Presidente do FNDE debate educação inclusiva na Câmara dos Deputados
Audiência tratou da oferta de livros em Braille e outros formatos para 2026; autarquia apresentou dados do PNLD e reforçou papel democrático do programa.
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Audiência tratou da oferta de livros em Braille e outros formatos para 2026; autarquia apresentou dados do PNLD e reforçou papel democrático do programa.
Com investimento anual que garante a distribuição de mais de 150 milhões de livros didáticos a estudantes da rede pública, o Ministério da Educação (MEC) acompanha de perto a execução do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Na sexta-feira, 19 de dezembro, o ministro da Educação, Camilo Santana, realizou uma visita técnica para acompanhar o andamento da produção dos livros que são entregues às escolas públicas de todo o país. A agenda foi realizada em uma unidade gráfica da Editora FTD Educação, em São Paulo, com mediação da Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros)
A Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros) traz uma atualização sobre a defesa do orçamento do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) para 2026. Durante os meses de setembro e outubro, a Abrelivros esteve em Brasília em uma série de agendas no Congresso Nacional para discutir a necessidade de assegurar recursos, em valor adequado, ao PNLD no Orçamento da União de 2026. A proposta do novo Projeto de Lei Orçamentária traz preocupações quanto ao montante destinado ao programa.
Em 2024, foram distribuídos 194,6 milhões de livros didáticos pelo Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD). Os dados são do Anuário Abrelivros 2025, da Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais (Abrelivros), que reúne as principais editoras de livros escolares do país. A publicação de 2025, com o tema “Os Jovens e o Ensino Médio”, foi lançada nesta semana em São Paulo. O destaque deste ano foi a implementação da nova Política Nacional de Ensino Médio, e a publicação traz dados atualizados sobre a distribuição de obras pelo programa.
Quando se trata do tema Educação, existem três realidades observadas em Roraima. A primeira delas é o que o governo diz sobre o que está realizando. Obviamente, por se tratar de institucionais pagos na mídia, é como tudo estivesse melhorando, com professores e alunos sorrindo, salas de aula felizes e estruturas sendo melhoradas.
Considerado uma referência no monitoramento público dos dados educacionais do país, o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 foi divulgado na última quinta-feira. Em sua 12ª edição, o levantamento revela distorções e desafios que ainda precisam ser enfrentados. Os problemas são diversos: vão da infraestrutura ao aprendizado.
Katia Smole e Laura Angélica Respectivamente, diretora-executiva e coordenadora de relacionamento e parcerias do Instituto Reúna Atravessamos um momento fértil para traçar o futuro da educação pública: a tramitação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) no Congresso Nacional.
O Brasil tem 4,2 milhões de alunos da educação básica com dois ou mais anos de atraso escolar, segundo um levantamento do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) com dados de 2024.
No Brasil, em dez anos, menos alunos saíram do ensino médio com aprendizado adequado em português e matemática, mostra o último Anuário Brasileiro da Educação Básica, lançado nesta quinta-feira (25).