação de mediadores de leitura. No primeiro momento de atuação do fundo, não haverá a cobrança de um percentual do mercado para ampliar os seus recursos, conforme vinha sendo aventado.

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Brasil vence Olimpíada Ibero-Americana de Física

Pelo terceiro ano consecutivo, a equipe brasileira é a campeã geral da Olimpíada Ibero-Americana de Física (OIbF), competição destinada a alunos do ensino médio e cujas eliminatórias se dão pela Olimpíada Brasileira de Física (OBF).   A 15ª edição do torneio foi realizada no Panamá, de 26 de setembro a 2 de outubro, ocasião em que a equipe formada pelos estudantes Danilo de Albuquerque, Elder Yoshida, Lucas Souza e Matheus de Paula conquistou quatro medalhas de ouro, colocando o Brasil no primeiro lugar da competição.   Os quatro haviam sido selecionados na OBF 2008, enquanto cursavam a 1ª série do ensino médio. Desde então, passaram por treinamentos e foram acompanhados pela Comissão de Preparação da OBF. No final desse processo, os quatro tiveram aulas teóricas e experimentais durante uma semana no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos (SP).   Destinada a alunos do último ano do ensino médio, a OIbF reuniu 71 competidores de 17 países da América Latina, mais Portugal e Espanha. Cada nação pode enviar, no máximo, quatro estudantes.   A OBF também seleciona alunos para a International Physics Olympiad (IPhO) que este ano reuniu 380 estudantes de 82 países,

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Vivaleitura: Finalistas vêm de nove estados e atendem diferentes públicos

São de dez cidades do interior do país e de três capitais as 15 experiências finalistas do Prêmio Vivaleitura 2010, selecionadas entre 1.829 projetos inscritos. Desse grupo de finalistas, serão escolhidas as três experiências vencedoras, que vão dividir R$ 90 mil. A premiação será em 19 de novembro, em Brasília.     Promovido pelos ministérios da Educação e da Cultura, o Vivaleitura tem entre seus objetivos fomentar a leitura no país. Desde 2005, cerca de 8,5 mil projetos foram inscritos, 75 deles foram classificados e 12 premiados. No período foram distribuídos R$ 360 mil. O prêmio conta com a coordenação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha.   Os finalistas da quinta edição do Vivaleitura representam nove estados de quatro regiões – Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Bahia, Piauí (Nordeste), São Paulo, Minas Gerais (Sudeste), Rio Grande do Sul (Sul) e Amapá (Norte). Os trabalhos contam como a leitura faz a diferença em comunidades rurais, na educação pública, no cotidiano de motociclistas, no rádio.   Conheça os  projetos  finalistas.  

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Enem deve privilegiar questões de meio ambiente, apostam professores

Para docentes dos principais cursinhos pré-vestibulares, a prova deve ser extensa e os estudantes terão de relacionar temas da atualidade com os conteúdos básicos do ensino médio; a novidade deste ano é a aplicação de questões de inglês ou espanhol.   Sob a perspectiva de uma prova que tradicionalmente cobra dos alunos a capacidade de ler, interpretar, analisar e relacionar temas, quem vai prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano precisa conhecer também os assuntos da atualidade. Faltando um mês para a avaliação, a reportagem ouviu professores de cursos pré-vestibular da Poli, Etapa, Anglo e do Sistema COC de Ensino sobre assuntos que podem ser abordados. Em todos os casos, eles lembram que não é necessário a “decoreba” de nomes, locais e datas, mas sim saber as razões e consequências dos fatos mais relevantes para o Brasil e o mundo. Em geral, os temas atuais são usados de forma a aproximar da realidade conceitos básicos das disciplinas. Algumas questões podem usar charges, textos de jornais ou revistas, gráficos e tabelas. Conhecer bem os problemas contemporâneos também fornece argumentos para uma boa redação.   A novidade  deste ano, questões de inglês ou espanhol de acordo com a opção

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Escolha de obras para jovens e adultos vai até o dia 8

O Ministério da Educação prorrogou para o dia 8 de outubro próximo o prazo para a escolha de coleções e livros didáticos de alfabetização e educação de jovens e adultos. O prazo anterior expiraria na segunda-feira, 4.   A escolha das obras que serão usadas por educadores e estudantes em 2011 deve ser feita pelo coletivo da escola, que compreende professores, alfabetizadores, coordenadores de turmas e gestores do programa Brasil Alfabetizado.   A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do MEC lembra que a escolha de coleções e livros cabe a cada rede de ensino, estadual ou municipal. Isso significa que as escolas vão receber do MEC o conjunto de obras que teve maior número de indicações pela rede à qual estão subordinadas.   Para ampliar a oferta de obras didáticas para a alfabetização e educação de jovens e adultos nas redes públicas de ensino, o MEC lançou em 2009 o Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD-EJA), que incorporou o Programa Nacional do Livro Didático para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA). O objetivo dessa iniciativa do governo federal é garantir que escolas e sistemas públicos de ensino recebam livros didáticos

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Consulta pública – diretrizes curriculares nacionais da educação infantil

A Secretaria de Educação Básica (SEB) abriu consulta pública sobre a implementação das diretrizes curriculares nacionais da educação infantil, aprovadas em dezembro de 2009.   Os documentos preliminares estão à disposição de gestores, conselheiros, técnicos, professores, pesquisadores e da comunidade. Sugestões e críticas podem ser enviadas até o dia 30 para consultapublicacoedi@mec.gov.br.   Mais informações na página eletrônica da SEB.

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Audiência pública – diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio

O Conselho Nacional de Educação (CNE) promove nesta segunda-feira, 4, das 14 às 18h, audiência pública para discutir as novas diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio.   A reunião será realizada no auditório Professor Anísio Teixeira, localizado no edifício-sede do CNE, na av. L2 Sul, quadra 607, em Brasília. É necessário confirmar presença pelo e-mail liaricci@mec.gov.br ou pelo telefone (61) 2022-7077.

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América Latina define plano para melhorar educação

Pela primeira vez na história, 22 países latino-americanos assinaram um pacto em favor da qualidade na educação.Documento prevê metas gerais e 27 específicas. Ministros se comprometeram a investir 10% do orçamento em educação.    O documento Metas 2021 foi firmado no mês passado, em Buenos Aires, por ministros e representantes de ministérios da Educação e será ratificado na cúpula de chefes de Estado em dezembro, na Argentina. O documento foi costurado durante dois anos pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e prevê nove metas gerais e 27 específicas, além da dotação de recursos e de um processo permanente de avaliação, que será coordenado pelo México.   Segundo o presidente da OEI, Alvaro Marchesi, os ministros se comprometeram a investir cerca de 10% do total de seu orçamento anual para alcançar as metas conjuntas, o que totalizará US$ 104 bilhões. O acordo definiu a criação do Fundo Solidário de Coesão, que deve chegar US$ 5 bilhões,destinado a apoiar os países mais carentes.   Alimentado por doações voluntárias de governos, empresas e organizações não-governamentais (ONGs), o fundo nasce com duas contribuições importantes. O presidente do BBVA, Henrique Iglesias, anunciou US$ 520 milhões. Uma quantia semelhante será doada pelo Fundo das Nações Unidas

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