Frankfurt abre mais espaço para tecnologia

A Feira do Livro de Frankfurt começa na próxima quarta-feira (6) e terá uma novidade neste ano – o Frankfurt Sparks, a programação digital do evento.   Diariamente, haverá apresentações e conferências sobre o futuro da mídia e da indústria criativa em pequenos auditórios espalhados pela feira, e apresentações mais específicas nos Hot Spots, estandes construídos em todos os pavilhões especialmente para a apresentação de produtos tecnológicos voltados ao mercado editorial e que vão receber 67 expositores de 13 países.   Os temas vão de aplicativos para celular, gerenciamento de conteúdo, distribuição de e-book e devices a softwares educacionais, entre muitos outros. A programação ainda não está completa no site, mas se você for à feira não deixe de acompanhar.   O PublishNews também estará lá e vai conduzir duas apresentações: “O mercado de livros digitais no Brasil”, com a presença de Newton Neto, da Singular; e “Começando o comércio de e-book no Brasil”, com Frederico Indiani, da Livraria Saraiva. Ao falar de assuntos tão atuais como edição, tecnologia e internet, a organização espera desenvolver modelos de negócios coletivos.  

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Ensino fundamental é decisivo para superior, diz estudo

As quatro primeiras séries do ensino fundamental são as mais decisivas para que os estudantes do ensino superior de um Estado demonstrem melhor aproveitamento. Segundo pesquisa realizada pelo Insper (ex-Ibmec-SP), por apresentar maior potencial de melhorias, é o primeiro ciclo que deve merecer mais atenção por parte dos gestores ou do governo.   A pesquisa tem o objetivo de mostrar em que níveis da educação básica nos quais mais esforços devem ser concentrados para que a eficiência das instituições de ensino seja melhorada. A ideia foi medir o impacto que o ensino básico tem no superior, por região do País.   A Região Sul foi a que obteve o melhor resultado – portanto, é a que apresenta as instituições de ensino mais eficientes na relação entre o desempenho do ensino básico e a qualidade do ensino superior: 97,2% de aproveitamento. A Região Nordeste é a pior, com 64,9%. A Região Sudeste obteve 87,3%; a Centro-Oeste, 75,3%; e a Norte, 65,6%. A pesquisa considerou como premissa os alunos terem cursado o ensino básico e o superior no mesmo Estado. Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores fizeram cálculos estatísticos com dados das 27 unidades federativas. Foram utilizados dados do Índice de

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Brasil conquista primeiro lugar na Olimpíada Ibero-Americana de Matemática

O Brasil conquistou o primeiro lugar na 25ª edição da Olimpíada Ibero-Americana de Matemática, em Assunção, Paraguai. Com duas medalhas de ouro e duas de prata, o país foi o maior destaque entre 21 participantes.     O estudante Marcelo Tadeu de Sá Oliveira Sales, de Salvador, que atualmente mora e estuda em São Paulo, obteve o maior número de pontos na competição. A outra medalha de ouro ficou com Deborah Barbosa Alves, de São Paulo.   O catarinense Gustavo Empinotti, que estuda em São Paulo, e Matheus Secco Torres da Silva, do Rio de Janeiro, conquistaram medalhas de prata.   A olimpíada é disputada desde 1985. Os objetivos principais da competição são fortalecer e estimular o estudo da matemática, contribuir para o desenvolvimento científico da comunidade ibero-americana, identificar jovens talentos e incentivar a troca de experiências entre os participantes.    

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Educação é a melhor maneira de combater a pobreza, diz Unesco

A diretora-geral da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), Irina Bokova, afirmou que a educação é a melhor maneira de combater a pobreza. O assunto é tema da Conferência Mundial sobre Cuidados e Educação Infantil, em Moscou, na Rússia, onde estão reunidos representantes de 65 países.     A ideia é fazer um balanço das ações em curso e definir o que deve ser feito para avançar até 2015.Irina afirmou que a meta é fixar a atenção nos cuidados na primeira infância, principalmente para as crianças mais pobres. De acordo com a Unesco, a primeira infância vai do nascimento até os 8 anos de idade. É nessa fase da vida em que há o desenvolvimento do cérebro, segundo especialistas.   Até quinta-feira (29), os representantes dos 65 países participam de uma série de discussões sobre políticas de desenvolvimento, custos e financiamento, legislação, experiências regionais, qualidade e capacidade de resposta, exclusão e marginalização, além de monitoramento e avaliação.   “A educação é a melhor garantia para combater a pobreza. Não há espaço melhor para definir o desenvolvimento de uma pessoa do que os primeiros anos de vida de uma criança”, afirmou a diretora-geral da

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Encceja recebe inscrições até o dia 10 de outubro

Foram prorrogadas para 10 de outubro as inscrições no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) de 2010. O prazo original seria encerrado no domingo, 26 de setembro. A data das provas está mantida para 12 de dezembro.   O Encceja é uma avaliação voluntária e gratuita destinada a pessoas que não tiveram oportunidade de concluir o ensino fundamental na idade curricular apropriada. Para obter a certificação, o candidato precisa ter no mínimo 15 anos completos na data de realização do exame.   No ato da inscrição, os interessados podem selecionar pelo menos uma área de conhecimento. O exame é formado por provas de língua portuguesa, língua  estrangeira moderna (inglês), artes, educação física e redação [prova I]; matemática [prova II]; história e geografia [prova III]; ciências naturais [prova IV].   Até 16 de novembro, os participantes receberão o cartão de confirmação da inscrição no endereço que informaram. A partir dessa data, a confirmação, com endereço, hora, data e local de prova, também estará disponível no sistema de acompanhamento da inscrição e no serviço de atendimento Fala, Brasil (0800 616161).   No dia do exame, os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 7h

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Haddad: melhorar carreira docente é grande desafio para a educação nos próximos dez anos

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, o maior gargalo para o desenvolvimento da educação no país é a valorização da carreira docente.   Haddad apontou que atualmente um professor ganha 60% do salário de um profissional de outra área com a mesma escolaridade.   “A formação, que está sendo garantida pelo governo, é insuficiente se a carreira [do magistério] não for atrativa”, disse Haddad na manhã desta quinta (23) no 10º Encontro Nacional de Estudos Estratégicos, em Brasília.   O comentário veio em resposta a uma indagação do público que participa do evento, que acontece hoje e amanhã.“Acho possível [que consigamos atingir a paridade de salários] por causa da Emenda Constitucional 59, que estabelece o piso nacional do magistério”, disse o ministro.   Apesar de ter sido aprovado, em 2008, o valor de R$ 950 como piso nacional para os docentes, existe uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) impetrada por cinco governadores (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Ceará) no STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo a CNTE, entidade nacional de representação dos trabalhadores da educação, a Lei do Piso ainda não é amplamente cumprida.   Escola dos anos 1950   Durante o discurso

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Ciência Política poderá estar na grade do ensino médio

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7746/10, do deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), que inclui no currículo obrigatório do ensino médio brasileiro disciplina com noções básicas de ciência política.   Segundo o texto, os alunos do ensino médio teriam aulas de conteúdo técnico (e não partidário) sobre a representação política, a história do voto no Brasil e as atribuições dos diferentes cargos políticos e dos três Poderes, entre outros assuntos.   O prazo para os sistemas de ensino incluírem a disciplina na grade horária será de três anos, caso o projeto seja aprovado.   A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – Lei 9.394/96), que hoje estabelece a oferta obrigatória, no ensino médio, de Português, de Matemática, do “conhecimento do mundo físico e natural” e da “realidade social e política”, especialmente do Brasil, além de Artes, Educação Física, uma língua estrangeira, Filosofia e Sociologia.   As duas últimas disciplinas foram incluídas na LDB pela Lei 11.684/08, mas a modificação foi insuficiente, na opinião de Caiado. “Essas matérias não abarcam algumas noções imprescindíveis para a compreensão da realidade política brasileira presentes na área de estudo da Ciência Política”, afirma o deputado.   Democracia Ronaldo Caiado

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Debatedores temem fim do sistema de avaliações do ensino no Brasil

Participantes do debate “A Capacidade do Brasil – O Papel da Educação”, promovido pela BBC Brasil e pela rádio CBN, alertaram para o risco de o novo governo abandonar o sistema de avaliações nacionais, como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).    “A educação no Brasil deve continuar evoluindo, mas corremos o risco de ter um retrocesso com o novo governo no que diz respeito a avaliações baseadas em dados, como aconteceu no início do governo Lula”, disse o economista Naercio de Menezes Filho, professor da FEA-USP e do Insper. “Antes da criação desses exames, pensávamos que nossa educação podia até ser boa, porque não havia dados disponíveis para compará-la a outros países. Ficava todo mundo no vazio.”   Para Ilona Becskeházy, diretora-executiva da Fundação Lemann, “é de suma importância que a gente tenha sistemas de avaliação para acompanhar as políticas de ensino”. Ela teme que esses exames possam facilmente virar alvo de ataques políticos.   Mozart Neves Ramos, da ONG Todos pela Educação, também ressaltou a importância das provas, mas lembrou que essa é uma implementação recente. “Por isso mesmo, ainda não sabemos usar completamente os dados das avaliações.

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IBGE aponta ligação entre renda e nível de educação

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (17/09), indicam que as desigualdades estão diminuindo no que diz respeito ao acesso ao sistema educacional.    No entanto, o nível do rendimento familiar ainda é uma fonte de desigualdade importante, sobretudo nos ciclos de ensino não obrigatórios. Entre 1999 e 2009, a educação infantil (0 a 5 anos), foi o nível de ensino que mais cresceu em termos de frequência (de 32,5% para 40,2%), mas, nessa faixa etária, apenas 30,9% das mais pobres frequentavam creche ou pré-escola. Este percentual aumenta para 55,2% entre os 20% mais ricos.   Na faixa dos 6 a 14 anos, que corresponde ao ensino fundamental, o acesso à escola era praticamente igual em todos os níveis de rendimento. Entre 15 e 17 anos a possibilidade de estudar atingia 82,6% em média. A diferença entre os mais pobres e os mais ricos chegava a quase 13 pontos percentuais. No grupo das pessoas de 18 a 24 anos de idade, 14,7% declararam somente estudar, 15,6% conciliavam trabalho e estudo, 46,7% somente trabalhavam. Outros 17,8% informaram realizar afazeres domésticos e 5,2% não realizavam nenhuma atividade.   No grupo de 16 a 24 anos,

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