Apanhadão: Segue forte a reação sobre decisão do governo do Estado de São Paulo contra o PNLD

A reação contra a decisão aparentemente intempestiva do secretário de Educação de São Paulo – de retirar o estado do PNLD para as séries do ensino fundamental 2 – segue com força nos jornais. Neste fim de semana, a Folha de S. Paulo publicou um artigo intitulado “Os inimigos do livro”, referindo-se ao secretário e ao governador. O jornal também apontou como uma empresa ligada a Renato Feder firmou três novos contratos com a gestão Tarcísio. A Folha também mostrou como a Secretaria diz que serão os livros utilizados a partir do ano que vem.

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Decisão do governo de São Paulo de sair do PNLD tem impacto direto no orçamento das editoras

As editoras envolvidas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) devem sentir os efeitos – financeiros, de planejamento e de pessoal – da decisão do Governo do Estado de São Paulo de se retirar do Programa. De acordo com a Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros), com a decisão, 1,4 milhão de estudantes da rede estadual de ensino não receberão obras didáticas do PNLD, e 100 mil professores também não terão as obras pedagógicas. Para atender ao Estado de São Paulo no edital do PNLD 2024, o Governo Federal previu recursos de R$ 120 milhões, dos quais o governo estadual está abrindo mão, e que consequentemente não devem chegar às editoras.

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Apanhadão: A repercussão da decisão de Tarcísio em ir contra o PNLD

O principal assunto dos últimos dias tem sido a repercussão negativa da decisão do governador de São Paulo de abandonar o uso de livros físicos nas escolas da rede estadual. O governador Tarcísio de Freitas afirmou que o governo estadual vai oferecer material didático impresso para os alunos da rede. Essas apostilas baseiam-se no conteúdo digital que já é utilizado nas escolas. O governador não detalhou, porém, de onde sairão os recursos para a nova iniciativa.

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