Livro didático e transformação social

     No dia 27 de fevereiro se comemora o Dia Nacional do Livro Didático, homenagem a um produto editorial imprescindível para a formação educacional dos alunos das escolas privadas e públicas. E este ano acontece em meio ao cronograma de uma das mais relevantes mudanças na educação no Brasil em décadas: a reforma do Ensino Médio.

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Dia Nacional do Livro Didático

O Brasil comemora hoje, 27 de fevereiro, o Dia Nacional do Livro Didático, que é uma ferramenta significativa no desenvolvimento das estratégias de ensino no país e peça fundamental na atuação de educadores e na formação de estudantes. O artigo ” Livro didático: um aliado do educador”,  do  presidente da Associação Brasileira das Editoras de Livros Escolares – Abrelivros, Sérgio Quadros, destaca, entre outros aspectos, a complexidade em sua elaboração, bem como as transformações pelos quais o livro didático vem passando ao acompanhar as mudanças na educação nacional.     Livro didático: um aliado do educador Por Sérdio Quadros – Presidente da Abrelivros

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O Papel do Professor

O professor é, talvez, o profissional que mais vezes por dia se depara com chances de subsidiar as pessoas para o exercício da cidadania. Dia a dia ele tem ao seu alcance oportunidades de envolver crianças e adolescentes não somente no conteúdo das disciplinas regulares, mas também em causas que impactam o cotidiano dos alunos e suas famílias. O professor, se motivado e preparado,  tem a chance de cultivar junto aos estudantes a noção de responsabilidade compartilhada entre a sociedade e o governo por uma vida melhor, tornando a escola um ambiente mais conectado ao seu entorno. O Prêmio Professores

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Acordo pode suprir carência de livros em Braille para estudantes com deficiência visual

Maria Lúcia Kerr Cavalcante de Queiroz integra a diretoria da Editora do Brasil e da Abrelivros. Parte de seus esforços no mercado editorial é aumentar e melhorar o acesso dos deficientes visuais aos livros. Maria Lúcia é a pessoa que representa a Abrelivros no convênio entre a associação e a Fundação Dorina Nowill, entidade que há mais de seis décadas se dedica à inclusão social das pessoas com deficiência visual por meio da educação e cultura. A parceria prevê o investimento de mais de R$ 1 milhão das editoras associadas à Abrelivros na capacitação de profissionais e possível adaptação de

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Parceria põe em prática projeto para tornar o livro acessível

No início deste ano, a ABRELIVROS (Associação Brasileira de Editores de Livros) e a Fundação Dorina Nowill assinaram um convênio para subsidiar a adaptação e transcrição de livros para o método braile. Durante cinco anos a associação destinará mais de um milhão de reais para capacitar profissionais da Fundação nos processos de produção e edição de livros.  A falta de pessoal qualificado para o trabalho fez com que editores, entidades assistenciais e governo buscassem alternativas. A própria Fundação Dorina Nowill mostrou que a produção em braile, na maior parte do mundo, não é realizada pelas editoras comerciais e sim por

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Para Jorge Yunes, lugar de divulgador é na escola

Resultado do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) 2007 desagradou a muitos editores. Para Jorge Yunes*, vice-presidente da ABRELIVROS, editoras, professores e o próprio ensino saíram perdendo.  1 – O resultado do PNLD 2007 mostrou a polarização das vendas. Segundo material divulgado pelo FNDE, a maior parte das vendas foi realizada por dois grandes grupos editoriais, o restante se dividiu entre quatro grupos e editoras de portes menores. A que o senhor atribui esse resultado?   Jorge Yunes – Eu acredito que o resultado do PNLD 2007 está completamente ligado ao novo método de divulgação. Sem a presença do divulgador na escola

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Presidente da ABRELIVROS fala das prioridades do setor para 2007

João Arinos* defende a definição do PNLEM como um programa regular Dentre os temas estratégicos que já começam a ser debatidos antes mesmo do final do ano, um dos mais importantes é o relacionamento do setor com o governo. Dentro desse assunto, quais tópicos são prioritários e devem ser discutidos com maior profundidade neste ano ?   João Arinos: Eu entendo que o relacionamento do setor com o governo, sobretudo o governo federal, é a atribuição fundamental da Abrelivros, uma vez que ele é o principal cliente do setor de livros escolares, representando mais da metade do faturamento dessa área. Diante

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O lado bom e o lado ruim de 2004

No balanço geral de 2004, podemos destacar fatores positivos e negativos para o segmento de livros escolares. O setor, no mercado privado, sofreu uma queda de 10%, reflexo das dificuldades econômicas enfrentadas pelo País nos últimos meses. Um fato que tornou 2004 um ano absolutamente complicado foi o resultado das negociações das compras do governo federal para o PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) de 2005 e para o piloto do PNLEM (Programa Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio). Em contrapartida, a publicação do edital para o PNLD 2007 e os anúncios do PNLEM e do Programa Nacional

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