Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas

A Fundação Biblioteca Nacional, lançou um instrumento fundamental para subsidiar a criação e a ampliação das políticas públicas do livro, leitura, literatura e bibliotecas do governo federal; o Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas.   Somente as bibliotecas públicas inscritas nesse grande banco de dados poderão receber recursos do Ministério da Cultura para financiar ações de modernização, ampliação e atualização de seus acervos.   O edital publicado no Diário Oficial da União convoca as bibliotecas a se cadastrarem no novo Cadastro Nacional de Bibliotecas do Brasil, projeto conjunto com o Sistema Nacional de Informação e Indicadores Culturais (SNIIC) e a FBN.   O objetivo do cadastro é mapear de maneira abrangente todas as bibliotecas existentes no país, sejam elas públicas, comunitárias, escolares, universitárias, e especializadas, levantando dados sobre a relação institucional, público, acervo, serviços, infraestrutura e gestão. Informações no Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas no e-mail cadastrosnbp@bn.br ou pelo telefone (21) 2220-4690.

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Rede estadual terá regime de dedicação integral

O governo do Estado de São Paulo vai criar um regime de dedicação integral para professores e diretores da rede de educação básica.   Os docentes não poderão acumular aulas em outras escolas e, em contrapartida, receberão gratificação. O novo modelo será iniciado a partir de 2012 em 19 escolas espalhadas pelo Estado – onde haverá ampliação de carga horária, de seis para oito horas diárias, além da criação de disciplinas eletivas.   As iniciativas fazem parte de um programa de ações voltadas à melhoria da educação, que será anunciado hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo secretário da Educação, Herman Voorwald. Serão anunciadas apenas ações referentes ao ensino médio. Em novembro, ocorrerá o anúncio de ações voltadas para o ensino fundamental – que passam por estudos e análises por equipes da secretaria. O foco será na recuperação do aprendizado.   No novo modelo de escola para alunos dos últimos anos da educação básica, além do aumento da carga horária, o plano é que haja integração entre as disciplinas do currículo. A mudança no regime do seus professores também é novidade. Não será uma carreira diferente, mas um regime diferenciado.   “Na mudança no regime de trabalho do professor,

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Presidente da Merriam-Webster dá dicas para quem faz dicionários

Um dos segmentos editoriais que sofrem mudanças há mais tempo por causa da tecnologia é o de dicionários.   Em uma mesa-redonda discreta em um canto do pavilhão das editoras didáticas da Feira de Frankfurt, que reuniu o presidente da Merriam-Webster, John Morse, e ainda o vice-presidente da China Education Publishing, Yu Chunchi, e John Shelstad, da Flat World Knowladge, a transição para a era digital foi o assunto em destaque.   O presidente Merriam-Webster, empresa que imprime dicionários há 150 anos e publica na internet há 15, deu algumas dicas para quem ainda está passando por isso. Ele sugeriu focar objetivos em longo prazo e reservar recursos e tempo para alcançá-los, humanizar o produto, promover a participação do usuário, responder todos os e-mails enviados pelos usuários, colocar os editores para dar dicas e para responder perguntas em vídeo que serão disponibilizados no site e, sobretudo, contextualizar o conteúdo. “Conteúdo está perdendo valor.   Conteúdo contextualizado está ganhando valor”, ponderou. Levou 10 anos até que a editora ganhasse dinheiro com a versão on-line de seu dicionário, e um todo fatores que a ajudaram a sair bem-sucedida da história foi ter escolhido ser apenas um dicionário apesar das tentações tecnológicas e

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Brasil quer educação de país desenvolvido em 2022

O Brasil quer chegar a 2022 com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ao de países desenvolvidos, com o analfabetismo erradicado e com oportunidade para todos. Foi o que disse a assessora especial do Ministério da Educação, Linda Goulart.   Ela coordena o 1ª Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação, que acontece até amanhã, em Fortaleza, reunindo 500 participantes de todo o País. Entre os palestrantes, estão renomados estudiosos como os colombianos Bernardo Toro e Bernardo Nieto, especialistas em mobilização e reformas educacionais, e Heather Weiss, diretora do Havard Family Research. De acordo com Linda Goulart, o diálogo pela educação deve ser estendido à sociedade.   “É por esse motivo que o MEC está se dedicando a repassar para os agentes que atuam no setor técnicas e experiências de mobilização no sentido de promover a interação entre família, escola e comunidade”, explicou. Segundo ela, o seminário tem como objetivo proporcionar espaço para discussões sobre a importância da participação das famílias na vida escolar dos filhos, bem como de que maneira a colaboração de segmentos organizados da sociedade e os órgãos públicos de áreas correlatas à educação, além das lideranças sociais e religiosas, podem contribuir no processo de

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Tecnologia brasileira presente em Frankfurt

Uma outra forma de empresas de tecnologia voltada para o mercado editorial ou para o de educação participarem da Feira de Frankfurt sem ser com estande próprio é alugando um espaço na área dos Hot Spots, no Pavilhão 4, onde estão concentradas todas as editoras didáticas – e outras nem tanto, como a Nintendo.   A Positivo, que já esteve em Frankfurt entre 2005 e 2008, e a estreante P3D vieram juntas este ano e estão experimentando divulgar seus produtos ali. A Positivo está expondo o e-Blocks, um produto desenvolvido por ela para o ensino de Matemática, Espanhol e Inglês e que já é usado em países como Angola e China. Já a P3D está divulgando seu software 3D interativo para ensino de Biologia, Geografia e Química, que pode ser experimentado em uma tela gigante no estande.   A P3D também corre para preparar livros digitais interativos com a perspectiva de abertura de editais do governo. No iPad de Mervyn Lowe, o diretor da empresa, ele já mostra um livro de biologia que está sendo produzido.  

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Tecnologia brasileira presente em Frankfurt

Uma outra forma de empresas de tecnologia voltada para o mercado editorial ou para o de educação participarem da Feira de Frankfurt sem ser com estande próprio é alugando um espaço na área dos Hot Spots, no Pavilhão 4, onde estão concentradas todas as editoras didáticas – e outras nem tanto, como a Nintendo.   A Positivo, que já esteve em Frankfurt entre 2005 e 2008, e a estreante P3D vieram juntas este ano e estão experimentando divulgar seus produtos ali. A Positivo está expondo o e-Blocks, um produto desenvolvido por ela para o ensino de Matemática, Espanhol e Inglês e que já é usado em países como Angola e China. Já a P3D está divulgando seu software 3D interativo para ensino de Biologia, Geografia e Química, que pode ser experimentado em uma tela gigante no estande.   A P3D também corre para preparar livros digitais interativos com a perspectiva de abertura de editais do governo. No iPad de Mervyn Lowe, o diretor da empresa, ele já mostra um livro de biologia que está sendo produzido.  

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Computador chega sem preparo dos docentes

Embora ainda sob avaliação do governo federal, o programa Um Computador por Aluno (UCA) já recebeu adesão de 220 municípios e Estados interessados em comprar 204 mil máquinas.   Para aproveitar a isenção fiscal que reduz o preço de cada equipamento para até R$ 344, parte das secretarias de Educação comprou os netbooks antes de capacitar professores. Pesquisa do Instituto de Economia da UFRJ mostra que a preparação dos docentes é uma barreira para o sucesso do programa.   Em seis municípios que integraram o projeto-piloto, foi relatada preocupação dos professores com a “falta de planejamento”, a “chegada brusca” dos netbooks e a falta de estrutura física e elétrica. Mas docente reconheceram os benefícios do uso dos equipamentos, como a inclusão digital dos alunos e das famílias.   Na primeira fase , o governo distribuiu 150 mil computadores a 300 escolas. Na etapa atual, lançada em dezembro passado, foi feito registro de preços para 600 mil netbooks, que custam R$ 344,18 no Centro-Oeste, no Norte e no Sudeste e R$ 376,94 no Nordeste e no Sul. Cada Estado ou município decide se adere ou não, pagando com recursos próprios ou a partir de linha de financiamento do BNDES.   Para

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CEOs das maiores editoras do mundo analisam o presente e o futuro do livro

Um dos desdobramentos do Ranking Global do Mercado Editorial, feito anualmente desde 2006 pela consultoria Rüdiger Wischenbart Content and Consulting, é o painel que reúne alguns dos presidentes das empresas líderes durante a Feira do Livro de Frankfurt.   A edição deste ano, com dois CEOs de empresas internacionais – John Makinson, da Pearson/Penguin, e Arnaud Nourry, da Hachette, e dois das maiores editoras chinesas e russas – Yu Chunchi, da China Education Publishing & Media Group, e Oleg Novigm, da Eksmo, foi realizado na tarde destaquarta-feira, dia 12 de outubro. Empresas brasileiras incluídas pela primeira vez no relatório, que só aceita grupos editoriais com faturamento superior a 150 milhões de euros, foram convidadas, mas não aceitaram o convite.   Neste painel-entrevista, os presidentes foram sabatinados por jornalistas da mídia especializada internacional, entre os quais Livres Hebdo, Buchreport, Publishers Weekly e PublishNews, e falaram sobre o livro digital, a situação das livrarias, pirataria e novos mercados a serem conquistados, com Brasil e China no topo da lista. Boas experiências de parcerias internacionais como a da Penguin com a Companhia das Letras e outras frustradas, como a da Hachette com a Escala, também foram abordadas.   “O mercado do livro físico

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Educação não é barata, mas é o melhor investimento, diz Haddad

“A universidade brasileira é líder inconteste entre as universidades latino-americanas”, assegurou o ministro da Educação, Fernando Haddad, na ultima segunda-feira, 10, no Rio de Janeiro, durante o seminário Pensando o Desenvolvimento do Brasil, que se realiza na Fundação Getúlio Vargas.   “Somos o 13º país do mundo em produção científica; estamos resgatando atraso de um século, quando a classe dominante do Brasil perdeu várias oportunidades de criar uma escola pública republicana de qualidade”, afirmou.   Ao fazer um balanço de sua gestão no MEC, Haddad admitiu dificuldades na implementação da reforma educacional que se pretende para o país. “O ensino médio é um nó a desatar; temos aí um grande caminho pela frente”, admitiu. “Na educação infantil, só agora estamos conseguindo aplicar programas de avaliação na pré-escola.”   Sobre o ensino fundamental, o ministro lembrou que o Brasil é o país que mais incrementou o investimento por aluno na década. “E nós conseguimos colher esse resultado”, disse. “Educação não custa barato, demanda tempo, mas é o melhor investimento que se pode fazer.”   Haddad voltou a falar sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e lembrou problemas ocorridos com exames semelhantes em outros países, como os Estados Unidos, com

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