Educação abre processo de seleção de obras

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, por intermédio da Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (CENP), vai comprar obras de ficção e não ficção para distribuir às escolas públicas estaduais de Ensino Fundamental séries finais (6º ao 9º ano), Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos – EJA nos mesmos níveis.   O processo de inscrição das obras já está aberto e as editoras têm até o dia 7 de outubro para participar. Confira as regras  aqui .  

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Para senador, divisão do MEC fortaleceria ensino básico

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) acredita que uma divisão no MEC fará com que o ensino básico passe a ser mais valorizado no País.   Ele é o autor do projeto, aprovado na ultima quarta-feira, (21), pela Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, que pretende tirar do ministério a responsabilidade pelo ensino superior.   “Hoje, 70% do que a União investe em educação vai para o ensino superior. Com um  ministro cuidando apenas da educação básica, isso vai mudar”, afirma Buarque.   Para o senador, que foi ministro da Educação no primeiro governo Lula, a força política dos estudantes universitários promove desequílibrio no repasse de verbas. “Criança não vota nem tem UNE. Hoje, um ministro pode fazer um trabalho pífio no ensino básico e mesmo assim   sair fortalecido do cargo”, reclama Buarque.   Segundo ele, o envolvimento da presidente Dilma Rousseff no assunto agilizaria a tramitação do projeto no Legislativo. Com a divisão, o Enem, utilizado como forma de seleção para universidades federais, continuaria sob tutela do MEC. Procurado pela reportagem, o ministério informou que não comenta projetos de lei.   Comissão do Senado retira do MEC responsabilidade pelo ensino superior O Estado de São Paulo A Comissão de

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Ministério prepara obras para distribuir a 147 mil escolas

A Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação concluiu a avaliação pedagógica das obras literárias inscritas no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) para 2012. No próximo ano, mais de 147 mil escolas públicas de educação básica receberão o novo acervo do PNBE.   As obras serão distribuídas a todas as bibliotecas das escolas públicas com alunos matriculados na educação infantil (creche e pré-escola), nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano), e educação de jovens e adultos (ensino fundamental e médio). As instituições devem possuir cadastro no censo escolar. A previsão é de que mais de 23 milhões de alunos tenham acesso aos livros do PNBE 2012.   Desenvolvido desde 1997, o programa objetiva promover o acesso à cultura e o incentivo à leitura nos alunos e professores por meio da distribuição de acervos de obras de literatura, de pesquisa e de referência.   O PNBE divide-se em três ações: avaliação e distribuição de obras literárias, cujos acervos são compostos por textos em prosa (novelas, contos, crônica, memórias, biografias e teatro), em verso (poemas, cantigas, parlendas, adivinhas), livros de imagens e livros de história em quadrinhos; o PNBE Periódicos, que avalia e distribui periódicos de

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MP que reduz impostos de tablets produzidos no Brasil deve ser votada no Senado

A medida provisória (MP) que reduz os impostos incidentes sobre os computadores portáteis do tipo prancheta, conhecidos como tablets, que forem produzidos no Brasil, deve ser votada pelo plenário do Senado na próxima quarta-feira (21).   O líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), disse hoje (19) que o relator da matéria, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), concorda com o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e deve apresentar seu relatório amanhã (20).   Jucá disse que o texto não deve ser mudado e provavelmente será aprovado conforme o que foi votado pelos deputados. A proposta reduz a zero as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a venda dos tablets produzidos no Brasil.   Durante a tramitação na Câmara, foram retirados do texto enviado pelo Executivo pontos considerados polêmicos, como o que permite a criação de subsidiárias, no Brasil e no exterior, do Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), empresa pública com sede em Porto Alegre e que vai fabricar semicondutores e chips necessários à produção dos tablets no Brasil.   Também foi retirada a parte relativa às mudanças na regulação dos recursos da Financiadora

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Tablets viram aposta para aulas mais dinâmicas

Para tornar as aulas mais dinâmicas e interativas, escolas começam a apostar nos tablets.   A rede do Sistema Educacional Brasileiro (SEB), que tem três mil alunos no 1 ano do ensino médio, distribuídos em 24 escolas em seis estados – São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Bahia, Espírito Santo e Paraná -, além do Distrito Federal, adota a nova tecnologia.   Os tablets fazem parte de um projeto digital, que começou há quatro anos, e já disponibilizou sete mil netbooks para os alunos. – Os tablets têm mais apelo sensorial que os netbooks. Eles são uma versão portátil do que o aluno vê nas nossas lousas digitais – conta Rose Bernardi, diretora da escola Pueri Domus, em São Paulo, uma das unidades da rede SEB.   A Pueri Domus entregou aos estudantes, no início deste mês, 170 tablets com sistema operacional Android, que é mais compatível com softwares de conteúdos educacionais. Nos aparelhos, roteiros das aulas e testes simulados, principalmente de Ciências e Matemática.   “Tecnologia sozinha não faz nada” – Também em São Paulo, o colégio Dante Alighieri tem uma espécie de projeto piloto com tablets. Alunos de uma das dez salas do 1 ano do ensino médio e

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Educação é desafio para toda a América Latina, diz ministro

O ministro da educação, Fernando Haddad, apontou a integração como mecanismo para melhorar a educação na América Latina.   Haddad participou, na manhã da ultima sexta-feira, 16, da abertura do Encontro Latino-Americano de Organizações da Sociedade Civil pela Educação, no Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília.   O ministro falou da importância da educação como assunto de interesse de todos os países latino-americanos. “Temos a convicção de que o intercâmbio das nossas experiências vai nos fazer bem. A América Latina tem uma dívida histórica com a educação, que é um desafio para todos os nossos países”, disse. “Podemos sair todos juntos de uma situação de inércia que marcou todo o século 20, sobretudo no que diz respeito à qualidade, e avançarmos juntos em proveito de um continente que dá atenção ao conhecimento.”   O encontro faz parte do congresso internacional Educação – uma Agenda Urgente e tem como objetivo a criação de uma rede de organizações da sociedade civil voltadas para o tema. Entre as propostas da rede estão as de promover a educação inclusiva e de qualidade, estabelecer metas de colaboração de longo prazo e promover o intercâmbio e a disseminação de experiências em educação.

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Erradicação do analfabetismo some do plano plurianual de metas de Dilma

Com quase 14 milhões de brasileiros sem saber ler nem escrever um bilhete simples, a presidente Dilma Rousseff deixou de lado o compromisso de campanha de erradicar o analfabetismo no País.   O objetivo não aparece no Brasil Maior, o plano plurianual com as metas detalhadas do governo até 2015, recentemente enviado pelo governo ao Congresso. Onze meses após a presidente ter assumido o compromisso em um debate na televisão, a erradicação do analfabetismo saiu de cena. Em seu lugar, o governo se compromete agora a “reduzir a taxa de analfabetismo, especialmente entre as mulheres, a população do campo e afrodescendentes”.   O problema não é com a palavra erradicação, que se repete com frequência nos documentos do Brasil Maior. O plano plurianual fala em erradicar a extrema pobreza, prioridade do governo, e também se compromete com a erradicação do trabalho infantil, do trabalho escravo, do sub-registro de nascimento, de pragas vegetais, doenças animais, da mosca da carambola e até de casos de escalpelamento.   O ministro da Educação, Fernando Haddad, diz que o compromisso do governo, fixado no Plano Nacional de Educação (PNE), é erradicar o analfabetismo até 2020. “É uma tarefa árdua”, calcula o ministro, com base nos

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Deputados devem apresentar proposta que flexibiliza currículo do ensino médio

O presidente da comissão especial destinada a analisar a proposta do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), deputado Gastão Vieira (PMDB-MA), afirmou que um grupo de deputados está elaborando um projeto de lei sobre o ensino médio.   O objetivo, segundo ele, é flexibilizar regras para que alunos do ensino superior possam dar aulas em escolas, além de reduzir o currículo obrigatório e garantir espaço para a ampliação da oferta do ensino profissionalizante.   A ideia, de acordo com Vieira, é permitir que alunos do último ano do ensino superior possam dar aulas em classes de ensino médio. Atualmente, uma pessoa interessada em iniciar a carreira docente deve, em regra, concluir um curso de licenciatura. Pela proposta, os estudantes de faculdades teriam a opção de dar aulas remuneradas em regime de contratação temporária.   “Esse discurso de que não tem professor de química, física, matemática é antigo e ninguém resolve. Talvez porque estejamos sendo rígidos demais nas exigências para esses docentes”, disse o parlamentar.   O deputado acredita que a oferta de trabalho temporário deve atrair muitos alunos: “Imagine um estudante de medicina, que tem um gasto grande com livros e materiais didáticos e que não ganha bolsa

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MEC vai colocar em debate três propostas para aumentar tempo na escola

O Ministério da Educação (MEC) vai colocar em debate três propostas para a ampliação do tempo que o aluno passa dentro da escola.   Estão em discussão o aumento do número de dias letivos, de 200 para 220; aumento da carga horária diária, priorizando a educação integral; e, por fim, um “mix” das duas formas, que estabeleceria, por lei, um novo mínimo de dias e um novo mínimo de horas, aos quais as redes se adaptariam da forma mais conveniente. A compreensão da pasta é de que a carga horária de hoje, de quatro horas, é baixa. “Tem gente que defende o aumento da carga horária; outros, o aumento do número de dias letivos. E há essa terceira ideia, de por que não fixar número mínimo de dias e de horas e dar alguma liberdade para a rede – e não a escola – se organizar? É uma terceira ideia que surgiu”, disse ao Estado o ministro da Educação, Fernando Haddad, na ultima quinta-feira (15).   “Por exemplo: se são fixadas no mínimo mil horas e no mínimo 200 dias, a escola pode dar cinco horas por dia e manter 200 dias letivos ou pode dar 4h30 em 220 dias.”  

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