Haddad reconhece falhas no Ensino Médio

Prestes a deixar o governo para disputar a Prefeitura de SP, o ministro Fernando Haddad (Educação) reconhece que não conseguiu avançar como queria no ensino na área rural e no acesso de jovens ao ensino médio. Após quase sete anos à frente do MEC, ele passa amanhã, (24), seu cargo ao também petista Aloizio Mercadante.   Haddad diz que os problemas no Enem desde 2009 foram “pontuais”. Em relação à qualidade de ensino -no ensino médio, 29% dos estudantes têm o conhecimento esperado em português -, Haddad diz que antes havia uma tendência de piora.  “Algo que gostaria de ter feito mais seria na Educação no campo, a pescadores, quilombolas, indígenas e população ribeirinha”, disse à Folha na semana passada.   Acesse a íntegra da matéria aqui.   O Grupo Folha não autoriza a publicação na íntegra do conteúdo produzido pelo jornal Folha de S.Paulo  

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A revolução dos portáteis

Uma nova safra de equipamentos portáteis está chegando ao mercado. São novos ultrabooks, tablets e smartphones. Você vai se surpreender com os avanços desses dispositivos, a começar pelo ultrabook, um dos maiores sucessos do Consumer Electronics Show (CES 2012), realizado em Las Vegas, há duas semanas. Tudo indica que 2012 será o ano do ultrabook. Para reforçar essa previsão, é bom lembrar que serão lançados 70 modelos diferentes de ultrabooks nos próximos meses, em todo o mundo. Por isso, não duvido que esse computador se transforme até numa espécie de sonho de consumo de tecnologia pessoal. Uma dream machine.   Sua chegada ao mercado brasileiro deverá ocorrer daqui a três meses. Embora ainda seja um conceito recente de computador portátil, o ultrabook veio para ficar. Por isso, sugiro que você esqueça três nomes do passado: notebook, laptop e netbook. Pense daqui para frente em ultrabook. Como é fácil de concluir, ele se inspirou no conceito, na elegância e no sucesso do Macbook Air, da Apple, criado por Steve Jobs e lançado em 2008. Sua expansão mundial agora resulta de uma iniciativa da Intel, que lançou o Projeto Ultrabook há poucos meses e obteve a adesão de mais de uma dúzia

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O futuro dos livros didáticos

Na ultima quinta-feira, (19), realizou-se a última promessa de Steve Jobs. A Apple entrou no mercado americano de livros didáticos. Associada às maiores editoras americanas, ela produzirá livros a US$ 14,99, uma verdadeira pechincha.   No mesmo lance, lançou o aplicativo iBooks Author (grátis), que transforma qualquer autor num editor. O Author turbinará o mercado de livros feitos em casa e vendidos na rede. Já os e-books didáticos prenunciam uma revolução, com vídeos, áudios e imagens que mudam ao toque do freguês. Tudo isso por menos da metade do preço de um livro de papel.   Em 2010, o MEC gastou R$ 855 milhões no bem-sucedido Programa Nacional do Livro Didático. Desse ervanário, pelo menos R$ 700 milhões foram gastos com papel e impressão. Coisas como alfafa e cocheiros no tempo das carruagens. Os dias das grandes editoras de livros didáticos penduradas em parques gráficos durarão o quanto duraram os estábulos no início do século passado. Se o governo for humilde na compra de ferragens, porém ambicioso no planejamento da capacitação de professores e de técnicos capazes de estimular e organizar autores, todo mundo ganha.  

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Apple lança novo iBooks para livros didáticos

A Apple anunciou na ultima quinta-feira, 19, a nova versão do aplicativo para livros eletrônicos em iPads. Com o iBooks 2, a empresa selou acordos com editoras importantes do setor nos Estados Unidos e agora disponibiliza livros didáticos para estudantes pelo seu tablet.   Em vez dos tradicionais e pesados materiais pedagógicos, os alunos terão em mãos arquivos de leitura com imagens, vídeos, além da possibilidade de escrever notas e grifar trechos que queiram.   “São livros muito bonitos, interativos, fantásticos, divertidos e atraentes”, dsisse o vice-presidente de Marketing, Philip Schiller. A aposta é a de que a reformulação do formato possa causar mais interesse por parte dos alunos.   Atualmente, há uma versão especial da loja virtual da Apple para os livros, chamada iTunes University, ou apenas iTunes U. Além do material proveniente de editoras, pelo iBooks Author será possível que qualquer pessoa também crie o seu livro didático interativo.   A novidade estará disponível, por enquanto, apenas nos EUA por conta dos contratos feitos baseados em acordos legais com as editoras locais, como Pearson, Houghton Mifflin e McGraw Hill.   Por enquanto, não há anúncio de nenhuma espécie de descontos especiais para estudantes que queiram comprar iPads, o que

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Para especialista, ritmo de ampliação dos investimentos em educação diminuiu

O levantamento mostra um pequeno crescimento em relação a 2009 – eles passaram de 5% para 5,1% do PIB (Produto Interno Bruto). Mas, para o sociólogo e coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, os números indicam uma diminuição no ritmo do aumento dos recursos para o setor.   O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) divulgou na ultima quinta-feira, (19), os dados sobre o investimento público direto em educação em 2010.   “O esperado era 0,2%, essa era a média dos últimos cinco anos. Isso significa que o ritmo dos investimentos diminuiu o que é preocupante. Os dados mostram que acendeu uma luz amarela”, disse. O número divulgado hoje pelo Inep significa que somando todos os recursos gastos por municípios, Estados e a União, em educação, o total investido é equivalente a 5,1% do PIB brasileiro.   Desde o início da série histórica produzida pelo instituto, o patamar do investimento público em relação ao PIB passou de 3,9%, em 2000, para 5,1%, em 2010. Isso representa que, em uma década, o Brasil ampliou em 1,2 ponto percentual do PIB os recursos aplicados em educação.   De 2002 a 2005, observou-se um período de queda

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O ano da virada

2012 pode até ser mais um ano letivo, mas com certeza não será um ano letivo qualquer… ao menos para as editoras escolares. No mercado escolar, 2012 será o ano em que faremos contato com a educação do futuro, com a educação do século 21.   Após longa e tenebrosa primavera, eis que finalmente consigo retomar estas cartas do front… Mil desculpas aos leitores, mas mudanças pessoais e profissionais me impediram de atualizar a coluna nos últimos meses. Uma das novidades desse período foi que deixei de ser editora executiva na Moderna para assumir a gerência de pesquisa e desenvolvimento de conteúdos digitais nas Edições SM, onde estou desde novembro. Mas agora o verão chegou, assim como 2012, e cá estamos nós, às vésperas de mais um ano letivo. E o grande “game changer” no cenário brasileiro será, para variar, o governo federal. Como esta coluna adiantou em agosto do ano passado, o MEC anunciou há alguns meses o primeiro edital do Programa Nacional do Livro Didático a incluir conteúdo digital – o PNLD 2014.  O motivo da mudança, segundo Rafael Torino, diretor de ações educacionais do FNDE, é que “os conteúdos multimídia oferecem novas possibilidades de trabalho aos professores e de aprendizado

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Leitores não acreditam que e-books superem os livros

Editores e organizadores de feiras de livros pelo mundo acreditam que e-books (livros eletrônicos) devem superar os livros até 2018.   Apesar da aposta, não se acredita no fim definitivo do livro em papel. O blog Cidadão Repórter, por meio de uma enquete no portal A Tarde On Line, perguntou aos leitores: você acredita que os e-books (livros digitais) irão superar os livros?   Dos 331 votos recebidos, 75,23% deles disseram que não, pois nada supera o prazer de folhear um livro. Já 13,6% concordam e acreditam que a ascensão dos e-books é uma consequência da era digital. Outros 11,18% acham que pode ser que os e-books superem os livros, pois é uma maneira mais rápida e cômoda de ler.  

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País perde 400 mil alunos no ciclo básico

O Censo da Educação Básica de 2011, que começa a ter as primeiras informações divulgadas hoje, (19), pelo Ministério da Educação (MEC), mostra que o total geral de matrículas nas escolas públicas e privadas do país caiu em relação a 2010, queda concentrada nos anos iniciais do ensino fundamental.   Nessa etapa (1ª a 4ª séries), o país perdeu quase 400 mil alunos na passagem de 2010 para 2011, fechando o ano passado com 16,360 milhões de matrículas. No total, o Brasil fechou 2011 com 50,972 milhões de matrículas em todos os ciclos da creche ao ensino médio, passando por educação de jovens e adultos e portadores de deficiência e cursos técnicos. O número representa queda de 1,1% em relação ao ano anterior, quando as matrículas somaram 51,479 milhões.   No total do ensino fundamental, a queda de alunos matriculados chegou a 2,1%, somando 600 mil, dos quais 400 mil na primeira etapa.   “É um dado natural, a população brasileira de seis a dez anos vem caindo há cinco anos. O importante é notar que também está havendo uma correção do fluxo escolar nesse ciclo, com mais crianças na escola na idade certa”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad.

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Governo oficializa Mercadante no lugar de Haddad na Educação

O governo federal anunciou na ultima quarta-feira (18) a primeira mudança ministerial de 2012. O ministro da Educação, Fernando Haddad, deixa o cargo para concorrer à Prefeitura de São Paulo nas eleições desse ano. Ele será substituído por Aloizio Mercadante, que ocupava o Ministério da Ciência e Tecnologia. No lugar de Mercadante entra Marco Antônio Raupp, que era presidente da Agência Espacial Brasileira.   “A presidenta da República, Dilma Rousseff, agradece o empenho e a dedicação do ministro Haddad à frente de ações que estão transformando a educação brasileira e deseja a ele sucesso em seus projetos futuros. Da mesma forma, ressalta o trabalho de Mercadante e Raupp nas atuais funções, com a convicção de que terão o mesmo desempenho em suas novas missões”, afirma nota oficial do governo.   A posse e a transmissão de cargo dos novos ministros acontece no próximo dia 24 de janeiro.    Essa é a primeira mudança na composição do primeiro escalão do governo. Nos últimos meses, criou-se em Brasília expectativa de uma reforma ministerial nos primeiros meses do ano. O processo ainda deve incluir substituição de ministros e talvez extinção de algumas pastas.   A ministra-chefe da Secretaria de Políticas para Mulheres, Iriny Lopes

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