Comissão do Plano Nacional de Educação realizará seminário em SP

A Comissão Especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) promoverá nesta quinta-feira (1º) mais um seminário estadual, desta vez em São Paulo.O objetivo da comissão é colher sugestões sobre o PNE, que contém as metas e diretrizes para a área de educação no período de 2011 a 2020.   O presidente da comissão, deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), afirmou que mais de 130 sugestões já foram apresentadas por entidades da sociedade civil. Ele disse que a previsão é votar a proposta até setembro.   Segundo o deputado, a comissão também recebeu mais de 500 emendas que propõem o aumento, de 7% para 10%, do percentual mínimo do Produto Interno Bruno (PIB) para financiamento da Educação.   Foram convidados: – um representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI);– o físico e professor da USP Luiz Carlos de Menezes; – a educadora Guiomar Namo de Mello;– o consultor da Unesco Célio da Cunha. O seminário será realizado às 9 horas, na Vila Olímpia. Local – Escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI)Rua Olimpíadas, nº 242 – 10º andar   Audiência Nesta terça-feira (30), a comissão discutirá o Plano Nacional de Educação com o secretário-executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim.

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Alunos de baixa renda recebem menos conteúdo

Apenas uma em cada seis escolas públicas do País que recebem alunos de classes sociais mais baixas consegue cumprir mais de 80% do conteúdo previsto para o ano letivo. Já entre as unidades escolares onde estudam as crianças de nível social mais elevado, essa taxa sobe para 45,2% – ou seja, metade das escolas que têm as matrículas de alunos com melhores condições socioeconômicas conseguem cumprir quase todo o currículo.   Os dados fazem parte de um tabelamento dos microdados da Prova Brasil 2007 feito pelo pesquisador Ernesto Martins Faria, do site Estudando Educação (estudandoeducacao.com). Os dados de 2009 ainda não foram divulgados e não há previsão de publicação.   Faria levou em conta os questionários socioeconômicos que compõem a avaliação (mais informações nesta página). Foram consideradas todas as 47.976 escolas que fizeram a prova. Delas, 11.994 têm alunos com condições socioeconômicas precárias matriculados.   A maior parte dessas escolas se situa nas Regiões Norte e Nordeste do País. Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins têm pelo menos uma escola pública com esse perfil. Para Faria, a situação é

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Escolas privilegiam alfabetização do que o ensino da matemática, avalia secretária do MEC

Os alunos do 3° ano do ensino fundamental têm mais dificuldade em matemática do que em leitura – apenas 42% dominam a adição e a subtração e conseguem solucionar problemas envolvendo, por exemplo, notas e moedas. Os resultados foram medidos por meio de uma avaliação aplicada a 6 mil estudantes, de escolas públicas e privadas, das 27 capitais.   Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, nos últimos anos os governos municipais, estaduais e federal, além das próprias escolas, focaram mais a questão da alfabetização nos primeiros anos do ensino fundamental, quando 56% têm o domínio adequado da leitura, o que pode explicar o resultado inferior em matemática. “O diagnóstico tem que ser olhado com muito cuidado, e tem que servir para iluminar as nossas políticas. Em relação a matemática, é como se ele fosse um sinal laranja”, disse.   A Prova ABC é uma iniciativa do movimento Todos Pela Educação, do Instituto Paulo Montenegro/Ibope, da Fundação Cesgranrio e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).   O objetivo é aferir o nível de aprendizado das crianças no início da vida escolar, após os três primeiros anos de estudo. Do total

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Escolas privilegiam alfabetização do que o ensino da matemática, avalia secretária do MEC

Os alunos do 3° ano do ensino fundamental têm mais dificuldade em matemática do que em leitura – apenas 42% dominam a adição e a subtração e conseguem solucionar problemas envolvendo, por exemplo, notas e moedas.   Os resultados foram medidos por meio de uma avaliação aplicada a 6 mil estudantes, de escolas públicas e privadas, das 27 capitais. Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, nos últimos anos os governos municipais, estaduais e federal, além das próprias escolas, focaram mais a questão da alfabetização nos primeiros anos do ensino fundamental, quando 56% têm o domínio adequado da leitura, o que pode explicar o resultado inferior em matemática.   “O diagnóstico tem que ser olhado com muito cuidado, e tem que servir para iluminar as nossas políticas. Em relação a matemática, é como se ele fosse um sinal laranja”, disse.   A Prova ABC é uma iniciativa do movimento Todos Pela Educação, do Instituto Paulo Montenegro/Ibope, da Fundação Cesgranrio e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). O objetivo é aferir o nível de aprendizado das crianças no início da vida escolar, após os três primeiros anos de estudo. Do total

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Diferenças regionais não podem interferir na aprendizagem dos anos iniciais da vida escolar

Diferenças regionais e discrepância entre os resultados de escolas públicas e privadas na Prova ABC, aplicada no primeiro semestre a 6 mil alunos de escolas municipais, foram os pontos da avaliação que mais chamaram a atenção de Priscila Cruz, diretora executiva do Todos pela Educação, entidade que participou do processo de medição do nível de aprendizado de crianças no início da vida escolar.   Para ela, os dados mostram que é preciso garantir a melhoria da aprendizagem nos anos iniciais, independentemente de diferenças regionais ou de situação econômica. “Precisamos superar e sair desse conformismo de que as realidades são diferentes. Toda criança tem o mesmo direito de aprender.   A aprendizagem nessa etapa é essencial para garantir a aprendizagem nas etapas posteriores. Se não tivermos essa garantia de aprendizagem nos anos iniciais, a tarefa começa a ficar mais complicada e complexa para garantir a aprendizagem nos anos seguintes. Toda criança pode aprender”, disse Priscila.   O desempenho dos alunos de escolas públicas ficou em 175,8 pontos, enquanto os alunos de escolas privadas alcançaram 216,7 pontos. A Prova ABC foi aplicada para medir o nível de aprendizado das crianças nos três primeiros anos de estudo. A avaliação foi feita pelo movimento

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Estados e municípios dão início a planejamento de ações para 2011-2014

Mais de 3,7 mil municípios, os 26 estados e o Distrito Federal iniciaram o planejamento de suas ações no campo da educação básica para o período 2011-2014.   Dados do Ministério da Educação mostram que, desses 3,7 mil municípios, 1.949 estão com o planejamento adiantado. O mesmo desempenho acontece em 18 das 27 secretarias estaduais de educação.   O diretor de articulação de programas da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Romeu Caputo, explica que o módulo do Plano de Ações Articuladas (PAR), que é um roteiro de planejamento elaborado pelo MEC, foi aberto há 30 dias e que o ritmo das redes até o momento é considerado bom.   Para os dirigentes que ainda não começaram o planejamento, Caputo recomenda que acessem o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec), solicitem a senha de acesso e, se precisarem de ajuda técnica para o preenchimento de dados, que peçam ao MEC ou à União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Os gestores, segundo Caputo, também devem ler os materiais específicos de apoio produzidos pelo ministério sobre a elaboração do PAR.   O diretor lembra a governadores e prefeitos que será com base nesse

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Câmara aprova proibição de propaganda do governo em material escolar

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou no ultima terça-feira, (23), em caráter conclusivo, projeto de lei que proíbe a propaganda e a divulgação de ações governamentais em material escolar destinado a alunos da rede pública.   O projeto também estabelece que as capas e contracapas dos livros e cadernos didáticos devem trazer impressas mensagens educativas. A matéria segue agora para o Senado, caso não haja requerimento para votação no plenário da Câmara.   Em outra decisão da CCJ, foi aprovada a constitucionalidade do projeto de lei do Executivo que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O texto prevê a liberação, ainda este ano, de R$ 1 bilhão para bolsas de estudo de ensino técnico de nível médio e financiamento de cursos de educação profissionalizante. O projeto está na fila de votações no plenário da Câmara, trancando a pauta porque tramita em regime de urgência.  

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Haddad quer aprovação do Plano Nacional de Educação até o fim do ano

O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu na ultima segunda-feira (22), a aprovação, até o fim do ano, do Plano Nacional de Educação (PNE), cujo projeto de lei tramita no Congresso Nacional.   O plano estabelece as diretrizes e metas para a educação brasileira nos próximos  dez anos. O projeto recebeu mais de três mil emendas, consideradas redundantes pelo ministro. “O PNE é um plano enxuto, que permite à sociedade acompanhar o dia a dia da evolução das metas”, afirmou Haddad.   Entre as diretrizes do PNE estão a erradicação do analfabetismo, a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação e o estabelecimento de metas de aplicação de recursos públicos em educação proporcionalmente ao crescimento do produto interno bruto brasileiro.

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Como a inclusão digital será feita nas escolas brasileiras?

Um dos destaques do II Congresso do Livro Digital, organizado pela CBL em São Paulo, foi a palestra de , do Publishing Perspectives. Após citar números do mercado de e-books lá fora, Ed entrou na nossa seara e se entusiasmou: “O governo brasileiro, que faz compras substanciais de livros para escolas de todo o país, anunciou que vai começar a comprar ‘conteúdo digital’ em 2014 — o que pode ser chamado de ‘Dia D’”.   Embora as estatísticas nessa área por ora só sejam relevantes nos Estados Unidos, é compreensível que uma notícia dessas assombre os gringos. Afinal, não é todo dia que um player do tamanho do governo federal entra no jogo – e mesmo que o impacto imediato seja apenas nos livros didáticos (textbooks, na palestra de Nawotka), é de se esperar que esse contato precoce com o livro digital influencie os hábitos de leitura da população jovem a médio e longo prazo.   Em outras palavras, livro didático digital na escola pública pode querer dizer um mercado significativo para outros tipos de e-books no futuro – e esse futuro pode nem estar tão distante assim!   O X da questão   O que não entrou na equação

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