Projeto se distingue por foco na valorização do professor

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) lançou nesta terça-feira, 28, um banco de dados com todas as emendas apresentadas ao projeto de lei 8035/2010, que trata do Plano Nacional da Educação (PNE).   A ferramenta visa facilitar a pesquisa das emendas ao organizá-las por autoria, tipo, artigos, metas e estratégias.   O número de emendas apresentadas ao projeto já totaliza 2.905 – um recorde na história da Câmara dos Deputados. Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, que participou do lançamento do banco de dados, a quantidade de emendas indica o interesse da sociedade pela organização da educação.   Segundo Maria do Pilar, o eixo formação e valorização do professor é um grande diferencial do PNE que tramita na Câmara e terá vigência até 2020.   Atualmente, o PNE tramita em comissão especial, criada exclusivamente para tratar do assunto, que tem caráter terminativo. Ou seja, a princípio, após aprovado na comissão, o texto pode seguir diretamente para o Senado Federal.   Confira o banco de dados com as emendas ao PNE    

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Projeto se distingue por foco na valorização do professor

A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) lançou na ultima terça-feira, 28, um banco de dados com todas as emendas apresentadas ao projeto de lei 8035/2010, que trata do Plano Nacional da Educação (PNE).   A ferramenta visa facilitar a pesquisa das emendas ao organizá-las por autoria, tipo, artigos, metas e estratégias.   O número de emendas apresentadas ao projeto já totaliza 2.905 – um recorde na história da Câmara dos Deputados. Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, que participou do lançamento do banco de dados, a quantidade de emendas indica o interesse da sociedade pela organização da educação.   Segundo Maria do Pilar, o eixo formação e valorização do professor é um grande diferencial do PNE que tramita na Câmara e terá vigência até 2020.   Atualmente, o PNE tramita em comissão especial, criada exclusivamente para tratar do assunto, que tem caráter terminativo. Ou seja, a princípio, após aprovado na comissão, o texto pode seguir diretamente para o Senado Federal.   Confira o banco de dados com as emendas ao PNE    

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Avaliação em exame

A divulgação de resultados de avaliações por escola não está melhorando a qualidade do ensino.   Ao traçar metas irrealistas -como esperar que todas as crianças pobres tenham altos níveis de proficiência- sem considerar que fatores externos como a pobreza impactam o desempenho dos alunos, cobra-se das instituições um milagre que elas não são capazes de operar.   O diagnóstico é da historiadora norte-americana Diane Ravitch, que publicou no ano passado nos EUA um dos livros de maior repercussão no meio educacional: “The Death and Life of the Great American School System” (Vida e morte do grande sistema de educação norte-americano, ainda sem tradução no Brasil).   Ravitch não é a única a defender essas ideias no país que mais longe foi com a política de avaliar todas as escolas, traçando metas com o objetivo de premiar e de punir. Mas tornou-se a crítica de maior destaque por ter mudado de opinião.   Quando foi lançado, em 2001, pelo presidente George W. Bush, ela se posicionou favoravelmente ao programa “No Child Left Behind” (Nenhuma Criança Deixada para Trás), que propôs avaliar o aprendizado de todas as crianças da educação básica norte-americana.   Em entrevista à Folha, Ravitch diz não ser

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Corpo de Paulo Renato é enterrado em São Paulo

O corpo do ex-ministro da Educação Paulo Renato Souza (PSDB), morto na noite do sábado (25) aos 65 anos, foi enterrado na manhã desta segunda-feira no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, em solenidade que reuniu políticos de diversos campos de atuação. A cerimônia foi solene e silenciosa.   Paulo Renato sofreu um infarto fulminante no hotel onde estava hospedado em São Roque, no interior de São Paulo.   O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o governador Geraldo Alckmin e os ex-governadores José Serra e Alberto Goldman, além de secretários do governo paulista e dos senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Cristovam Buarque (PDT-DF), compareceram ao local.   Os políticos enalteceram as contribuições de Paulo Renato para o desenvolvimento da Educação no país.   “Ele ajudou muito a mudar o Brasil. A educação deve muito a Paulo Renato, acima de tudo uma grande pessoa”, disse FHC.   Alckmin destacou as metodologias implementadas por ele durante sua atuação à frente do MEC. “Ele criou critérios de avaliação para o ensino. Foi um grande brasileiro.”   Serra estava visivelmente emocionado. Ele se referiu a Paulo Renato como um “amigo muito querido”. “Uma pessoa muito próxima, muito profunda, alguém que fez coisas muito boas para

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Posição do Brasil é atacada na suíça

A batalha dos direitos autorais no Brasil chegou à Europa. Debates durante esta semana em Genebra (Suíça) esquentaram os ânimos no mercado editorial. Quem deflagrou a coisa foi Jens Bammel, presidente da Associação Internacional de Editoras (IPA), que enviou carta à sua correlata no Brasil, A Câmara Brasileira do Livro (CBL), reclamando da posição “antieditora” do grupo brasileiro.   O Brasil está em Genebra participando com delegação oficial do Wipo Standing Committee on Copyright and Related Rights (SCCR), promovido pela World Intelectual Property Organization. A representante do Ministério da Cultura responsável pela questão dos direitos autorais é Márcia Barbosa, diretora de Direitos Intelectuais. O evento, que começou no dia 15 de junho e termina hoje (24), está dando o que falar.   Bammel falou de sua insatisfação com a posição brasileira ao PublishNews, chamando-a de “hostil” e de fazer propostas sem ouvir as editoras, que lutariam pelos direitos dos criadores. “Em vez de promover o modelo brasileiro, a delegação está tomando uma posição extrema contra editoras e contra os direitos autorais. Ela está lutando por um acordo internacional baseado em exceções com clara intenção de suavizar a lei internacional de direitos autorais”, reclamou.   Ademir Assunção, escritor que participa no

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Educação integral põe Apucarana no mapa

APUCARANA (PR). A cidade brasileira que implantou há dez anos o Sistema de Educação Integral na rede pública colhe agora os frutos do trabalho: o impressionante índice de 0,1% de evasão escolar em 2009, e notas cada vez melhores nas avaliações de desempenho organizadas pelo MEC.   A experiência de Apucarana, município de 120 mil habitantes, no norte do Paraná, tornou-se o principal modelo recomendado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As crianças ficam na escola das 7h30m às 16h30m. Depois das aulas, seguem para o reforço escolar, onde o professor percebe falhas e trabalha individualmente as dificuldades.   Os cerca de 9 mil alunos da rede municipal – 7 mil nas escolas de primeira à quarta série; 1,5 mil nas creches; 300 do ensino de jovens e adultos; e 300 da Educação Especial – são atendidos por 655 professores. O salário médio dos professores, segundo a prefeitura, foi R$ 1.637,56 em maio passado. O menor salário, para iniciantes com 20 horas semanais, é de R$ 776,32; o maior, de diretoras e coordenadoras, de R$ 4 mil.   Obrigada por lei a investir 25% do orçamento em Educação, Apucarana faz mais: destina 32% do seu orçamento para as 39 escolas

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A lição digital

Do computador à lousa digital, pesquisas inéditas mostram quando e como a tecnologia realmente funciona na escola.   Poucos segundos depois de bater o sinal que anunciava o início da aula de ciências, os alunos do 6º ano começaram a entrar na classe da professora Leika Procopiak, cada um carregando seu próprio laptop, trazido de casa. Ao se acomodar nas mesas, nenhum deles tirou da mochila um caderno ou um livro.   Abriram seus computadores, conectaram-se à internet (sem fio e de alta velocidade) e estavam prontos para aprender a lição do dia: fotossíntese. “Cada dupla decide quais das atividades fará hoje”, disse ela, no início da aula.   Sem usar a lousa e movimentando-se pela sala, Leika passou os 80 minutos seguintes orientando pesquisas em bancos internacionais de dados on-line sobre fontes de energia. Ajudou a fazer simulações gráficas de como variações da luz e da temperatura podem afetar o resultado da fotossíntese. Corrigiu exercícios propostos a partir de vídeos a que os alunos assistiram em sites especializados na web. Depois, cada dupla de alunos produziu um relatório, compartilhado com os colegas e com a professora pelo serviço de arquivos on-line Google Docs.O sinal marcando o fim da aula

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Em debate, o peso do acúmulo de papéis

O anúncio foi feito com pompa em São Paulo, onde desembarcou, na última quarta-feira, o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim.   Instaurou-se o Circuito Nacional de Feiras de Livros, projeto de estímulo a festivais do gênero “que já nasce com 75 eventos até dezembro em todo território nacional”, como reafirmou depois a FBN por e-mail. Por enquanto, o circuito fez apenas catalogar feiras já existentes, mas o número parece cair bem. “A ideia é dobrar a quantidade até 2014”, afirmou Galeno, já de volta ao Rio, no dia seguinte, por telefone ao Sabático. Marcos de Paula/AEVista parcial de alguns andares da BN, no RioGaleno gosta de números. Com menos de seis meses na presidência da instituição, ainda precisa checar com assessores um ou outro cômputo que passará a reiterar em entrevistas, mas a tendência é que logo discorra sobre eles com o desembaraço com que hoje cita dados do mercado e de políticas do livro. E números na Fundação Biblioteca Nacional andam ainda mais assíduos desde que, em janeiro, com a divulgação de seu nome à presidência, veio também a público a informação de que a FBN passaria a comandar a Diretoria de Livro, Leitura e Literatura, antes

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Três editoras brasileiras entre as maiores do mundo

Pela primeira vez desde 2006, quando a consultoria Rüdiger Wischenbart Content and Consulting começou a analisar sistematicamente o mercado internacional de edição de livros, empresas brasileiras foram incluídas no Ranking Global do Mercado Editorial, divulgado agora e que será tema de uma mesa na Feira do Livro de Frankfurt, em outubro.   No total, 58 editoras ou grupos editoriais com faturamento acima de 150 milhões de euros abriram seus dados à equipe de Rüdiger. Juntas, elas faturam 56 bilhões de euros. A metade desse valor fica, no entanto, nas mãos das primeiras 10 empresas da lista: Pearson, Reed Elsevier, ThomsonReuters, Wolters Kluwer, Bertelsmann, Hachette Livre, McGraw-Hill Education, Grupo Planeta, Cengage Learning e Scholastic. Do lado brasileiro estão Abril Educação, na 46ª posição; Saraiva, na 52ª e FTD, na 56ª.   O ranking é baseado em relatórios oficiais ou em informações colhidas com as próprias empresas e é uma iniciativa da Livres Hebdo, da França, com o apoio da Buchreport, da Alemanha, The Bookseller, do Reino Unido, e da Publishers Weekly, dos Estados Unidos. Na medida do possível, o ranking se baseou em composição de receita que deriva das várias formas de publicação, incluindo livros, material digital e informação profissional. Revistas

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