Entidades de classe unem forças pela valorização do papel e da comunicação impressa

Em ação conjunta, representantes da cadeia produtiva do livro e do papel promoveram, na segunda-feira, 13 de julho, a 1ª Reunião do Comitê Executivo da Campanha de Valorização do Papel e da Comunicação Impressa. Organizado pela Abigraf (Associação Brasileira das Indústrias Gráficas), o encontro mobilizou várias entidades que buscam reverter a percepção de que o consumo de papel é sinônimo de destruição de florestas. A Câmara Brasileira do Livro é uma das participantes da campanha. O presidente da Abigraf Nacional, Alfried Karl Plöger, explica que a campanha é muito importante para conscientizar a população acerca da origem da celulose nacional destinada à produção de papel. Os impressos, como livros, jornais, revistas e cadernos, são cada vez mais acusados, indevidamente, de contribuir para a redução das florestas, considerando que o papel é produzido a partir da madeira. Diante da gravidade dessa informação errada, é preciso urgente e ampla reação para o restabelecimento da verdade, antes que se transformem em vilões da sustentabilidade aqueles heróis da difusão cultural, do conhecimento e da informação. Um dos assuntos discutidos pelos participantes da reunião foi a criação de uma marca da campanha, que seja capaz de sintetizar e agregar os pontos de vista das várias

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Debatedores defendem PEC que aumenta recursos da Educação

Wilson Picler: PEC poderá equacionar dificuldades do setor. O deputado Wilson Picler (PDT-PR) defendeu nesta quinta-feira a rápida aprovação, pela Câmara, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 277/08 , que extingue gradualmente a incidência da Desvinculação de Receitas da União (DRU ) sobre os recursos destinados à Educação. Em audiência pública na Comissão de Educação e Cultura, a PEC foi apontada como a solução para resolver as dificuldades dos municípios para implantar o piso salarial nacional dos professores. Wilson Picler disse que vai se empenhar para que a PEC seja aprovada em agosto. Segundo o texto em discussão na Câmara, o percentual de recursos que o governo pode retirar da educação será reduzido de 20% para 12,5% em 2009, para 5% em 2010 e para zero a partir de 2011. “Isso significa que teremos mais recursos na pasta da Educação e assim poderemos equacionar as dificuldades“, ressaltou. A PEC é importante porque os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) não serão suficientes para garantir a implantação do piso, segundo alertou o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Carlos Eduardo Sanches. “Neste momento em

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Sem reforma ortográfica

O espírito combativo dos acreanos manifestou-se quinta-feira, quando, em reunião na Assembleia Legislativa do Estado, oficializaram a decisão de não obedecer o novo acordo ortográfico. Pelas novas regras gramaticais, o gentílico acreano deve virar “acriano“. Em sessão lotada, membros da Academia Acreana de Letras (AAL), da Universidade Federal do Acre (Ufac) e políticos decidiram não respeitar o acordo. 

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Os piratas avançam

As escritoras Stephenie Meyer e Meg Cabot lideraram listas de mais vendidos com títulos como Crepúsculo (Intrínseca) e O Diário da Princesa (Record). A coletânea da Record que incluiu as duas, “Formaturas Infernais“, ficou entre os primeiros lugares de outra lista – a dos livros mais rapidamente pirateados na internet.    “Um dia depois de chegar às livrarias ele já estava na rede“, conta Sônia Jardim, vice-presidente do grupo Record e atual presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). “É impressionante como o negócio se prolifera.“    Nos últimos anos, a chamada pirataria digital de livros vem aumentando o suficiente, em quantidade e velocidade, para pôr em alerta grupos que defendem os direitos autorais. Sem pesquisas relativas à quantidade de arquivos disponíveis na rede, a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos mede o problema pelo número de denúncias de autores e editoras. O aumento foi de 140% em menos de três anos – de 13 denúncias mensais recebidas em 2007, a ABDR recebe hoje cerca de uma por dia. Cada denúncia envolve a pirataria de, em média, cinco livros.       

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Enem já tem mais de 3,7 milhões de inscrições; sistema teve recorde de acessos nesta 4ª

O sistema de inscrições do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2009 recebeu, até esta quinta-feira (16), 3.716.803 inscrições. Ontem (15) foi registrado o maior número de adesões em único dia, com 284.160 registros, segundo dados do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). O prazo para termina às 23h59 desta sexta-feira, 17 de julho (horário de Brasília, DF). As inscrições devem ser feitas somente pela internet: é preciso preencher o cadastro e imprimir o comprovante de inscrição e o boleto de pagamento; a taxa custa R$ 35. O período para pagamento de inscrição vai até a próxima quarta-feira (22). Enem 2009 O exame de 2009 do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá novo formato, com 180 questões e tempo de duração total de 10h, sendo 4h30 no primeiro dia e 5h30 no segundo. No primeiro dia de exame (3/10), haverá provas de ciências da natureza e suas tecnologias e, depois, ciências humanas e suas tecnologias. Nesse dia, os candidatos terão 4h30 para resolver as questões. No segundo dia (4/10), serão aplicadas a prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, que inclui a redação, e a prova de matemática e suas tecnologias. Os estudantes terão

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SEC adquire novos livros

Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento das bibliotecas públicas municipais, a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo dá continuidade ao Projeto de Estimulo à Leitura. O órgão vai adquirir 200 obras, entre ficção (infantil, juvenil e adulta), de autores brasileiros ou estrangeiros, publicadas entre 2004 e 2008, e distribuirá para as bibliotecas. Para realizar a compra, a Secretaria solicita cotação de preço às editoras interessadas, com a citação de título, autor, preço de capa e preço com percentual de desconto. As mensagens devem ser encaminhadas para o e-mail acesar@sp.gov.br ou biblioteca@divbibliotecas.sp.gov.br. As editoras também devem enviar um exemplar de cada obra cotada para análise para rua Mauá, 51, 2º andar, sala 205, Luz. São Paulo/SP.  

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Cultura de SP abre quatro editais

A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo está abrindo quatro editais de incentivo à cultura, no valor total de R$ 4,5 milhões, dentro do Programa de Ação Cultural (ProAC). As áreas contempladas são Cultura Indígena, Culturas Tradicionais, Difusão da Literatura e Festivais de Artes. Para o edital de Apoio Cultural para a Difusão de Literatura serão selecionados seis projetos que estimulem o interesse pela leitura no Estado. Serão destinados R$ 60 mil para cada projeto, que pode contemplar as seguintes áreas: oficinas literárias; cursos sobre literatura; contação de histórias; palestras e afins; e outros formatos que atendam ao objetivo do edital. As inscrições terminam dia 26 de agosto e podem ser feitas através do site.

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Leitura para Todos 2009

O projeto Leitura para Todos – Sala de Leitura pretende inaugurar 121 espaços no Distrito Federal e em seis estados: Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Nota no Portal do MinC também registra que a meta para este ano “é alcançar cerca de seis milhões de leitores beneficiando, inicialmente, as comunidades de 21 cidades“. O acervo bibliográfico é composto por 1.000 livros, sendo 500 títulos dentre obras de autores brasileiros e estrangeiros, de várias áreas de interesse, disponíveis para consulta e empréstimo, gratuitamente.

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Uma dinheirama em livros

Quem deu a boa notícia foi o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Num telefonema, esta semana, ao deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), ele anunciou que o governo vai repor, sim, nos próximos dias, os R$ 150 milhões do orçamento da União que estavam destinados à compra de livros, mas que foram derrubados, no apagar de 2008, pelo Congresso. Ninguém deu muita bola ao assunto. Mas os estragos nos índices de leitura e, sobretudo, ao mercado de livros em ano de crise seriam prá lá de catastróficos. Buraco mais em cima Pelas contas do MEC, a manobra de última hora no Congresso tirou, no final do ano, R$ 150 milhões dos programas do livro em 2009. O próprio Paulo Bernardo, em conversa com as entidades do livro e com o ex-ministro Palocci, corrigiu: a montanha de dinheiro perdido era, a bem da verdade, muito maior: R$ 400 milhões. O suficiente para suspender compras de dicionários para 30 milhões de alunos e livros para bibliotecas escolares, pessoas com deficiência e Educação de Jovens e Adultos. Ufa! 

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