MEC vai lançar novo programa do livro

Já tem até nome o novo programa do Ministério da Educação para, ao mesmo tempo, incrementar a formação dos professores das escolas públicas brasileiras e ampliar seu acesso aos livros e materiais de apoio na sala de aula. É o Programa Nacional da Biblioteca do Professor, o PNBP, que deve chegar pela primeira vez às escolas em 2010.     O ministro Fernando Haddad teve uma bela conversa esta semana, em Brasília, com a CBL, Snel, Abrelivros e Abeu para apresentar a ideia e pedir uma força para que desenvolvam rapidamente esses materiais.  O objetivo central é oferecer livros que ajudem os educadores nas suas estratégias de ensino na sala de aula. Uma belíssima sacada.     

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Minas muda currículo do ensino médio e provoca polêmica

Alunos do 2º ano do ensino médio de Minas têm agora de optar por uma área específica (humanas, exatas ou biológicas) para seguir até o fim do antigo colegial. A medida do governo Aécio Neves (PSDB) está em vigor desde o início do ano. Há 200 mil matriculados nessa série em toda a rede estadual.     O número de aulas continua o mesmo. O que muda é que, se o aluno escolhe humanas, passa a não ter mais aulas de biologia, química e física nos dois últimos anos do ensino médio.     Já o que opta por exatas e biológicas deixa de ter aulas de história, geografia e língua estrangeira. A maioria dos vestibulares exige todo o conteúdo.     A escolha vale para quem obtiver rendimento de 70% em todas as disciplinas obrigatórias do 1º ano do ensino médio. A direção da escola definirá a área para quem entrar no 2º ano após passar por recuperação em alguma disciplina.     As normas constam de uma resolução da Secretaria da Educação, publicada em dezembro.     “Em vez de aprender um pouco de muito conteúdo, o aluno vai aprender mais aprofundadamente com menos disciplinas. Com muita disciplina,

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Senadores aprovam programa Cesta Básica do Livro

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta terça-feira (7), em caráter terminativo, projeto que autoriza a criação, no Ministério da Educação, do programa Cesta Básica do Livro. A proposta, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), autoriza o Executivo a oferecer, a cada família com filhos entre seis e 18 anos que estudem em escolas públicas, dois livros de conteúdo literário, artístico ou científico, a cada bimestre letivo.    Com parecer favorável do relator, senador Marco Maciel (DEM-PE), o projeto (PLS 278/08) determina que os livros serão escolhidos a partir de um catálogo a ser elaborado pelo Ministério da Educação, com a aprovação da Câmara de Educação Básica, vinculada ao Conselho Nacional de Educação.    Na justificação da matéria, Cristovam Buarque afirma que estudos recentes demonstram a diferença positiva do desempenho escolar de crianças que dispõem em suas casas de livros, revistas e jornais. Na opinião do senador, o programa terá um efeito positivo “para a criação de hábitos mais evoluídos de consumo, hoje reservados às classes médias da sociedade brasileira“.   

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Começa seleção de livros de alfabetização de jovens e adultos

O processo de inscrição para avaliação e seleção de livros didáticos que serão usados na alfabetização de jovens e adultos em 2010 tem início nesta terça-feira, 7 de abril. As editoras interessadas em participar devem fazer a pré-inscrição on line de suas obras junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) até 22 de maio. O edital com as normas para a edição 2010 do Programa Nacional do Livro Didático para a Alfabetização de Jovens e Adultos (PNLA) já está disponível no site do Fundo, www.fnde.gov.br.     O prazo para a entrega dos exemplares para avaliação vai de 8 a 10 de junho. Após a avaliação, feita pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação, será disponibilizado um resumo dos livros selecionados às entidades parceiras do programa Brasil Alfabetizado e às redes públicas que atendam turmas de alfabetização de jovens e adultos, as quais escolherão os livros mais adequados aos seus processos pedagógicos. As obras precisam estar adaptadas às novas normas ortográficas e devem contemplar, em um único volume, as disciplinas de português e matemática.     “A aquisição centralizada de material didático pelo governo federal gerou um ganho de qualidade aos alunos

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Mudança no Enem valerá a partir deste ano, diz MEC

O Ministério da Educação anunciou nesta segunda-feira (6) que a mudança no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai valer a partir deste ano. O Enem passará a ter 200 questões de múltipla escolha e uma prova de redação. Atualmente, o Enem tem 63 questões e uma redação.    No novo formato, as questões seriam divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza.    O ministério quer que o exame seja usado pelas universidades federais no lugar do vestibular tradicional. O aluno poderia se candidatar a cursos em até cinco universidades. Os reitores informaram que vão decidir, até o fim deste mês, se aceitam as mudanças.        Vestibulando poderá concorrer em 5 federais Folha de São Paulo    O novo vestibular unificado das universidades federais proposto pelo Ministério da Educação (MEC) deverá permitir que os candidatos escolham até cinco opções de curso que podem ser oferecidos por até cinco instituições.    No ato da inscrição, o aluno teria que ordenar as suas preferências. Quem colocou um curso como primeira opção teria prioridade, mesmo que a sua nota tenha sido menor, sobre outro candidato que escolheu o mesmo curso

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Livros didáticos e alimentos puxam expansão no Paraná

A produção da indústria paranaense cresceu 1,5% no mês de fevereiro, em comparação a fevereiro de 2008. O Paraná foi o único Estado com desempenho positivo entre as unidades da Federação pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).     A produção do Estado avançou 5,7% em fevereiro, ante a de janeiro, na série com ajuste sazonal, após acréscimo de 8,2% em janeiro. A média móvel trimestral ficou em 0,4%, interrompendo dois trimestres de queda, como mostra a pesquisa divulgada ontem pelo IBGE.    Segundo Julio Suzuki, coordenador do núcleo de conjuntura do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), o crescimento pode ser atribuído ao desempenho positivo de dois dos principais segmentos industriais: o de alimentação e do setor de edição e impressão.    Suzuki destacou que das 14 atividades pesquisadas seis tiveram taxas positivas – a contribuição mais importante foi a do setor de edição e impressão, com 184,5%. “Nos últimos 12 meses, essas empresas aumentaram sua produção em 60%“, explicou.    Esse crescimento atípico foi explicado também pelo aumento de encomendas governamentais de livros ou impressos didáticos para atender o início do ano letivo, aponta a pesquisa do IBGE. O coordenador do Livro Público

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Parlamentares e profissionais da área do livro reúnem-se em audiência pública para debater o assunto

A proposta de adoção da Lei do Preço Único para a venda de livros no Brasil foi discutida nesta quinta-feira, dia 2 de abril, em Brasília, durante audiência pública na Câmara dos Deputados. A idéia de que os livros sejam vendidos por um preço fixo é da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e conta com o apoio de algumas entidades. A proposta divide opiniões. O Sindicato Nacional de Editores de Livros (SNEL) e outras organizações, por exemplo, são contrários à adoção do preço único. Para tentar chegar a um consenso, a Frente Parlamentar Mista da Leitura sugeriu a realização da audiência.    O secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), José Castilho, esteve presente na reunião. Segundo ele, a postura do PNLL, vinculado aos Ministérios da Cultura (MinC) e da Educação (MEC), continua sendo a de incentivar o debate desse tema em todo o território nacional, visto que ainda não existe uma posição fechada do Plano quanto ao assunto: “Precisamos procurar um consenso. O PNLL está atento com relação ao que essa lei poderá beneficiar ou vir ao encontro da democratização do acesso ao livro e à leitura no Brasil, que é um dos grandes objetivos do nosso

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Alunos de 1º e 2º ano do ensino fundamental terão novos livros

Novos livros paradidáticos para o 1º e o 2º anos do ensino fundamental serão usados nas salas de aula das escolas públicas no ano que vem. Na quinta-feira, dia 2, foi divulgada a relação das obras complementares escolhidas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2010.     Foram selecionadas 150 obras, que podem fazer parte de até cinco acervos diferentes, de acordo com o número de alunos de cada escola. Os livros, de natureza mais literária, são complementares aos didáticos e abordam as diversas áreas do conhecimento — língua portuguesa, matemática, ciências naturais, história, geografia e artes.     As 1.077 obras inscritas foram avaliadas em duas etapas. Na primeira, especialistas em linguagem e educação fizeram a análise de cada título. Em seguida, especialistas de cada área aferiram a adequação conceitual e terminológica quanto aos conteúdos específicos.     De acordo com o diretor de políticas de formação, materiais didáticos e tecnologias da Secretaria de Educação Básica (SEB), Marcelo Soares, a escolha de novos livros paradidáticos para os dois primeiros anos dessa etapa de ensino é mais um esforço para implementar adequadamente o ensino fundamental de nove anos. “É imprescindível ter programas e ações que incentivem a

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Pirataria de livros é alvo de relatório internacional

A pirataria de livros no Brasil foi destaque no relatório anual da Associação Internacional de Propriedade Intelectual (Iipa, em inglês). O documento menciona como uma das causas a cópia de trechos de livros e até de obras inteiras, no caso das não disponíveis no mercado largamente difundida nas universidades. Advogado da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, Dalton Morato afirma que “a inocente pastinha do professor“ contribui para a queda na venda de livros no País e prejudica editoras e autores. Pesquisas do setor apontam queda de 44% na venda de livros entre 1992 e 2003, enquanto o número de alunos no ensino superior mais que dobrou. Jorge Machado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação, da USP, defende que o material técnico-científico, produzido com verbas públicas de pesquisa, seja de acesso livre.

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